Por Clarisse da Costa – Primeiramente, temos o livro Adução, cuja história tem início no Triângulo das Bermudas. Uma família composta por quatro membros — pai, mãe e dois filhos — atravessa uma dimensão desconhecida e acaba sendo encontrada por alienígenas. A partir desse acontecimento, inicia-se uma jornada extraordinária, conduzindo o leitor por cinco capítulos: O voo charter para Miami, O pretérito mais-que-perfeito, O presente infinitivo, O pretérito absoluto e O presente contínuo. Cada capítulo representa uma etapa dessa narrativa, convidando o leitor a mergulhar em uma experiência que transcende os limites da realidade e explora as possibilidades do desconhecido.
É importante salientar que a obra está dividida em três partes: Dossiê de um Transmutado Alienígena, O Estranho Universo Quântico e A Guerra da Inteligência Artificial. Cada parte é composta por cinco capítulos, que conduzem o leitor por diferentes etapas da narrativa.
Esta obra literária estabelece uma conexão com o livro Abdução, cuja narrativa tem início em uma rodovia no Novo México. A partir desse cenário, a história conduz o leitor a uma trama envolvente, repleta de mistérios e acontecimentos extraordinários.
A obra envolve a descrição de um cosmo solar altamente desenvolvido, utópico em sua essência, que se contrapõe às distopias que caracterizam o mundo contemporâneo. Trata-se de um universo que ultrapassa os limites da compreensão humana, apresentando uma realidade na qual o avanço científico e tecnológico alcança níveis extraordinários, transformando as relações entre os seres, a natureza e o próprio espaço sideral.
Nesse cenário, o desenvolvimento das civilizações não se restringe à conquista de novos territórios ou à expansão de seus conhecimentos científicos, mas também se manifesta na construção de uma sociedade fundamentada em princípios que buscam superar as contradições históricas da humanidade. O cosmo solar surge, assim, como uma possibilidade de existência na qual o progresso não está necessariamente associado à exploração, à desigualdade ou à disputa pelo poder, mas à evolução coletiva e à compreensão mais ampla da vida. Portanto, o autor se aprofunda e estabelece um diálogo entre ciência, filosofia e crítica social, utilizando o universo como cenário para questionar as contradições da
humanidade.
Embora as duas obras estejam conectadas, cada uma possui uma particularidade. Segundo o autor, Pedroom Lanne, a diferença está no formato e na construção narrativa: ADUÇÃO é uma novela, uma história completa em si mesma. Já ABDUÇÃO é um romance que dá início a uma saga, protagonizada pelos mesmos personagens e ambientada no universo apresentado em ADUÇÃO.
É possível ler a saga ABDUÇÃO sem ter lido ADUÇÃO. No entanto, o segundo livro e os demais volumes da saga fazem diversas referências à primeira obra, na qual a origem dos protagonistas é narrada de forma integral.
Assim, embora cada obra possa ser compreendida dentro de sua própria proposta, a leitura de ADUÇÃO oferece ao leitor uma compreensão mais profunda da trajetória dos protagonistas e das conexões que se desenvolvem ao longo da saga ABDUÇÃO.
Informações sobre o autor
Pedroom Lanne é um cidadão paulistano, mestre em Comunicação Social e Jornalismo, autor da saga de ficção científica Adução e Abdução: o Épico Alienígena. Não contente com o nível atual do desenvolvimento humano, o autor busca traçar uma visão utópica num universo em que inteligências tanto humanas quanto artificiais convivem e colaboram em uma relação sinergética de mútuo benefício, visando a construção de uma sociedade justa e equitativa.
Site do oficial do autor: www.pedroom.com.br
