Sobre a revista:

Como o próprio nome já diz, a Arte Brasileira é uma revista que trata com muito carinho, respeito e atenção todas as manifestações artísticas que aconteceram, acontecem ou poderão acontecer em nosso país.

Como num romance, nós também temos nossos personagens principais, cenários, situações e histórias (engraçadas ou não). Com isso, temos o maior prazer de apresentar à todos os brasileiros que amam este país, uma releitura dinâmica sobre tudo que tiver relação com a arte nacional.

No entanto, temos um lado preferido e que daremos mais foco, que é a música popular brasileira (MPB, Rock, Pop Rock, Samba, música caipira, etc). Este é a nossa prioridade, mas também daremos voz aos artistas plásticos, à atores e atrizes de cinema, dramaturgos e artistas de teatro, e também aos escritores dos mais variados gêneros literários.

Sendo assim, resolvemos dar uma ênfase ao nosso conteúdo, adicionando histórias peculiares e interessantes (sobre artistas) que possam demonstrar algo sobre a personalidade deles e sobre algo que influencia em sua arte como um todo. Essas histórias são totalmente exclusivas da revista Arte Brasileira, porque são captadas diretamente de pessoas que conviveram com o artista.

E para tornar a revista mais especial ainda, a nossa equipe de fotógrafos e o nosso entrevistador vai diretamente até o artista que queremos entrevistar, para tirar dele dados importantes e exclusivos, além de fotos também únicas da revista.

 

Nossa meta ideológica é trabalhar com três vertentes:

  1. - O resgate histórico, que é buscar no passado algo que possa ser interessante nos dias de hoje, como por exemplo, o movimento tropicália, o surgimento do pop rock, o alvoroço da bossa nova, entre outros. Esse resgate trará informações relevantes sobre o que já aconteceu no Brasil e como isso influenciou e continua influenciando as gerações. Entrevistar e coletar dados e informações sobre artistas que já são consagrados também é uma obrigação que a revista irá cumprir.
  2. - A apresentação de novos talentos, que é mostrar ao Brasil e ao mundo que em nosso país nascem talentos de todos os tipos e a todo momento. Todo dia um ou mais talentos nascem no Brasil. Isso chama muito a nossa atenção e daremos uma divulgação especial sobre esses novos artistas.
  3. - As perspectivas para o futuro são muitas, e nós estamos otimistas em relação a isso. Acreditamos que tudo no mundo é passageiro, e que se coisas ruins vêm à tona, coisas boas também virão! Estamos de olho no futuro, e em nossas reportagens você irá perceber o quanto estamos preocupados com o futuro artístico de nosso país.

A linguagem de nossas reportagens, tanto no site como na revista, é essa que você está vendo aqui. Uma linguagem clara, literária e muito comunicativa com a juventude. Essa linguagem vem acompanhada de um “feedback” super especial. Em nenhum momento, iremos passar para nosso leitor apenas informações ou dados que ele possa obter em outros veículos ou sites.

 

Bom, depois disso tudo, posso dizer que temos uma meta a ser alcançada: queremos ser o maior portal de música brasileira do mundo, e como consequência, ser o maior portal de arte nacional do mundo. E não tenho dúvidas de que isso irá acontecer em breve!

Para terminar, desejamos a você uma boa leitura em nosso site! Obrigado.

 

Breve história:

O Brasil é rico em cultura e em arte, sendo um celeiro de artistas, que muitas vezes, não são compreendidos e/ou valorizados pela mídia tradicional.

Foi pensando nisso, que Matheus Luzi – idealizador do projeto – decidiu em julho de 2014 lançar sozinho de forma simples a primeira edição da Revista Arte Brasileira, que naquele período se parecia mais com um pequeno livro de literatos, contando com crônicas/contos/poesias e com alguns artigos de opinião.

Seguindo esse caminho, da primeira à quarta edição, o projeto foi todo diagramado no Word, o que trouxe um design falho e impotente, causando desinteresse público. Depois disso, a quinta edição até a oitava, a diagramação ficou por conta de Daniel Bras.

O conteúdo também estava totalmente fora de eixo. Sem foco e sem um propósito certo. As reportagens tratavam de assuntos culturais, mas também falavam de temas fora de órbita, como textos sobre motocicleta, ciência, línguas, etc. Além disso, as reportagens eram totalmente não originais.

Mas esse cenário iria mudar em breve, porque a sétima edição que teve como capa, a face hippie de Ventania, músico marginalizado, foi ao ar gratuitamente e teve inúmeras visualizações por meio de uma parceria com a Vozes do Brasil – influente página do facebook, que hoje tem o nome de Mais Brasil – o que mostrou a irreverência e atitude da linha editorial da Arte Brasileira.

Enquanto isso, a pequena equipe da revista já começava a produzir a oitava edição, que foi posta para venda. O conteúdo ficou muito mais bem elaborado.

Posteriormente, no início de 2016, Matheus Luzi inscreveu a Arte Brasileira na famosa e polêmica Lei Rouanet, através de um escritório especializado no assunto. O orçamento do projeto estava estipulado em quase R$ 300.000,00. No entanto, a aprovação via ministério da cultura veio com o orçamento modificado para R$ 191.000,00.

Estamos aguardando a captação de recurso, que pode durar até dois anos. Com o dinheiro captado, será possível realizar esse grande sonho. A grande questão é que não estamos apenas esperando o dinheiro da lei, mas sim estamos procurando outros meios para conseguir o dinheiro necessário para investir fortemente na revista.

 

 

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