1 de maio de 2026

“Os Setember”, a melancólica e intensa canção de Doug Howell

“Oh, Setember”, o mais recente lançamento do cantor e compositor norte-americano Doug Howell, tem em sua letra uma história bonita de se ouvir, com uma sonoridade amável, melancólica e intensa. “Quando escrevo uma música triste (e já escrevi algumas), não é que eu queira deixar os outros tristes também. Claro que não. Estou simplesmente tentando expressar meus verdadeiros sentimentos para que, se meus ouvintes sentirem o mesmo, saibam que não estão sozinhos. Se eu tentasse amenizar meus sentimentos, estaria dando uma falsa impressão e não estaria compartilhando meu verdadeiro eu. Parece que é quando me sinto especialmente triste, ou especialmente feliz, que mais preciso de música para me expressar.”, contou ele em entrevista à Arte Brasileira.

Doug nos explica como a música surgiu: “Uma amiga minha de infância me pediu para cantar em seu casamento. Ela era o tipo de amiga que aparece ao seu lado nas fotos de família, então é claro que eu disse que sim. Mas eu já tinha participado de tantos casamentos naquela época que estava começando a pensar que nunca conseguiria fazer o papel do noivo. No meio da recepção, com toda a família reunida e suas expectativas pesando sobre mim como uma tonelada de tijolos, finalmente tive que sair, então fui embora. Andei sob a lua e as luzes da rua, lembrando-me da magia de outra lua mais amável de agosto, e escrevi essa música. Acho que estava tentando culpar a mudança das estações pelo vazio em meu coração.”

O artista também falou sobre a sonoridade e produção do single: “Na maioria das vezes, eu cantava essa música em um show apenas com piano e voz, mas depois de gravá-la com um arranjo bem esparso em um álbum anterior, decidi que queria que essa versão fosse como sempre imaginei – com uma sonoridade completa. orquestra. Parecia que eu precisava da emoção das cordas e do som melancólico do clarinete para realmente capturar a profundidade e a amplitude das referências da letra à natureza. Eu sabia que meu amigo Dan Leonhardt adorava a música, então pedi a ele que acrescentasse suas ideias de guitarra, e isso deu à música um elemento acústico simples junto com um solo elétrico angustiante que eu acho que adiciona a quantidade perfeita de coragem. Até regravei algumas das minhas partes de piano para refletir melhor as partes de guitarra dele.”

Confira!

“Minha jornada musical entre o Brasil e a Alemanha” – Um relato de Juliana Blumenschein

Sou Juliana Blumenschein, cantautora alemã-brasileira, nascida em 1992 em Freiburg, no sul da Alemanha. Filha de brasileiros de Goiânia, meus pais migraram.

LEIA MAIS

ENTREVISTA – Conversa Ribeira e seu Brasil profundo

Três artistas de cidades interioranas, Andrea dos Guimarães (voz), Daniel Muller (piano e acordeão) e João Paulo Amaral (viola caipira.

LEIA MAIS

Vida em letras:  A jornada literária de Clarisse da Costa

O começo de tudo Na infância eu rabiscava mundos através de desenhos. Quando aprendi a desenhar palavras comecei a construir.

LEIA MAIS

Zé Alexanddre, o antes e o depois do The Voice+

Em tempos de queda de audiências na mídia tradicional, o The Voice permanece intacto. Os participantes saem do amadorismo, conquistam.

LEIA MAIS

Autor publica livro de fantasia sobre a 3ª Guerra Mundial na América do Sul

O autor brasileiro Pedro Reis, publicou ano passado, um livro de fantasia e ficção científica, onde a ideia de uma.

LEIA MAIS

Pedro Blanc estreia na Netflix e revela bastidores à colunista Fernanda Lucena

“Isso pra mim representa uma confirmação de tudo que eu planejei pra minha vida e ver que tudo com o.

LEIA MAIS

Paz, Festa e Legado: Cem anos de Dona Amélia

Era uma noite de dezembro em São Paulo, dessas que misturam o frescor do verão com o brilho das luzes.

LEIA MAIS

[RESENHA] “Machado de Assis, Capitu e Bentinho”, de Kaique Kelvin

Que Machado de Assis se tornou um clássico escritor da literatura brasileira todos sabemos, mas uma dúvida que segue sem.

LEIA MAIS

CONTO: O Medo do Mar e O Risco de Se Banhar (Gil Silva Freires)

Adalberto morria de medo do mar, ou melhor, mantinha-se distante do mar exatamente pra não morrer. Se há quem não.

LEIA MAIS

Geração com cérebro desperdiçado (Clarisse da Costa)

Se buscamos conhecimento, somos viajantes nesse vasto mundo. Mas quando deixamos o saber de lado o que somos? Em pleno.

LEIA MAIS