27 de fevereiro de 2024
Além da BR Listas de lançamentos

Playlist “Além da BR” #102 – Sons do mundo que chegam até nós

além da br

Somos uma revista de arte nacional, sim! No entanto, em respeito à inúmeras e valiosas sugestões que recebemos de artistas de diversas partes do mundo, criamos uma playlist chamada “Além da BR”.

Como uma forma de estende-la, nasceu essa publicação no site, que agora chega a sua 102ª edição. Neste espaço, iremos abordar alguns dos lançamentos mais interessantes da playlist.

Velvet Lies – “Sweet Surrender” – (Reino Unido) – [MINI ENTREVISTA]

– Resumindo, que música é essa?Sweet Surrender” explora temas de amor, saudade e introspecção. Os versos se desdobram como páginas de um diário, convidando o ouvinte a mergulhar nas narrativas íntimas tecidas ao longo da música. Enquanto o refrão é um crescendo de emoções que se torna um hino de rendição, ressoando com um sentimento universal que transcende o tempo.
A qualidade da produção de “Sweet Surrender” é uma prova da atenção meticulosa aos detalhes que foram necessários para a elaboração desta joia musical. A engenharia de som atinge um equilíbrio delicado, permitindo que cada instrumento brilhe enquanto mantém uma unidade coesa.

– Qual foi sua fonte de inspiração para escrever essa música?Sweet Surrender” canaliza sem esforço o fascínio atemporal do Fleetwood Mac, tecendo uma tapeçaria musical que ressoa com os ecos nostálgicos de uma época passada. “Sweet Surrender” consegue
criar seu próprio nicho distinto dentro desse reino familiar.

– É possível definir a musicalidade e a sonoridade? A alquimia melódica em jogo nesta faixa é inconfundível, com cada nota e letra meticulosamente elaborada para evocar a riqueza emotiva daquela era de ouro. Os vocais, sensuais e evocativos, dançam graciosamente sobre uma cama de instrumentação exuberante, ecoando uma encanto itéreo. Cada letra é infundida com emoção genuína que adiciona profundidade à narrativa, criando uma experiência auditiva cativante que remete à habilidade de contar histórias dos sucessos mais icônicos do passado.
Instrumentalmente, “Sweet Surrender” presta homenagem aos intrincados arranjos que caracterizaram os clássicos da década de 1970. A interação de violões, tanto acústicos quanto de 12 cordas, cria uma sinergia que se funde perfeitamente com uma linha de base pulsante e percussão dinâmica. O groove resultante reflete a destreza desta época.
– Existe alguma história ou curiosidade sobre esse lançamento? Após o triste falecimento de Christine McVie, fomos inspirados a prestar homenagem às suas gravações.
“Sweet Surrender” homenageia o ‘som McVie‘, mas evita as armadilhas da mera imitação, pois sentimos que tem originalidade suficiente para se sustentar por seus próprios méritos. A música serve como uma ponte entre o passado e o presente, convidando os ouvintes a se deleitarem com a nostalgia enquanto abraçam a nova perspectiva que “Sweet Surrender” traz para a mesa.
Concluindo, “Sweet Surrender” é uma fusão perfeita de elementos familiares com um toque contemporâneo que a torna uma faixa de destaque que não apenas homenageia o passado, mas também contribui para a evolução contínua do gênero. Com seu fascínio melódico, letras comoventes e instrumentação magistral,

Respostas Velvet Lies

Andrì – “Deep Blue” – (Itália)

Este novo single do músico italiano AndrÌ é uma homenagem sonora ao que ele considera de mais belo de todas as magias da natureza: o grandioso Oceano. A música é instrumental e segue uma linha que une rock progressivo e jazz. É muito provável o sentimento de embarcar nestas águas com esta bem trabalhada música de Andrí, porque ele a compôs e gravou pensando em traduzir este sentimento ao coração do ouvinte.

Samba no coco – “meu bem querer – remix” – (Bélgica) – [MINI ENTREVISTA]

– O que é esta música, de uma maneira geral? Para mim essa é uma música Bossa-Samba, dá calor e ternura, gravada na era corona! e eu sinto que precisava daquela atmosfera então.

– Que circunstância levou você a gravar essa música? Meu amor pela música é muito grande, depois de ter visitado diversas vezes o Brasil, já queria fazer algo assim há muito tempo, mas não tive coragem!

– O que você fez nesta música que considera de novidade? Toda a atmosfera brasileira não é simples para um belga-europeu, e completamente nova para mim, sempre estive ocupado com rock-dance-latino-africano-e reggae & dub, e isso é algo completamente diferente.

– Existe alguma história ou curiosidade sobre esse lançamento? Sim, não esperava o grande interesse do Brasil, EUA, então comecei de novo, com o mesmo serrador (São Paulo) e novos trabalhos estão a caminho! Samba De Coco por Samba No Coco.

Respostas Samba no coco

Jack Duffy – “Senor Mouse (capa de Chick Corea )” – (Estados Unidos) – [MINI ENTREVISTA]

Resumindo, o que é essa música? A música Senor Mouse é um clássico do jazz fusion de inspiração espanhola escrito pelo pianista Chick Corea no final dos anos 1970. É fortemente influenciado pela música flamenca espanhola e se tornou popular pela banda de jazz fusion Return to Forever.

Qual foi sua fonte de inspiração para escrever essa música? Minha inspiração para reinterpretar esta música em 2023 vem do meu amor pela música de violão espanhol e do meu desejo de pegar músicas clássicas do passado e dar um novo som – na verdade, trazê-las para uma nova geração de ouvintes. Meu arranjo de Senor Mouse foi feito com cinco guitarras, cada uma gravada separadamente e com overdub.

Respostas Jack Duffy

Alex Anderson“The City of Sin” – (Suécia) – [MINI ENTREVISTA]

– Qual é o tema da música, o que você diz nela? O cantor e compositor country sueco Alex Anderson investiga profundamente o lado negro dos excessos humanos em seu novo single “The City of Sin”, com lançamento previsto para 24 de novembro. Com um som assustador e uma influência rock palpável que lembra o estilo de artistas como Brantley Gilbert e Jason Aldean, a música leva você a uma jornada pelas sombras do prazer e do desespero.
– Musicalmente, o que você fez? A música foi concebida durante os dias isolados da pandemia de COVID-19, quando a assustadora introdução do violão abriu caminho para canalizar uma das letras mais sombrias de Alex até hoje, explorando a solidão que leva as pessoas a perseguir a felicidade em todos os lugares errados. Inspirada nas experiências pessoais do artista, a música é o início de uma mudança estilística nas letras de Alex, à medida que ele se abre para tocar em temas mais sombrios e íntimos.
“The City of Sin” foi co-escrita e co-produzida por Alex Anderson e Petter Lithwall, que também mixou e masterizou a faixa. Seu poderoso solo de guitarra e fortes influências do rock fazem da música um exemplo perfeito do estilo musical de Alex Anderson, misturando o melhor do country e do rock com sua voz sincera de composição.
– O que essa música diz sobre sua carreira? Alex Anderson lançou vários singles após seu álbum de estreia de 2016, “On My Own”. Em 2023, juntou-se à Rexius Records, pronto para iniciar um novo capítulo na sua vida artística.
The City of Sin” é a primeira de uma trilogia de canções sobre o lado sombrio da humanidade. Não perca o lançamento comovente desta joia country em 24 de novembro.
Se você tiver oportunidade, sinta-se à vontade para usar o Google Tradutor no futuro, caso não consiga escrever em inglês. Obrigado pela sua paciência!

Respostas Alex Anderson

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Fundador e editor da Arte Brasileira. Jornalista por formação e amor. Apaixonado pelo Brasil e por seus grandes artistas.