23 de junho de 2026

[INDICAMOS] Filme “Roberto Carlos a 300 km por hora”, de 1971

(Arte feita com imagem do filme)

 

O pesquisador Eduardo Cesar Soares apresenta com exclusividade na Arte Brasileira uma série de indicações sobre filmes do cinema brasileiro dos anos 1960 e 70. “A possibilidade de analisar e indicar grandes produções cinematográficas me fez rever e conhecer ainda mais filmes desse período, que atualmente é quase nula em nossa TV é também na mídia em geral”, conta Eduardo.

O período foi recheado por mudanças e grandes acontecimentos. É por isso também que o colunista acredita que “Nesse momento, houve efervescência na cultura e história no Brasil. E não poderia ser diferente no cinema. Temos grandes obras em todos os gêneros do cinema”.

 

 

SINOPSE OFICIAL

Dois mecânicos trabalham na oficina de um piloto brasileiro de fama internacional, que pretende correr um grande prêmio em Interlagos. Depois de um grave acidente, um dos mecânicos acaba assumindo o posto do chefe e se apresenta como competidor.

 

(Cena do filme)

 

CRÍTICA DE EDUARDO CESAR SOARES

Dirigido por Roberto Farias, o filme faz um mix de drama/comédia, principalmente nas cenas protagonizadas por Erasmo Carlos e Roberto Carlos, em minha modesta opinião é o melhor filme que traz Roberto Carlos como ator, tem várias clichês, porém é um filme que tem um roteiro bom, uma proposta cinematográfica, e uma produção bem elaborada para a época, principalmente se tratando de uma produção nacional.

O filme apresenta em várias situações, a visão crítica sobre o mesmo assunto, hora pelo ponto de vista da elite empresarial, hora de seus trabalhadores. Além disso, o filme traz uma característica muito marcante na época, a fórmula 1, sendo Émerson Fittipaldi o principal nome do Brasil naquele momento.

Além de Erasmo, e Roberto Carlos o elenco foi composto por grandes nomes da televisão e do cinema nacional como: Raul Cortez, Reginaldo Faria, Flavio Migliaccio, Otelo Zeloni, Mario Benvenutti, entre outros. É um filme completo, ideal para assistir com a família, principalmente com pessoas que viveram as emoções dos anos 70, além dos carros que marcaram essa época, o figurino é único e belíssimo.

 

 

 

 

 

“Os americanos acreditam que ainda se ouve muita bossa no Brasil atual”, diz o músico

8 de outubro de 1962. Aproximadamente 2.800 pessoas na plateia do Carnegie Hall, a casa de shows mais importante de.

LEIA MAIS

Mário Quintana e sua complexa simplicidade em Caderno H

  CADERNO H: A COMPLEXA SIMPLICIDADE DE MARIO QUINTANA   Mario Quintana (1906-1994) foi um poeta gaúcho de constância poética.

LEIA MAIS

Conceição Fernandes: a presença e a valia do silêncio na arte

1. Conceição Fernandes (Mossoró, 16.05.1957) é atualmente professora aposentada, tendo atuado como professora nas redes estadual e municipal. Dedica-se às.

LEIA MAIS

CONTO: A Falta de Sorte no Pacto de Morte (Gil Silva Freires)

Romeu amava Julieta. Não se trata da obra imortal de Willian Shakespeare, mas de uma história de amor suburbana, acontecida.

LEIA MAIS

Chiquinha Gonzaga: compositora mulher mestiça

A mítica compositora Chiquinha Gonzaga (1847-1935) representa um divisor de águas na história da música brasileira. Nela, convergem 3 marcos.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: Quem foi o poeta Augusto dos Anjos? (com Augusto César)

O 9º episódio do Investiga buscou informações sobre os principais pontos da trajetória pessoal e profissional do poeta brasileiro Augusto.

LEIA MAIS

O lado cineasta de Oswaldo Montenegro

  O lado musical e poético de Oswaldo Montenegro é reconhecido Brasil afora, mas o lado cineasta do artista é.

LEIA MAIS

VÍCIO ELEGANTE – A história de um clássico de Belchior

  “Vício Elegante” é o nome do último álbum de estúdio do nordestino Belchior, lançado em 1996, e que sem.

LEIA MAIS

PUPILA CULT – O lado desconhecido da “Terra do Rei do Gado”

Assim como qualquer outro lugar, histórias e curiosidades são deixadas para trás e acabam caindo no esquecimento ou até sendo.

LEIA MAIS

CONTO: O Desengano do Rock Star Paulistano (Gil Silva Freires)

Tinha uma guitarra elétrica, canções e sonhos na cabeça. A paixão de Alécio pelo rock and roll era coisa herdada.

LEIA MAIS