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BRASIL SEM FRONTEIRAS – Playlist com artistas que quebram barreiras!

Matheus Luzi

Publicado

em

00(Arte da capa produzida por Natã Prado @nt_prado)

 

A Arte Brasileira está se empenhando em espalhar arte e cultura em mais uma mídia de divulgação, as famosas playlists do Spotify.

Essa primeira coleção foi produzida especialmente pensando em artistas que sempre estão por aqui e que fazem parte da nossa história.

Essa novidade apresenta uma das verdades da proposta do projeto da revista: revelar músicas e artistas do novo cenário da música brasileira que estão quebrando barreiras, e que não se prendem a rótulos, seja eles musicais e/ou poéticos.

Daí o nome conceitual da lista “Brasil sem fronteiras…”, com os três pontos no final para representar essa ilimitação.

Importante lembrar que a sequência da lista não indica grau de relevância/importância, foi criada aleatoriamente.

 

 

“I Would Die For You” – Assini

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O catarinense Assini estreou sua carreira com elegância e de forma conceitual. O primeiro EP “Tragic but Magic” (2018), apresentou um artista com fortes influências da música indie pop americana, que traduzindo para a linguagem brasileira, se tornou referência em inovação.

Entre os destaques do EP está a faixa “I Would Die For You” produzida por Daniel Marques e que ganhou mais força ainda com clipe dirigido por Luis Henrique Crema. A letra em inglês é uma das indicações de que Assini não está buscando reconhecimento apenas no Brasil. Em janeiro, novos lançamentos.

 

“Anoiteceu” – MariElle

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MariElle Anoiteceu

Pela primeira vez, a cantora e compositora MariElle lançou um álbum completo faixa a faixa, seguindo a tendência dos singles. De acordo com sua visão eclética sobre a música, o álbum “Ao Vivo no Estúdio” apresenta um conceito romântica e good vibes, em versões intimistas.

A última faixa a ser lançada foi “Anoiteceu”, cuja temática está envolta ao amor, a paixão louca e sua pureza. O trabalho se soma ao EP “Beside Me” lançado em 2014 e ao álbum “Vem K Vem K V”. Mas não para por aí. A cantora tem planos para dar continuidade aos seus lançamentos. “Logo logo vem mais singles por aí”, anuncia MariElle.

 

“Afogar” – Rodrigo Del Arc

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É muito sugestivo o nome do single que faz parte do álbum “No Ar” (2014) do paulistano Rodrigo Del Arc. A letra apresenta uma preocupação cotidiana, aquela de querer se jogar em sentimentos e situações profundas, mas que se depara com sentimentos rasos e amores ralos. Anos depois, “Afogar” ainda despertava fortes emoções em Rodrigo, o que resultou na gravação de um clipe para a faixa.

Ainda sem muitas inspirações para isso, Rodrigo conheceu a história de Abraão Neves: um jovem músico que esbanja felicidade, mesmo tendo uma doença grave, em uma visita a uma instituição de apoio a crianças com câncer. Assim, a ideia estava engrenada. As gravações aconteceram nos EUA pelo fotógrafo e diretor Pico Garcez.

 

“Back Home” – Raquel Campelo

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Artista de longa data, a jovem cantora e compositora Raquel Campelo considera sua estreia discográfica no mundo autoral em 2017 com o single “Bring it Back to You”, gravada em Los Angeles (EUA). No mês passado, a artista brasiliense lançou o EP “Nostalgia”, com quatro faixas influenciadas sonoramente pelo indie folk e poeticamente pela sua própria pessoalidade.

Entre as faixas, “Back Home” tem seu merecido destaque. Traduzindo o título para o português, chegamos a “De volta para casa”, o que se considera o conceito da música. A letra dialoga com o crescimento e a identidade pessoal. Isso complementa as outras faixas, que no todo, levam o público a reflexão sobre a trajetória do autoconhecimento.

 

“A Cruz” – Renato Enoch

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“A Cruz”, foi composta por Renato Enoch com a intenção de fortalecer a mensagem da empatia o repúdio aos mais variados tipos de preconceitos, em uma melodia envolvente e poesia intensa.

O single foi ilustrado em clipe com perfeição (clique aqui para ver). Ao longo dos oito minutos, mais de 10 de pessoas LGBTQ+ e de representantes de outros grupos, como afrodescendentes e mulheres participam do vídeo, na qual, há uma singela homenagem à Marielle Franco.

Artista engajado nas lutas sociais, a letra da música é composta por uma poesia de resistência, a exemplo dos versos “Não é justo que um beijo inicie uma guerra / E ser diferente torne a vida severa”.

 

“Singular” – Amsterdan

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O nome da banda te lembra alguma grande metrópole? Pois bem, isso não é nada acidental. Formada em 2016 na capital paulista, a ideia sempre foi levar a expressão e o sentimento de liberdade que deu fama a cidade europeia. Em 2017, o grupo lançou o álbum “1766”, com vários destaques, entre eles, a música “Singular”.

Em momentos de restruturação, o grupo lançou a versão acústica de “Singular”, o que não mudou em nada o tom de grito libertino a frente de questões existências e de moldes sociais. Em um dos trechos da canção, uma pergunta inquieta quem a ouve: “Como a solidão se tornou / Algo tão fácil de aceitar?

 

“Desce Nave Mãe” – Fernando Motolese

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Entre tantas canções inusitadas e inteligentes que Fernando Motolese vem lançando, “Desce Nave Mãe” é mais uma que mostra ironia, e ao mesmo tempo, diálogo com acontecimentos contemporâneos. O single lançado há poucos meses, é autoral e retrata um contato imediato de 4º grau com seres extraterrestres.

O clipe da música foi gravado no Museu da Humanidade, na cidade do Rio de Janeiro, reforça ainda mais as peculiaridades artísticas de Motolese. A equipe que participou das gravações utilizou peças históricas, recursos visuais como asas de anjo articuladas e pós-produção, para criar uma atmosfera mágica.

Para quem ainda não ligou as pontas, Fernando Motolese é o homem por trás de memes como “Cala Boca Galvão”, desenhando assim os primeiros passos dessa brincadeira virtual que parece não ter data de vencimento.

 

“Me Encontrar” – Heitor Vallim

Siga @vallim.heitor

Oficialmente, a carreira de Heitor Vallim foi lançada em 2016 com o EP “Naissance”. Com cinco faixas, sendo a primeira uma intro, o músico mostrou a sua cara.

Em poucos anos, a discografia do artista já é consideravelmente extensa, e está disponível na íntegra nas plataformas digitais. O material evidencia a sonoridade influenciada pelo folk estadunidense e a MPB. 

O novo EP “L.O.S.T”, por sua vez, já traz um dialogo com o soft e com o indie rock, e uma das faixas dessa novidade é “Me Encontrar”, considerada pelo próprio Heitor como a sua letra preferida, e que reflete uma constante na suas obras: a incansável busca em algo ou alguém, para assim se sentir inteiro.

 

“Só queria te dizer” – Leo Fressato

Siga @leofressato

A arte como um todo é uma tatuagem na sonoridade da carreira solo de leo Fressato. O músico saltou no reconhecimento em 2011, quando lançou o inusitado clipe “Oração” com o grupo A Banda Mais Bonita da Cidade.

Com as inúmeras novidades no conceito social do Brasil, Leo se perguntou se ainda faria sentido escrever canções de amor. 

Porém, a resposta que ele encontrou bateu na porta do amor. E assim, com muita elegância e abundância de sentimentos que tivemos o enorme prazer de conhecer mais uma obra de Leo Fressato.

 

 

 

 

 

Fundador e editor da Arte Brasileira. Jornalista por formação e amor. Apaixonado pelo Brasil e por seus grandes artistas.

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