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Vá para os “Refúgios” de Landau!

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Crédito: Cláudio Salvador / Divulgação.

De Zé Ramalho a AC/DC e de Pink Floyd a Alceu Valença, está o mineiro Landau, músico que nos dois volumes de “Refúgio” mantém essa safra criativa.

Os dois álbuns são produtos da pandemia e das famosas lives que ganharam impulsionamento na atual fase pandêmica, e o título já dá a passagem para entendermos seu conceito. Mas, as próprias palavras de Landau também são bons trilhos para tal entendimento. “É uma analogia ao que estamos vivendo e convida a momentos de reflexão”.

“Assim como em quase toda a minha discografia, os Volumes ‘Refúgio 1’ e ‘Refúgio Saída 02’ possuem dois lados marcantes de composição, um lado folk romântico, onde descrevo passagens e experiências pelas história dos lugares e das pessoas em que convido e por onde passo e um outro lado roqueiro irreverente com pitadas de bom humor.”, explicou o cantor.

Como os dois álbuns foram gravadas nos formato ao vivo, Landau, dessa vez, não tocou todos os instrumentos na gravação, como de praxe. Em “Refúgio Saída 02” ele recebeu o fortíssimo apoio de Jussa Ferreira (bateria e voz), Lerisson Wood (bateria) e de Telo Luciano, que assina a produção musical com Landau.

Talvez depois dessa pequena apresentação, você se empolgue em conhecer essas novas obras de Landau. Caso eu esteja certo, confira a segui o segundo álbum de “Refúgio”!

FAIXA-A-FAIXA (Escrita pelo artista sob encomenda para a Arte Brasileira)

– “Natureza” foi composta em Arraial D’ajuda paradisíaca praia no sul da Bahia, e a letra inspirada no poema de Dimas Lima “Quando eu flor e tu flores, nós floresceremos” e, ao mesmo tempo, fala das belezas naturais do planeta e também da tristeza com o tamanho descaso do homem com o meio ambiente.

– “Amor Demais” teve sua composição realizada no fim do ano passado, e fala da saudade da família e também como uma homenagem aos professores da minha vida, no caso meus pais.

– “Nada Mais Além de Nós Dois” é uma composição de 2010 mas que nunca havia gravado, acho que a hora era mesmo esta. E compara o amor à estação de primavera, é uma canção de amor de quem vive junto e não de quem está arrependido, pedindo pra voltar [RSRS]. Esse tipo de sentido não me agrada muito [RSRS].

– “Nostalgia” É a canção mais introspectiva dos álbuns, apenas piano e voz deram o ar introvertido que a música pedia. A letra remete a uma imersão no âmbito de não se preocupar com a novidade e sim curtir o momento nostálgico com o passado, como ouvir uma longa canção em um disco de vinil e aprofundar umA leitura de um livro com páginas enormes.

– Acredito que “Tô indo Te Buscar” é a canção mais forte dos álbuns, assim como “Nada Mais Além de Nós Dois”, vejo o romance pra cima, curtindo muito estar juntos e não com o teor arrependido da distância, mas sim de uma saudade de querer trazer pra perto pra ter as mesmas sensações.

TRÊS CURIOSIDADES…

– O “Landau” artista, é uma figura extremamente apaixonada pelo trabalho, aficionada por vídeo clips, hiperativa criativamente e sempre antenada em realizar misturas musicais bastante peculiares que vão desde ACDC à Zé Ramalho, como também de Pink Floyd à Alceu Valença. O “Landau” ser humano, é extremamente paciente e generoso, não se atenta tanto ao perfeccionismo, e que em muitas vezes deixa sua obra falar por si.     

– Acredito que a curiosidade maior se deve ao fato destes volumes terem sido retirados das lives em que fiz juntamente com a minha banda, mas não em São Paulo onde me resido, mas sim no meu estúdio na minha cidade natal, Alfenas, sul de Minas Gerais. Com certeza este ambiente contribuiu demais, tanto na performance mais intimista como na escolha do repertório e de todo o conceito dos álbuns.

– Já de praxe na arquitetura artística de Landau, batidas simples vindas do folk e da MPB se mantém fortes nos dois refúgios, no entanto, o músico trouxe para os arranjos três instrumentos diferentes para o seu contexto: violão de 12 cordas, uma guitarra de dois braços e o mais inusitado (talvez), a viola caipira.

SOBRE LANDAU

É cantor, compositor e produtor musical e vive no mundo da música há mais de 20 anos. Influências que vão desde ACDC à Zé Ramalho, de Alceu Valença a Pink Floyd, podem ser notadas em seu repertório. O artista transita entre o Folk e o Hard Rock, é autor do tema “Lata Velha”, trilha sonora de um dos quadros de grande sucesso do programa Caldeirão do Hulk, já dividiu o microfone com grandes nomes da música brasileira como Zeca Baleiro, Zé Geraldo e Roberta Campos.

Junto com a atriz Gabi Roncatti, sua parceria da vida real, saem em turnê pelo Brasil para apresentação do “Rock + Humor”, novo espetáculo que entrelaça o humor do stand-up e a irreverência do rock´n roll.

Fundador e editor da Arte Brasileira. Jornalista por formação e amor. Apaixonado pelo Brasil e por seus grandes artistas.

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