Revista Arte Brasileira Além da BR Uma música para dançar, e muito; escute e compreenda o novo lançamento de VamViper nesta minientrevista
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Uma música para dançar, e muito; escute e compreenda o novo lançamento de VamViper nesta minientrevista

Artista: VamViper

País: Estados Unidos da América

Lançamento: single “Dancing With A Broken Halo”

Características: Dance Pop, Synthpop

Data de lançamento: 11 de junho de 2026

Dancing With A Broken Halo

Will, em qual contexto surgiu a composição?

Esta música é o terceiro single do meu próximo álbum, que foi produzido, gravado, mixado, masterizado e escrito inteiramente por mim. Eu criei essa faixa do zero no FL Studio.

Qual o propósito da letra, qual sua mensagem?

Em termos de letra, eu queria contar a história de um término complicado. Queria que parecesse quase como uma versão alta, caótica e meio bêbada desses acontecimentos sendo contada numa balada, por cima de uma música dançante e divertida. É uma espécie de homenagem a “Dancing On My Own”, da Robyn. A música fala sobre nunca saber exatamente qual é o seu lugar na vida de alguém e nunca saber se pode realmente lamentar o fim de uma relação, porque você nunca tem certeza se ela realmente acabou.

Musicalmente, como você a descreve?

Musicalmente, eu queria garantir que fosse uma música que as pessoas pudessem dançar. As músicas pop mais poderosas são aquelas que fazem as pessoas quererem dançar ou chorar, e às vezes as duas coisas ao mesmo tempo.

Qual a simbologia por trás da arte de capa? 

A capa captura a essência do título da música e também se encaixa na identidade visual deste próximo álbum. Ela mostra uma mão fantasmagórica surgindo de uma dimensão espelhada, com uma paleta de cores verde tóxico e laranja.

Há algo a mais de curioso que você queira destacar?

A ponte inclui o verso: “What do you like about me, do I just wear my damage well?” (“O que você gosta em mim? Será que eu apenas carrego bem minhas cicatrizes?”). Foi a parte que eu mais me diverti escrevendo. Parecia resumir todo o relacionamento em uma única frase, além de representar um problema com o qual já me deparei muitas vezes na vida real. Meu conselho para quem se identifica com esta música é: às vezes, ser um livro aberto não é a melhor ideia. As suas feridas podem torná-lo mais atraente para pessoas que querem aprofundá-las ainda mais. Em alguns momentos, é preciso ter discernimento. Não dê a todos a oportunidade de usar a sua bagagem emocional contra você.

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