21 de abril de 2026

[ENTREVISTA] A blogueira Juliane, e sua arte de incentivar e apoiar

 

Ser blogueira virou moda, mas não somente isso, também trouxe voz a quem não tinha. Hoje pessoas podem se apoiar através de vídeos curtos, também pode mostrar uma forma de se amar, aprender e entender o próprio corpo. E quem disse que isso não é arte? A arte de ajudar, interagir, de ter empatia e mostrar ao mundo que coisas simples mesmo tendo um grande trabalho, podem sim influenciar e fortalecer a autoestima de uma pessoa.

Juliane Santos Batista Ferreira, nasceu em 3 de fevereiro de 2002, na cidade de Salvador. Decidiu fazer vídeos de maquiagens, fotos, challenge. Criando assim uma boa visibilidade e conquistando seguidores fiéis. 

 

História, contada por ela

Bom, o Instagram surgiu para mim de uma forma MOMENTÂNEA. Comecei em dezembro de 2017 com brincadeiras, sem conteúdo na verdade, os meus assuntos eram aleatórios, já em 2018 fui buscando um nicho para o meu perfil e hoje me encontro em dois que amo e não abandono (MAQUIAGEM E CABELO). Para que eu me envolva mais sobre ser uma DIGITAL INFLUENCER,

Tenho que me concretizar com a minha saúde mental, assim, como as pessoas que querem ser. O lado de se cobrar tanto dói, em 2019 para o meado de 2020 eu me cobrei tanto para chegar onde estou e até uns dias atrás eu pensei em desistir, mas, tenho o meu Deus que não me deixa só e sabe dos meus sonhos e planos.

Sobre a minha infância: Foi de sonhos e bastante alegre até então, já na adolescência me vir em um mundo nada mágico (sofrido). A minha autoestima baixa foi se apresentando com uma forma dolorosa e até hoje me encontro assim, porém com meu público e algumas pessoas da minha família que não me deixam DESISTIR jamais.  

 

 

Luan FH – Você se considera uma feminista ativista? Ou luta em prol de algo importante pra você? 

Juliane – Luto para conquistar sempre os meus objetivos. Independentemente do resultado e obstáculos que venho a enfrentar.

 

Luan FH – Alguma vez você se deparou com comentários positivos? ex: “Você me ajudou com algo”

Juliane – Sempre recebo mensagens positivas nas quais, eu me deparo com causas de extrema importância e ajudo sem ao menos saber/conhecer o meu próximo. Lembrando que é através dos meus pôsteres.

 

Luan FH – A sociedade, em si, cria um estereótipo sobre determinados acessórios, roupas, e até mesmo cabelo. Você já sofreu um ataque racista sobre as coisas que você posta?

Juliane – Nunca sofri nenhum racismo na minha rede social.

 

Luan FH – Juli, mesmo que você diga que “Não”, mas nós sabemos que você luta contra o racismo e em prol da autoestima da mulher em si, tanto negra quanto parda ou branca. Você hoje em dia se sente mais à vontade de interagir e expor sua fala nas redes sociais?

Juliane – Alguns casos de racismo, preconceito e bullyng, eu reposto sim no perfil e muitas vezes comento (quando eu não posto).

 

Lua FH – Você já teve um dia muito melancólico por causa do instagram? (Post apagado, conta apagada, algo do tipo).

Juliane – Já tive meu post bloqueado por conta mesmo das músicas, mas fora isso não. 

 

Lun FH – No seu feed, de todas as postagens, tem algum tipo de post que você mais gosta de fazer? 

Juliane – Sim! Amo demais 2 fotos e 3 challengers!

 

Minha opinião sobre Juliane.

Juli é uma mulher sonhadora e está conseguindo seus primeiros pontos aos poucos. E eu dou credibilidade pelas genialidades, por tentar revolucionar e entrar na luta em prol de causas sociais e bandeiras. A arte dela é pensar, agir e ajudar de alguma forma e é necessário mostrar, dá voz e oportunidade. Juli é maravilhosa!

 

 

Lupa na Canção #edição23

Muitas sugestões musicais chegam até nós, mas nem todas estarão aqui. Esta é uma lista de novidades mensais, com músicas.

LEIA MAIS

Francisco Eduardo: retratos, andanças e marinas fundam uma poética

Veredas são caminhos abertos, livres entre florestas inóspitas ou suaves e são símbolos de ruas de escassez de cidades com seus bairros de.

LEIA MAIS

O lado cineasta de Oswaldo Montenegro

  O lado musical e poético de Oswaldo Montenegro é reconhecido Brasil afora, mas o lado cineasta do artista é.

LEIA MAIS

Jardel: o silêncio que sopra sussurros do longe

Os humanos são sozinhos.Por mais que haja amizade, amor,companhia, a solidão é da essência. Clarice Lispector  1. Jardel (João Pessoa,.

LEIA MAIS

Kelline Lima: linhas sinuosas e orgânicas como arquétipos do feminino

O  coração alegre aformoseia o rosto, mas, pela dor do coração, o espírito se abate. Provérbios, 15:13 1. Kelline Lima.

LEIA MAIS

CONTO: Aqueles Cães Que Latiam e Os Visitantes Que Não Batiam (Gil Silva Freires)

Desde que se mudara, Leonardo não conseguia dormir direito. E sua insônia não era causada por problemas financeiros ou sentimentais..

LEIA MAIS

Conceição Fernandes: a presença e a valia do silêncio na arte

1. Conceição Fernandes (Mossoró, 16.05.1957) é atualmente professora aposentada, tendo atuado como professora nas redes estadual e municipal. Dedica-se às.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: Elis Regina em detalhes (com Julio Maria)

O experiente jornalista musical e biografo Julio Maria é autor do livro “Elis Regina. Nada Será Como Antes”. A obra.

LEIA MAIS

Goreth Caldas: um sistema de metáforas (das tantas esperas)

Entre os escaravelhos e o arbustodo peito frágil existemsegredos buscando alívioatravés de sussurros. Henriqueta Lisboa 1. Goreth Caldas (Caicó, 1958), embora.

LEIA MAIS

Fábio Di Ojuara: umas tantas facetas de uma obra multiforme

Uma noite, sentei a Beleza nos meus joelhos. – E acheia-a amarga. E injuriei-a.Armei-me contra a justiça.Fugi. Ó feiticeiras, ó.

LEIA MAIS