25 de maio de 2026

ENTREVISTA: George Solonos se inspira no altruísmo e generosidade de sua mãe no single “67 Empty Jars”

Artista: George Solonos (EUA)

Lançamento: single “67 Empty Jars”

Compositor: George Solonos

Produtor musical: George Solonos

Gravadora/Selo: Infinity12 Records

Ano de lançamento: 2024

O que diz a letra de “67  Empty  Jars”?

A música conta a história de uma mulher que passa os dias relembrando o passado e sentindo uma sensação de solidão. Ela reflete sobre as pessoas que entraram e saíram de sua vida, deixando-a com sentimentos de vazio. Explora temas de nostalgia, oportunidades perdidas e passagem do tempo. Apesar de sua solidão, ela encontra consolo nas lembranças do passado e nos simples prazeres da vida.

Como e por que surgiu essa música?

“67 Empty Jars” é uma música que escrevi para minha mãe quando ela tinha 67 anos. Uma pessoa altruísta e generosa que sempre cuida primeiro dos outros e de si mesma por último. Os 67  potes vazios  simbolizam seus anos, que permanecem vazios enquanto ela doou tudo para pessoas que vieram e partiram de sua vida e agora ela está sozinha.

Qual é a mensagem dessa música para o mundo?

A mensagem é obviamente muito pessoal para mim, mas se eu fosse tirar algo dela e compartilhá-la com o mundo, acho que seria para ser mais gentil e mais generoso com aqueles que compartilham amor incondicional conosco, como muitas vezes nós os consideramos garantidos.

Musicalmente, como você descreveria isso?

É uma espécie de canção acústica teatral e folclórica que talvez também se enquadre na categoria adulto-contemporâneo, com elementos orquestrais que realçam a profundidade das emoções que pretendem ser transmitidas.

O que essa música diz sobre você?

Eu diria que é uma representação nua e crua do meu interesse geral pelas outras pessoas, o que as move, as suas histórias e emoções profundas subjacentes.

Há algum outro fato interessante sobre este lançamento que você gostaria de compartilhar?

Essa música é do meu último álbum, lançado em março, intitulado “Human”. Uma jornada musical muito pessoal que há muito tempo queria compartilhar.

Letra (Traduzido por DeepL Translate)

Lá está ela novamente
Sentada na varanda da frente
Contando cada momento que passa

Ela dá tapinhas em seu fiel amigo
Um velho e cego cão de caça afegão
E ninguém mais aparece

As pessoas vieram e se foram

Elas vieram com buracos vazios para preencher
E sempre partem com algo para durar

Doce e amarga lembrança
Tantas coisas que ela poderia ter feito
E queria, mas tudo isso ficou no passado

Porque o tempo está passando tão rápido

Bem-vindo ao meu mundo
Por favor, sirva-se
Há 67 potes vazios
Com poeira extra
Bem-vindo ao meu mundo
Minha segunda prateleira
Tem tudo o que você precisa
Então, por favor, volte para mais

As árvores no céu
Elas lhe mostrariam como é voar
E como ter seus pés no chão

E agora elas estão perguntando por que
Você nos deixou aqui para esperar por você
Você nos vendeu por um velho cão de caça cego

E ninguém nunca aparece

Bem-vindo ao meu mundo
Por favor, sirva-se
Há 67 potes vazios
Com poeira extra
Bem-vindo ao meu mundo
Minha segunda prateleira
Tem tudo o que você precisa
Então, por favor, volte para mais

Por favor, volte para mais
Por favor, volte para mais
Volte para mais

A obra de João Turin que sobreviveu a 2ª Guerra Mundial

No Memorial Paranista, sediado em Curitiba (PR) com intuito de preservar e expor a obra do paranaense João Turin, há.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: A arte como resistência política e social (com Gilmar Ribeiro)

Se a arte é censurada e incomoda poderosos do capital, juízes, políticos de todas as naturezas, chefões do crime organizado,.

LEIA MAIS

RESENHA: Curta “Os Filmes Que Eu Não Fiz” (parte 1)

Este artigo é dividido em três partes. Esta é a primeira, intitulada por seu resenhista Tiago Santos Souza como “EU”,.

LEIA MAIS

Maria do Santíssimo e o seu caleidoscópio das coisas modestas

O  tempo farejou a fábulacontaminou-a. Projetou-atalhada à sua própria imagem.                 Henriqueta Lisboa 1. Maria Antônia do Santíssimo (São Vicente, 1890-1986).

LEIA MAIS

Silvio Brito e sua utópica Terra dos Sonhos

Silvio Brito, compositor, cantor e instrumentista, iniciou sua carreira muito cedo, aos 6 anos de idade. Seu primeiro show reuniu.

LEIA MAIS

“A Grande Família” e o poder da comédia do cotidiano

A série “A Grande Família” é exemplo de um gênero do humor que funciona como um espelho capaz de revelar.

LEIA MAIS

CONHEÇA BELZINHA DO ACORDEON

Por Fernanda Lucena – Diretamente da cidade de Buritirama, no interior da Bahia, Belzinha do Acordeon é uma menina de.

LEIA MAIS

“Pra não dizer que não falei das flores”, o hino contra a ditadura

  Dizer que a música “Pra não dizer que não falei das flores”, de Geraldo Vandré foi um hino contra.

LEIA MAIS

Literatura: uma viagem literária (Clarisse da Costa)

Em se tratando de literatura posso dizer que ela é assim como a vida, uma caixinha de surpresas. A literatura.

LEIA MAIS

A vida em vinil: uma reflexão filosófica sobre a jornada da existência

A vida, assim como um disco de vinil, é uma espiral contínua de experiências e aprendizados, em que cada fase.

LEIA MAIS