Poemas curtos e com grandes sentimentos por dentro. É assim que podemos falar um pouco do livro SOBRE POESIA do poeta J.G. Amorim L.

Nessa entrevista que realizamos com o autor, ele fala um pouco dos processos do livro. Veja a seguir.

 

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Capa do livro

 

Quais foram suas influências para criar poemas curtos?

Eu percebi que algumas pessoas não tinham tempo ou não se interessavam por textos longos e para que esses não ficassem sem um pouco de poesia eu comecei a fazer poemas pequenos como uma amostra para incentivar a algo maior.

 

Você diz que cada poema tem um sentimento específico. Comente.

Eu escrevo com a alma que posso, sempre que sinto que tenho, e cada poema que eu escrevi tem a intenção de mostrar isso.

 

Quanto tempo levou a construção dos poemas do livro?

Foi uma brincadeira de férias, eu estava escrevendo/editando alguns textos avulsos e me veio a ideia de construir esse livro, levei cerca de duas semanas para escrever os poemas e um fim de semana para montar os desenhos que os precedem e montar a capa.

 

Qual seria um resumo do livro, das ideias nele contidas?

O livro SOBRE POESIA é um livro curto que gira em torno dos meus achismos sobre sentimentos e emoções que encaramos no dia a dia.

 

O que o público pode esperar de SOBRE POESIA?

Um passatempo para uma viajem chata, para uma tarde cinza.

 

Tem alguma história ou curiosidade interessante que envolva o livro?

Tem sim. Uma coisa interessante é que enquanto eu escrevia eu acabei vendo uma história formada pelos poemas e percebi que as coisas que eu estava sentindo eram na verdade os sentimentos de um personagem que, até então, eu não sabia que estava ali.

 

Fique à vontade para falar o que quiser.

Eu só gostaria de agradecer a todas as pessoas que passaram por mim e contribuíram com um pouco de história para as coisas que eu escrevo.

 


 

ALGUMAS POESIAS DO LIVRO

 

Sobre a chuva.

 

A chuva

Indica saudade

E, do jeito que estou,

Sempre chove a tarde.

 

 

Sobre a embriaguez.

 

Se “beber é uma forma de suicídio”

Deixe-me morrer outra vez.

 

Ou melhor,

Deixe-me morto

Na minha embriaguez.

 

 

Sobre o medo.

 

Um substantivo qualquer

Que se ganha num jogo

Que te obrigam a jogar

 

É comum na escuridão,

Mas quem apagou a luz?

 

 

Sobre o caminho.

 

É tudo o que importa

 

Enquanto eu escrevo

Percorro um caminho

E, agora que cheguei,

É o fim.