24 de outubro de 2026

Banda polonesa Pjos usufrui de máxima liberdade artística em sua nova música, “Atlas”

O Pjos é definido como um projeto de dreampop sediado na Polônia, mas especificamente em Gdańsk. A discografia dos caras se iniciou em 2023 com o EP “Shoe In (Slow & Fast)”, e prosseguiu neste 2024 com o single “Atlas”, que é o nosso assunto neste post.

A estética deste single, que tem o instrumental priorizado, leva o ouvinte à um mundo de sonhos e de futurismo, com referências em bandas como Slowdive e Mogwai. “Suas melodias nostálgicas, guitarras rodopiantes e gancho de sintetizador cativante transportam o ouvinte para um mundo que parece familiar e de outro mundo.”, contaram os integrantes no comunicado de imprensa do lançamento.

A mensagem de “Atlas” é pesada, abstrata e profunda, mas também, de certa forma, educacional. “A letra aborda traumas da infância, explorando como eu usava livros de atlas como fuga de um ambiente doméstico violento, desenvolvendo, por fim, uma paixão pela astronomia. Esse tema é espelhado no Atlas da mitologia grega, que carrega o peso de seus fardos ao longo da vida. Frases como ‘Quantas lágrimas e estrelas devem cair para curar meu coração?’ evocam a profundidade emocional da música. Os diálogos do astronauta sobre as cordas etéreas no final da música simbolizam minha jornada rumo à resolução e à esperança.”

Enfim, esta é uma recomendação afiada para quem prefere coisas não pré-estabelecidas pelo o que exige o mercado. “Atlas” é realmente um abraço a criatividade artística. Confira!

Letra de “Atlas”

Folhas espalhadas
Estou segurando o céu, ele está longe
Buscando peças que possam salvar meu mundo do mal

Seguindo os anos
Carregando o peso de mãos pesadas
Quantas lágrimas e estrelas devem cair para curar meu coração?

Traduzido com o DeepL

CONTO: A Falta de Sorte no Pacto de Morte (Gil Silva Freires)

Romeu amava Julieta. Não se trata da obra imortal de Willian Shakespeare, mas de uma história de amor suburbana, acontecida.

LEIA MAIS

Paz, Festa e Legado: Cem anos de Dona Amélia

Era uma noite de dezembro em São Paulo, dessas que misturam o frescor do verão com o brilho das luzes.

LEIA MAIS

FAROL DE HISTÓRIAS – Projeto audiovisual que aproxima crianças da leitura

Para Michelle Peixoto e Vinícius Mazzon, a literatura tem seu jeito mágico, prático e divertido de chegar às crianças brasileiras..

LEIA MAIS

Os vários Olhos D’agua de Conceição Evaristo

Poderia ser mais uma daquelas resenhas que escrevo sobre um livro que eu acabara de ler, no entanto é algo.

LEIA MAIS

Celebrações pelo mundo: eventos culturais que transformam qualquer viagem

Viajar é mais do que conhecer paisagens ou tirar fotos em pontos turísticos. É também mergulhar de cabeça na alma.

LEIA MAIS

Nilson dos Santos: o registro da etnografia de um tempo extinto++++++++++++++++++++++++3

Há pouco se apagou de vezno reduto dos dicionárioscerta palavra-chave. Henriqueta Lisboa 1. Nilson dos Santos (17.06.1970) nasceu em Currais.

LEIA MAIS

Mário Rasec: a celebração das coisas simples

 Por eso, muchacho, no partas ahora soñando el regressoQue el amor es simpleY a las cosas simplesLas devora el tempoCesar.

LEIA MAIS

Além deste sertão: a pintura de Celina Bezerra

É curioso observar a trajetória da professora norte-rio-grandense Celina Bezerra. Advinda das terras quentes da região do Seridó, de antigas.

LEIA MAIS

Pincel, o novo companheiro do cantor e compositor Bryan Behr

Reprodução/instagram do artista. Do seu atelier, Bryan Behr se mostra um artista inquieto, em constante atividade. O catarinense de 24.

LEIA MAIS

Gabriel O Pensador, sempre insatisfeito em “Matei o Presidente”

Reportagem escrita por Nathália Pandeló em outubro de 2018 e editada por Matheus Luzi   Há quem diga que o.

LEIA MAIS