22 de agosto de 2026

Interior do Rio de Janeiro é cenário de um suspense policial no novo livro de Ricardo Fonseca

O corpo de uma mulher jovem é encontrado completamente nu, sem vestígios de sangue, pelos e cabelos, próximo ao clube de campo de Nova Esperança. Este poderia ser apenas mais um caso de assassinato na carreira do inspetor Farias, mas a paz que aquela pequena cidade lhe proporcionava há alguns poucos anos se tornaria um verdadeiro caos.

É com este crime brutal que o leitor é apresentado ao misterioso enredo de Os crimes de Nova Esperança, de Ricardo Fonseca. Nesta obra, publicada pelo Lucens Editorial (Citadel Grupo Editorial), o protagonista descobre que, até mesmo em uma cidadezinha, desagradar os poderosos pode custar uma vida.

Com o passar das investigações, Farias descobre que aquela não era a primeira moça encontrada na mata sem vida. Os corpos eram de mulheres com pouco mais de 20 anos, estavam totalmente depiladas e tinham uma pequena cicatriz na virilha, indicando que o sangue havia sido drenado.

Seu sangue seria derramado num rio,
porque o sangue era a sua alma, que, assim,
fluiria livre na natureza, até que renascesse.
Assim ditava a tradição de seu povo.

(Os crimes de Nova Esperança, pg. 35)

Com uma investigação angustiante, uma tradição ancestral e segredos obscuros no passado da família do personagem, Ricardo Fonseca transforma o próprio leitor em um detetive. Quem eram aquelas jovens, afinal? Qual o motivo das mortes? E quem, em Nova Esperança, seria capaz de tal atrocidade?

Ao mesclar capítulos entre as investigações de Farias e a história de fundação da cidade, por suíços e quilombolas, o autor mostra que passado e presente podem estar mais conectados do que se imagina. Lá, a esperança fica apenas no nome, e a felicidade que o agente de polícia depositara em sua cidade natal se transformou em apenas uma coisa: morte.

FICHA TÉCNICA

Título: Os crimes de Nova Esperança
Autor: Ricardo Fonseca
Editora: Citadel
ISBN: 978-6550472092
Dimensões: 15.5 x 1.5 x 23 cm
Páginas: 304
Preço: R$ 59,90
Onde comprar: Amazon

Sobre o autor

Ricardo Fonseca nasceu na década de 1960, na cidade de Niterói, onde vive até hoje. Na década de 1970 morou em Friburgo, onde estudou no Colégio Anchieta. Cursou Ciências Sociais e Direito na Universidade Federal Fluminense. Ricardo é advogado especializado em propriedade intelectual, autor de diversos artigos técnicos e do livro de poesias Sangue da Terra.

CRÉDITOS

Capa da publicação | Flyer com a capa do livro “Os crimes de Nova Esperança” – Divulgação | Citadel Grupo Editorial

Texto da assessoria de imprensa (Julya de Oliveira)

Filme nacional que arrecadou mais de R$ 19 milhões, “Lisbela e o Prisioneiro” foi lançado

No dia 22 de agosto de 2003, ia aos cinemas “Lisbela e o Prisioneiro”. Aposto que não sabiam, mas estavam.

LEIA MAIS

Kelline Lima: linhas sinuosas e orgânicas como arquétipos do feminino

O  coração alegre aformoseia o rosto, mas, pela dor do coração, o espírito se abate. Provérbios, 15:13 1. Kelline Lima.

LEIA MAIS

Vá e Veja ou Mate Hitler

Falas do filme: Homem #1: “Você é um otimista desesperado.” Homem #2: “Ele deveria ser curado disso.” Eu particularmente considero.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: As artes quilombolas (com Nino Xambá)

Este episódio tem como finalidade desbravar as artes quilombolas. São mais de 35 minutos de conversa entre o jornalista Matheus.

LEIA MAIS

Bersote é filosoficamente complexo e musicalmente indefinido em “Na Curva a Me Esperar”

A existência é pauta carimbada na música brasileira, como apontamos nesta reportagem de Jean Fronho (“Tom Zé já dizia: todo.

LEIA MAIS

A obra de João Turin que sobreviveu a 2ª Guerra Mundial

No Memorial Paranista, sediado em Curitiba (PR) com intuito de preservar e expor a obra do paranaense João Turin, há.

LEIA MAIS

Da MPB a Nova MPB; Conheça Bruna Pauxis

Reprodução do instagram da artista. Presente nas plataformas digitais desde 2021, a jovem Bruna Pauxis tem nos fatores regionais influências.

LEIA MAIS

Andinho de Bulhões: ausência de lume na justaposição e na aglutinação

O sol novifluentetransfigura a vivência:outra figura nascee subsiste, plena Orides Fontela 1. Andinho de Bulhões nasceu em um povoado pertencente.

LEIA MAIS

Goreth Caldas: um sistema de metáforas (das tantas esperas)

Entre os escaravelhos e o arbustodo peito frágil existemsegredos buscando alívioatravés de sussurros. Henriqueta Lisboa 1. Goreth Caldas (Caicó, 1958), embora.

LEIA MAIS

Historiadora lança minicurso gratuito sobre a história da arte, com vídeos curtos e descomplicados

(Divulgação) Aline Pascholati é artista visual e historiadora da arte diplomada pela Sorbonne (Paris, França) e trabalha há mais de.

LEIA MAIS