6 de novembro de 2026

Tensão, melancolia e intensidade ambientam a nova canção de J. C. Clements

“Paragon”, o novo single da cantora e compositora norte-americana J. C. Clements, é um hino de consolação, de encontrar luz no fim do túnel. O título da canção se refere a uma cidade indiana, que fica localizada perto da fazendo da família da artista. Isso é bom dizer porque “Paragon” é uma mensagem de quem encontrou abrigo e consolo ao lado de sua família, durante uma crise de abuso e dependência de drogas. Para Clements, a cidade Paragon a lembra que nasceu para a felicidade e merece ser amado e tratado com dignidade. Escrita com Chris Forte, a música carrega uma sonoridade que une folk e rock e é ambientada numa melancolia e tensão que respiram a intensidade.

Embora J. C. Clements seja madura artisticamente, sua carreira solo discográfica se iniciou cedo, em 2022, com o EP “Distance”. Não é exagero indicar este EP também, bem com o outro single que ela lançou no início deste ano. Confira!

Letra (tradução: Google Tradutor)

Eu sou uma mulher boa demais
e tenho sido boa demais com você
Para deixar você me tratar desse jeito
e dizer que ainda seremos amigos
Estou retomando meu mundo Vou
me amar
Eu sou uma mulher boa demais
Traga-me para casa
Traga-me para casa
Paragon
Amigos observaram de longe preocupados porque meu coração
não pode acreditar que durou tanto
Agora vejo onde errei e o inferno em que me guardei
Estou retomando meu mundo
Eu me amo de
novo sou uma mulher muito boa
Traga-me para casa
Traga-me para casa Paragon
Sim, eu sou muito boa
Eu sou uma mulher muito boa
Traga-me para casa
Traga-me para casa Paragon
Há tanto que perdi só por amar você
Será
que algum dia conseguirei ter meu coração
de volta inteiro ? uma mulher muito boa Traga-me para casa Traga-me para casa Paragon Eu sou uma mulher muito boa Traga-me para casa Traga-me para casa Paragon

César Revorêdo: história íntima da solitude

O fimlimite íntimonada é além de si mesmoponto último. Orides Fontela 1. Prelúdio Essa nova série do artista visual Cesar.

LEIA MAIS

O disco que lançou Zé Ramalho

Zé Ramalho sempre foi esse mistério todo. Este misticismo começou a fazer sucesso no primeiro disco solo do compositor nordestino,.

LEIA MAIS

Ana Canan: metáforas da solidão extraídas da natureza

Clique aquiClique aquiClique aqui Perfil Ana Canan FlickrClique aqui Previous Next Suave é viver sóGrande e nobre é sempreviver simplesmente.Deixa.

LEIA MAIS

FAROL DE HISTÓRIAS – Projeto audiovisual que aproxima crianças da leitura

Para Michelle Peixoto e Vinícius Mazzon, a literatura tem seu jeito mágico, prático e divertido de chegar às crianças brasileiras..

LEIA MAIS

O Brasil precisa de políticas públicas multiculturais (por Leonardo Bruno da Silva)

Avançamos! Inegavelmente avançamos! Saímos de uma era de destruição da cultura popular por um governo antinacional para um momento em.

LEIA MAIS

Crítica: Rui de Oliveira pelos Jardins Bodoli – de Mauricio Duarte

 Crítica: Rui de Oliveira pelos Jardins Boboli – de Mauricio Duarte   O que acontece quando um mestre da arte.

LEIA MAIS

Pacífico Medeiros: ressignificando a fotografia

No fundo, a fotografia é subversiva, não quando aterroriza, perturba ou mesmo estigmatiza, mas quando é pensativa.                                                              Roland Barthes Pacífico.

LEIA MAIS

Adonay: universais variações sobre o mesmo tema

Como saber, se há tanta coisa do que falar ou não falar?E se o evitá-la, o não falar, é forma.

LEIA MAIS

Calu Manhães estreia como atriz  na Amazon Prime em filme musical “Um ano  inesquecível –

Estreou na Amazon Prime o filme “Um ano inesquecível – Outono”, dirigido por Lázaro Ramos. Com ele, nasce uma atriz,.

LEIA MAIS

Alguns livros que você precisa ler antes de morrer

A morte dá alusão ao fim do mundo, o Apocalipse e até mesmo o fim da vida de uma pessoa,.

LEIA MAIS