26 de fevereiro de 2024
Listas de lançamentos

Playlist “Além da BR” #20 – Sons do mundo que chegam até nós

além da br

Somos uma revista de arte nacional, sim! No entanto, em respeito à inúmeras e valiosas sugestões que recebemos de artistas de diversas partes do mundo, criamos uma playlist chamada “Além da BR”.

Como uma forma de estende-la, nasceu essa publicação no site, que agora chega a sua 20ª edição. Neste espaço, iremos abordar alguns dos lançamentos mais interessantes da playlist.

ron van der zwaag – “Penultimatown” – (Austrália) – [MINI ENTREVISTA]

– O que dizem as letras? Existe alguma mensagem central? Trata-se de se fixar no passado às custas de poder funcionar no presente. Eu estava buscando uma letra que fosse ao mesmo tempo frívola e super melodramática. O tipo de coisa que Morrissey costumava escrever para The Smiths.

– O que você pode dizer sobre o som e os arranjos do single? Alguma história relevante sobre o lançamento? Eu toco as partes de guitarra e um uke de oito cordas. O produtor, Kris Schubert acrescentou algumas notas de banjo. Os backing vocals foram fornecidos por Kris e pela vocalista de Bathurst, Christine Porter. É a minha primeira vez em um estúdio de gravação adequado. Meus esforços anteriores foram gravados em casa e postados no SoundCloud. Eu sempre fui um pouco relutante em compartilhar essa música, pois temia que as pessoas tomassem a letra pelo valor nominal e não conseguissem entender o humor que eu estava buscando.

– Agora, deixo este último espaço para você se apresentar. Sobre mim…Composição e performance musical é algo que eu voltei nos últimos quinze anos desde que se tornou possível produzir música em casa. Antes disso, eu tinha tirado 25 anos de férias da música quando outros eventos da vida intervieram. Tenho cerca de quarenta músicas que acredito terem substância e meu objetivo é gravá-las profissionalmente. Vários deles estão aqui no SoundCloud 

Respostas Ron van der Zwaag

Kav Temperley – “Emergency in D minor” – (Austrália) – [MINI ENTREVISTA]

Primeiramente, se apresente aos nossos leitores. O que “Emergency in D minor” nos diz? O que você pode dizer sobre a sonoridade do single? 

“Emergency in D minor” foi a última música escrita para o álbum e pretendia ser um prólogo ou introdução. que conta a história de um mundo emergindo pela primeira vez da pandemia global. Eu sempre quis escrever uma música de abertura épica como “shine on you crazy diamond” do pink floyd, completa com um solo de sax esfumaçado e irônico. Então, quando me sentei para gravar a música, pedi a ajuda de uma amiga minha chamada Erin Royer, que é uma fantástica saxofonista. Enviei-lhe uma lista de reprodução antes de começarmos a gravar para que ela pudesse entender de onde eu estava vindo. Isso incluído, Pinball por Brian Protheroe, Caminhe no lado selvagem por Lou Reed, Brilhe em seu louco Diamond By Pink Floyd, Amor de playground pelo ar.

Respostas Kav Temperley

Preach It 2 Em’ Chris! – “Olay!” – (Estados Unidos) – [MINI ENTREVISTA]

– O que inspirou a composição? I, Preach It 2 ​​em ‘ Chris! Tem trabalhado como produtor musical da indústria para o ano passado. Eu originalmente comecei como artista, mas encontrei sucesso recente no lado da produção. Com toda a produção que fiz, cheguei a mais de 10 milhões de streams. No lado da produção, não estou envolvido com os vocais. “Olay” sou eu saindo dessa concha e explorando meu lado vocal.

– O que as letras nos dizem? “Olay” ou “Olé” é uma frase comumente usada para show, agarrando o público como um gancho. Eu usei essa frase na maior parte da música, pois é cativante e tem um toque. Eu queria usar esse bordão na minha música, pois chama a atenção do leitor.
– Qual é a sua mensagem? Quais são seus comentários sobre o som e os arranjos? 
A mensagem geral que tenho com essa música é que em qualquer beco ou nicho em que você trabalha, você não precisa ficar confinado em sua arte. Como eu disse antes, trabalhei como produtor por um ano inteiro, fazendo e arranjando composições para outros. A mensagem é que você pode fazer o que quiser com sua forma de arte, seja cantando, produzindo ou compondo. Quero que os outros também se arrisquem com sua arte.

Respostas Preach

Syd Carter West – “Motorbike Man” – (Canadá) – [MINI ENTREVISTA]

– Primeiro, apresente-se, Syd! R: Muito obrigado por me dar a oportunidade de responder às suas perguntas e me apresentar em sua plataforma! Sou Syd Carter West, nascido e criado em Vancouver, Canadá. Aos 2 anos, comecei a cantarolar no rádio e, desde então, cantar tem sido meu lugar seguro para me expressar e aprender mais sobre quem sou. Estudei ópera e teoria musical durante a adolescência, o que me ajudou a progredir na minha jornada musical para a composição. Meu objetivo número um é perseguir minha paixão e trazer de volta a autenticidade do rock and roll da velha escola. 

– O que a letra de ” Motorbike Man ” nos diz? As letras são baseadas na essência de Motorbike Man – uma pessoa selvagem, despreocupada e aventureira que eu acho atraente, mas também me vejo sendo. Há algo tão magnético e bonito em uma pessoa que vive puramente para a jornada e não para as impressões que deixa para trás. Eu queria escrever essa música simples, mas eficaz, que mostrasse o nervosismo e a autenticidade de um homem eletrizante vivendo sua verdade sem remorso. 

– Qual é a sua mensagem? Mesmo que esta seja uma música divertida, corajosa e foda, espero que as pessoas se inspirem em abraçar quem elas são e realmente se sintam mais confortáveis ​​sendo. Eu costumava ter vergonha de querer usar couro e correntes em vez de roupas mais “femininas” – eu estava focada em como eu seria percebida e não em como me sentia nas roupas que gosto de usar. Depois de ganhar mais confiança e espinha dorsal, eu me importo menos com o que as pessoas pensam do meu exterior e espero que todos possam obter esse tipo de certeza. 

– Quais são seus pensamentos sobre o som e arranjo do single? A: Estou tão orgulhoso da vibe que essa música dá. Eu tenho trabalhado duro para criar um som que traz de volta momentos do rock n roll dos anos 70, mas com um toque moderno que ainda pode ser relacionado a essa nova era. A quantidade de amor e reconhecimento que essa música está ganhando me faz sorrir. Eu sou grato por este! 

Respostas Syd

Andre Cruz & Chris Lujan – “Can I Call You Rose?” – (Estados Unidos)

“Can I Call You Rose” é uma canção de sucesso lançada originalmente pela banda Thee Sacred Souls, sendo que, atualmente, acumula mais de 10 milhões de reproduções somente no Spotify. Este single de 2020 agora recebe a releitura saborosa de Andre Cruz & Chris Lujan, acompanhados de um time excelente de músicos. Vamos conhecer esta nova cara de “Can I Call You Rose”?

The Idler“Hold On Tight” – (Islândia)

O islandês The Idler é um artista com onze músicas lançadas, algo que vem acontecendo desde 2019, seguindo sua ideia de não se “prender a um gênero ou som específico”. O mais recente lançamento do cara é o single “Segure Apertado” (tradução do título). Na letra, o cantor e compositor homenageia uma amiga, que disse a ele que “havia perdido a vontade de viver”. Comovido, escreveu esta letra que é sobre “como a vida é preciosa e a importância de permanecer forte quando as coisas ficam difíceis”, como ele mesmo diz.

Sensibilidade é a marca registrada desta canção. Confira!

Kwun – “Sobrenatural” – (Reino Unido) – [MINI ENTREVISTA]

– Primeiro, apresente-se! Meu nome é Kwun. Eu sou um cantor e compositor, artista de gravação e produtor do Reino Unido. Acabei de lançar meu single de estreia, chama-se ‘ Supernatural ‘. Eu divido meu tempo entre o Reino Unido e o México. Atualmente estou dando os toques finais no meu álbum ‘Ancient Ageless & True’, que será lançado no ano que vem.
– O que ” Sobrenatural ” nos diz? Ela nos diz muitas verdades universais. Ele nos diz para reavaliar algumas das coisas que anteriormente pensávamos serem verdadeiras, para que possamos nos expandir para a melhor versão de nós mesmos.
Qual é a sua mensagem? Continue sempre crescendo. Busque a verdade e tenha discernimento. Seja o melhor possível você.
Comente sobre o som e os arranjos do single. É um retro-som atualizado! Eu queria criar algo que fosse sublime, com grande produção, que fosse exuberante e construído gradualmente à medida que a música avançasse. Um som que envolve o ouvinte e, em última análise, é edificante.
Há piano, vários violões, baixo, guitarra elétrica, bateria escovada, backing vocals ricos em várias camadas, um arranjo de cordas orquestral completo e vocais principais na faixa. Há muito impulso na música – ela continua avançando, apoiada pela bateria discreta, mas forte, e pelas cordas que tecem belas melodias à medida que a música avança.

Respostas Lucy Jordan



 Johnnie Lee – “Could’ve Done More” – (Estados Unidos) – [MINI ENTREVISTA]

– O que, de uma maneira geral, diz o single? Qual sua mensagem? Essa música é sobre eu chegar a um acordo com as coisas que eu poderia ter feito melhor em um relacionamento. Tentando assumir algum nível de responsabilidade. A música é bem literal, sem analogias malucas ou algo assim. Achei que quanto mais literal a música, mais relacionável ela poderia ser para as pessoas que tiveram essa mesma experiência geral. 

– Como surgiu esta ideia? Qual era o contexto disso? Eu tive essa ideia de música depois de uma discussão com meu parceiro. Acho que algumas pessoas em relacionamentos, inclusive eu, tendem a se tornar defensivas e/ou negar verdades que não gostam em si mesmas. Ao escrever essa música, eu estava, de certa forma, reconhecendo alguns dos problemas e problemas que causei em nosso relacionamento e admitindo que poderia ter feito mais. 

– Uma curiosidade: como você conheceu a bossa nova e como foi adicionar um pouco dela neste single? Por acaso encontrei o disco “Amoroso” do João Gilberto há cerca de 4 anos. Sinceramente nunca tinha ouvido nada parecido. Como alguém com uma voz tão simples e básica pode estar criando uma música tão linda?! João foi minha introdução à bossa nova, e o resto é história. Desde então, me tornei fã de Antonio Carlos Jobim, Gilsons, Gilberto Gil, Gal Costa, Silva, João Donato e TANTOS OUTROS. Ouço bossa nova e outros tipos de música brasileira todos os dias. A mistura de ritmos africanos e latinos é fácil para mim. A bossa nova se sente em casa. 

Respostas Johnny Lee 

 

Masia One – “Wait In Vain” – (Cingapura) – [MINI ENTREVISTA]

– O que você espera encontrar nas letras? Qual é a mensagem? No começo parece uma música típica para um amante, mas na verdade é uma música que você pode cantar para si mesmo para perguntar se você é “bom o suficiente” para o seu próprio amor. Muitas vezes procuramos amor, mas esquecemos de cuidar A música apresenta Denny Frust, cujos vocais são cheios de alma. É exatamente o que a música é: vibrações de alma com um toque de amor próprio. Espero que a instrumentação e a melodia desta música tragam uma vibração calma e fria para quem estiver ouvindo. Depois anos muito estranhos e difíceis saindo da pandemia, senti que essa era a sensação curativa que a música das ilhas pode trazer.

– Você considera essa música, até certo ponto, representativa da cena local de onde você é? Essa música foi recusada pela maioria da mídia em Cingapura como sendo “muito Reggae”, então eu não acho que seja um reflexo da indústria da música de onde eu sou que favorece sons da moda como EDM, Trap e K-Pop. Dito isso, nos cafés, pequenas empresas e pessoas de base de Cingapura, Indonésia, Malásia e Tailândia têm tocado essa música na loja e compartilhado como ela ilumina o dia deles ou os faz querer fugir para as ilhas. Às vezes é difícil diminuir a frequência nas grandes cidades, mas quando o fizerem, eles entenderão a vibração.

– O que você tenta apresentar com o videoclipe? O videoclipe é filmado em uma ilha na Malásia chamada Langkawi, que apresenta alguns dos meus lugares favoritos na ilha, bem como os pequenos negócios de meus amigos, incluindo Natty Hostel, I -Mangroove Breakfast Club, SB.LGK Skate Bowl e Kansha Vida Kampong. É um vídeo simples porque a ilha é naturalmente bonita e pode ser apresentada de forma honesta. Como continuação deste lançamento, estarei lançando um NFT para esta música que permite aos detentores obter minhas conexões e descontos especiais se viajarem para Langkawi – desta forma, eles podem experimentar tudo o que veem no vídeo pessoalmente!

Respostas Lucius Yeo/Masia One

Jeremy Mage – “My Kind of Dead” – (Estados Unidos) – [MINI ENTREVISTA]

 – Primeiramente, peço que você se apresente! Sou multi-instrumentista, cantor, compositor, compositor e pai de dois filhos. Eu cresci em Nova York e moro em Biel/Bienne, Suíça. Eu me diverti muito tocando música no Brasil, como diretor musical do Easy Star All Stars (tours para dub side of the moon e Radiodread) e como diretor musical do Queen of Afrobeat Wunmi. Mas esse tempo de ser um sideman é uma vida diferente: nos últimos anos eu tenho focado em minhas próprias músicas.

 – O que o single nos diz? Precisamos de canções seculares sobre a morte. Mesmo que eu não acredite em “Deus” com G maiúsculo, fico impressionado com as infinitas continuidades que nos cercam. Apenas uma pequena fração da matéria no universo está viva e consciente. Que presente! Minha consciência, e a sua também, é uma janela para o universo: quando eu morrer, o que acontece com essa janela? Ele fecha? Ou aberto? Esta música mergulha nessas questões, coração em primeiro lugar.

–  Quais são seus pensamentos sobre o som e os arranjos da música? Eu tenho uma mistura de influências folk, mas também influências psicodélicas e punk, e tudo isso está misturado nessa música. O instrumento principal é a velha guitarra Gibson Country and Western de 1968 que meu pai me deu quando eu era adolescente…a história dessa guitarra está nesta outra música: com/track/ my -fathers-guitar-2 https://jeremymage.bandcamp. A guitarra está afinada em um estranho tipo de sol aberto, com a corda baixa afinada TODA até o sol baixo. A percussão na faixa é um Surdo brasileiro, tocado pelo produtor vencedor do Grammy Dean Jones. Eu amo percussão brasileira; por vários anos eu toquei em Nova York com um grupo baiano chamado Ogans, então eu realmente me viciei nesse som.

– Existem histórias ou curiosidades interessantes sobre o lançamento? Por sorte ou acaso, frequentemente enfrentei a morte em várias facetas nestes últimos anos. Eu escrevi canções para confortar entes queridos moribundos, que cantamos juntos em suas horas finais. Procurei uma linguagem espiritual que ressoasse com um amigo que era um ateu declarado à beira da morte. E tarde da noite, escrevi para enfrentar minha própria mortalidade e acordar para a vida em toda a sua beleza e absurdo. Sem querer, descobri que tinha escrito um álbum. Lançamento no Dia dos Mortos, 2 de novembro de 2022

Respostas Jeremy Mage

Those Damned Jackdaw Saints – “Tattoo” – (Estados Unidos) – [MINI ENTREVISTA]

– Primeiramente, apresente-se! Olá – meu nome é Chad Stephens. Eu sou apenas um cara ainda perseguindo um sonho. O caminho da condenação à redenção é longo. Aqueles Damned Jackdaw Saints é um projeto musical que comecei há cerca de 2 anos para gravar e compartilhar as músicas que escrevo. Sendo um projeto solo, tive que assumir todos os seguintes papéis: compositor, vocalista, guitarra, baixo, programação de bateria, produtor, mixagem e masterização. Ainda estou aprendendo enquanto vou. Espero estar melhorando a cada música. Espero que as pessoas gostem de ouvir as músicas tanto quanto eu gostei de trazê-las à vida.

– O que “Tattoo” nos diz? Eu escrevi essa música como uma canção de amor para as pessoas que ficam sob nossa pele. Eles acabam significando tanto para nós que os carregamos conosco nos bons e maus momentos. Assim como uma tatuagem. Imagino que muitas pessoas fazem tatuagens que representam coisas que são importantes para elas – nomes de família, aniversários, hobbies, fotos com as quais se identificam. Eles são lembretes ou fotos para compartilhar com o mundo ou talvez até coisas privadas conhecidas apenas por pessoas próximas a eles.

– Qual é a sua mensagem? Obrigado por dedicar seu tempo para me entrevistar e compartilhar minha música. Como artista, parece que capturo essas músicas e nunca sei de onde elas vêm. A ideia de poder escrever uma música, gravá-la e depois ouvi-la em todo o mundo é algo muito mágico. Toda vez que vejo que alguém ouviu uma música que escrevi, me sinto muito especial. Espero que minhas músicas encontrem os corações e ouvidos das pessoas certas e acabem significando tanto para os outros quanto significam para mim.

– Existem fatos ou histórias interessantes sobre o lançamento? Primeiro, essa música se formou muito rapidamente em cerca de duas semanas. Eu tento me manter dentro dos prazos para não mudar as coisas indefinidamente. Isso significa que eu costumo lançar uma música todo mês. Além disso, ironicamente, não tenho tatuagens porque tenho medo de agulhas. Mas isso não me impede de admirar toda a arte maravilhosa da tatuagem que vejo. Espero que um dia eu supere meu medo e faça as tatuagens que ficarão comigo nos bons e maus momentos.

Respostas Chad Stephens

Phundo Art – “WHAT YOU GONNA DO” – (África do Sul) – [MINI ENTREVISTA]

– Primeiramente, peço que se apresentem! Meu nome é Phundo Art e sou um artista originário da África do Sul, mas morando no Reino Unido. Eu sou um rapper, compositor e produtor de vídeo. Sou SHIKA, uma cantora do Reino Unido. Fiquei tão animado quando Phundo me pediu para estar em sua nova faixa.

– O que o single nos diz? E o que está no diálogo inicial? A música é divertida e conta a história de dois amantes – eu e a cantora SHIKA e como nos conhecemos em Londres. Minhas letras levam você aos meus pensamentos sobre encontrar meu tipo de garota. O diálogo inicial foi gravado durante a composição da música, você pode nos ouvir rindo. Achamos que seria uma boa ideia apresentar nossa história com uma vibe leve e divertida.

– Quais são seus pensamentos sobre o som e os arranjos da música? Eu sinto que é muito animado e enérgico. Eu queria que meus versos espirituosos deslizassem na batida e que os vocais no refrão suavizassem tudo.

Respostas Phundo Art – SHIKA

Noah Derksen – “Fuck You and Fuck Your Friends Too” – (Canadá) – [MINI ENTREVISTA]

Primeiramente, apresente-se! Sou Noé! Um compositor americano de Winnipeg, Canadá. Fica muito, muito frio na minha cidade, e não há muito o que fazer além de tocar música e fazer arte. Eu lancei alguns álbuns, e estou lançando algumas músicas novas neste outono.

– O que a letra nos diz? Qual sua mensagem? Fui dispensado duas vezes durante a pandemia e pela mesma pessoa, nada menos. Enquanto sentia pena de mim mesma, pensei na coisa mais comovente que pude pensar: ” se você e seus amigos também “. Parece bastante agressivo quando você escreve, mas me fez rir. 

 – Quais são seus comentários sobre a sonoridade e arranjos? Como o título é tão agressivo, eu queria tornar a música um pouco mais divertida e divertida. No estúdio nós a transformamos em uma música country antiga e divertida, gravada ao vivo na sala do meu amigo Cody. Queríamos mantê-lo simples e esparso, imaginando uma velha banda de faroeste tocando em um saloon, e assim mantivemos todos os instrumentos em apenas uma faixa. Uma guitarra acústica, uma guitarra elétrica, uma faixa vocal sem harmonias e assim por diante. Nosso tocador de wurlitzer (teclado) Robbie também tinha um conjunto de vibrafones, ou “vibes”, como são conhecidos, que dão os tons de sino em toda a música. É praticamente um grande glockenspiel com um ventilador giratório que dá um tremulo natural. Algumas tomadas depois, e viola! Você tem uma música de separação do século.

Respostas Noah

Erik Engelhardt – “Happy Again” – (Alemanha) – [MINI ENTREVISTA]

– Qual é o contexto dessa música? A faixa não precisa de nenhuma letra, pois as diferentes melodias carregam a peça. Tem a bateria, as cordas, o piano, a guitarra eletrônica que te levam embora…

 – Qual é a mensagem por trás do instrumental? Quero transmitir um clima bom e positivo com esta faixa, deve colocar um sorriso em seu rosto. Uma faixa que você segue, que se move, que você gostaria de curtir com mais frequência e que é divertida, os cinco minutos passam, parece muito rápido, é divertido ouvir essa faixa.

 – Você acha que ” Happy Again ” é experimental? Sim, tentei combinar os diferentes estilos de música, orquestra e rock, de forma a criar uma obra que você gostaria de apreciar e desfrutar com mais frequência. Esta peça é certamente experimental.

 – Comente também o arranjo como um todo. A força motriz é a bateria com uma boa mudança de um riff de guitarra elétrica e as cordas.

 Respostas Erik Engelhardt

Born on a Sunday – “Way with Words” – (Reino Unido) – [MINI ENTREVISTA]

– O que essa música diz? A música é sobre o momento em que você olha nos olhos de sua amante e fica sem palavras assim que ela pergunta o que você está pensando.
– Qual é a sua mensagem, se houver? A mensagem é que quando há um vínculo forte o suficiente entre duas pessoas, o que é importante será entendido por ambos sem palavras.
– Existem histórias ou curiosidades interessantes sobre o lançamento?
Ela foi meu primeiro amor, e estamos juntos novamente depois de um intervalo de muitos anos. Quando retomamos nosso relacionamento, ela disse que eu sempre tive jeito com as palavras, mas foi a conexão entre nós que durou muitos anos que foi a razão pela qual nos encontramos novamente, então escrevi uma música sobre isso.

Respostas Born on a Sunday

DEAR-GOD“The Dungeon” – (Canadá)

Desde de 2019 e especialmente desde o EP “1-844-4DEAR-GOD”, de 2020, o jovem canadense Roberto Ortiz vem mostrando seus potenciais enquanto músico, cantor e compositor. Seu som, que une tendências do punk, hardcore, rock industrial e rap, o fez ser nomeado como um dos 100 artistas da NME em 2021.

Essa ideia e sua saga experimental continuam agora com o single “The Dungeon”, trabalho que antecipa um pouco do que ele irá apresentar em 2023, seu disco de estreia em parceria com a Dine Alone Records. O single foi produzido por ele com Lecx Stacey e tem o colega DoFlame como colaborador. “‘The Dungeon’ foi inspirado nas experiências de DEAR-GOD e DoFlame em Los Angeles pós pandemia. É sobre circunstâncias e reflexão. Ter que sobreviver e observar seu passo em uma distopia capitalista onde as pessoas estão à espreita para comer.”, diz o cara.

Vamos conhecer este som aquém do comum?

Qiensave“El After” – (Estados Unidos) – [MINI ENTREVISTA]

– O que inspirou a composição de “quemayama”? A inspiração veio da composição original que é bastante forte. À medida que tocávamos e começamos a aprendê-lo, sentimos suas propriedades medicinais, para mim parecia um canto ou uma oração pela vida. Os momentos em que pode ser difícil e parece que não tem saída, temos que apenas dançar, esta vida foi feita para bailar, foi feita para gozar.

– O que as letras nos dizem? Que existe amor na vida e esperança mesmo nos momentos mais sombrios, só temos que continuar com o fogo da vida que é Quemayama

Quais são seus comentários sobre o som e os arranjos? Ao criar nossa versão desta música poderosa, queríamos manter a essência de patrício enquanto adicionamos o som de festa. Foi um equilíbrio que foi alcançado com a ajuda de todos os envolvidos, desde Patrício, o escritor original, até Greg Landau, o produtor, e o público por dar aquele selo de aprovação do bolômetro. Nós apenas pegamos o que todos nos deram e refletimos isso em nosso jogo e criação.

– O que a música diz sobre seu novo EP? É o início do El after, ou o início da jornada para el after, então lembre-se de ficar seguro e dançar livremente.

Respostas de Carlos L. Cortez

Bravely Gray – “Rest in Me” – [MINI ENTREVISTA]

– O que diz a letra da canção? Os versículos são da perspectiva de um pai ou do Pai Celestial para uma criança. Explica como Ele reconhece o quanto podemos estar cansados, ou como precisamos parar de lutar para receber amor. 

– Como ela surgiu? Meus co-escritores tinham apenas que suas esposas acabaram de dar à luz uma filha ou descobriram que estavam esperando uma filha. Nós nos perguntamos como seria uma canção de ninar para uma menina de Deus e tentamos escrever isso. Foi lindo e humilhante ver essa música ganhar vida. Todos choramos ao contemplar a ternura que poderíamos experimentar naquela situação.

– Deixe uma mensagem final sobre a música. Todos nós poderíamos nos beneficiar de nos sentirmos totalmente amados – tanto para receber um descanso real quanto para estender esse tipo de amor aos outros. Foi um prazer participar da composição, gravação e lançamento dessa música. Cada música é um presente – para mim, compor é a maneira que eu oro e a maneira como eu ouço Deus. Deus o abençoe!

Respostas de Bravely Gray

Izanah Jones – “Outta Here” – (Jamaica) – [MINI ENTREVISTA]

– Primeiramente, apresente-se! IZANAH JONES é uma artista do World Reggae e letrista de primeira classe que vive no Caribe. Notavelmente, ela constrói os ritmos de suas próprias canções que compõe, arranja, canta e também produz. Muito influenciada por Bob Marley, sua música consciente é gravada predominantemente na Jamaica, Índias Ocidentais. Izanah lançou seu último álbum “A Reggae Heart” em junho de 2022. Inclui vários favoritos dos fãs. Outta Aqui é um deles. É a faixa 4 do álbum e foi produzida por Karl Peterson, engenheiro pessoal de longa data de Bob Marley. A música já está recebendo muito buzz em todo o mundo. Sem dúvida, é uma música com a qual muitos podem se identificar.

 – O que “Outta Here” nos diz? Qual sua mensagem? Há alguma curiosidade ou história interessante sobre o lançamento?  Outta Here fala de uma observação sobre pessoas; especificamente pessoas que não são o que ou quem dizem que são. Ele fala de pessoas que são como sombras e como diz a citação “Amigos falsos são como sombras. Eles estão presentes quando o sol está fora, mas vai desaparecer na escuridão.” A brisa soprando nas cortinas alude a pessoas que entram em seu círculo/vida, ganham sua confiança, mas quando os tempos difíceis chegam, você se vira e não encontra ninguém. Eles não te apoiam quando importa. Novamente comparado a sombras que estão presentes apenas para os momentos bons e felizes. Também fala de pessoas que estão muradas, aquelas que se esconderam atrás de uma proverbial parede de tijolos e passaram a pintar um quadro diferente nas paredes ‘ exterior. Pessoas confusas que se esconderam enquanto trazem uma persona totalmente diferente para se adequar às normas sociais. Mais adiante vemos uma decisão. Uma decisão de sair e se afastar dessas pessoas. Mudar para algum lugar e ou alguém que será genuíno.

Respostas IZANAH JONES

S.C.A.B. – “Small Talk” – (Estados Unidos) – [MINI ENTREVISTA]

– Primeiro, apresente-se! Olá! Eu sou Sean. Eu canto e toco guitarra na banda SCAB de Nova York.

O que o ” Small Talk ” nos diz? ” Small Talk ” lida com a dor e aprender a apoiar um amigo que está passando por um momento difícil. Meu pai faleceu de câncer há alguns anos e meu colega de banda Alec recentemente perdeu um dos pais também. A música toca em nossa ligação através de uma experiência compartilhada tão difícil, querendo se conectar e estar lá para apoiar um ao outro, mas sem saber como, muitas vezes recorrendo a tópicos familiares e insignificantes por medo de ficar “muito real”.

– Qual é a sua mensagem? Comente no clipe. O lyric video de “ Small Talk ” foi filmado quando voltamos para nossa casa, Nova York, pela primeira vez desde a pandemia. Viajamos para a Geórgia para gravar nosso novo álbum (lançado em 11 de novembro) e foi como ver a cidade pela primeira vez, um momento muito agridoce cheio de tristeza não muito diferente do que é descrito na letra de “Small Talk”.

Respostas Jeremy Garber

Leif Heigaard – “High Noon Groove” – (Estados Unidos) – [MINI ENTREVISTA]

– O que a música diz? A música diz para se levantar. Da cama. Da sua cadeira. De onde quer que você esteja preso e lutando para sair. É sobre realizar o que você quer da vida. Para fazer isso enquanto ainda há luz do sol.

– Em relação ao som/arranjos, o que você acredita ter trazido algo novo e bom? Sou fluido de gênero quando se trata de meus arranjos. Eu gosto de fundir sons que nem sempre combinam. Ou o que me interessa. Nessa música eu misturei um verso estilo rock dos anos 90 e um refrão estilo anos 60. Além disso, eu uso um sintetizador rítmico mais moderno por toda parte. 

– O que o single diz sobre você? O single está diretamente relacionado à minha experiência de vida. Eu lutei por anos em organização e motivação. Especialmente quando se trata de projetos de acabamento. Algo nessa música mexeu comigo. Isso me deu a energia para dar tudo de mim. 

Respostas Leif

Jeremy Voltz – “Mountains” – (Canadá) – [MINI ENTREVISTA]

– Primeiro, apresente-se! Sou o artista indie-soul Jeremy Voltz. Estou baseado em Toronto agora, mas cresci em uma pequena cidade de caminhões perto de Cleveland, OH. Mudei-me para o Canadá para fazer um Ph.D. em matemática, e ao longo do caminho me apaixonei por compor. Eu cresci tocando bateria, guitarra e cantando, e quando criança fui inspirado por Jeff Buckley, Stevie Wonder e John Mayer. Eu penso profundamente nas pessoas da minha vida, e é sobre isso que eu costumo escrever músicas. Desde o início de uma carreira musical em 2018, minhas músicas foram apresentadas em comerciais nacionais, bem como em filmes, televisão e rádio por empresas como Hallmark, TLC, NFL e CBC Radio. Atualmente em destaque no Discover Weekly do Spotify, meu hino acústico “One Day at a Time” tem milhões de ouvintes em todo o mundo e recentemente inspirou um livro infantil ilustrado.
– O que as letras nos dizem? O que a metáfora da montanha representa? A letra fala sobre querer viver em uma caverna no topo de uma montanha. Essa era minha fantasia pessoal de escapar da sociedade por um tempo, particularmente com o quão ruim as coisas estavam social e politicamente. Mas eu não quero ser apenas um avarento rabugento se escondendo. Percebi que precisava das montanhaspor sua beleza, e isso foi uma grande parte da minha vida que estava faltando durante a pandemia. Minha letra favorita da música é “Acho que nunca estou sozinho, há uma história sob cada pedra”. Se você prestar mais atenção às pequenas coisas, há novidade em todos os lugares. Você pode assistir a um falcão voar e desejar estar assistindo o TikTok, ou pode notar o caminho que ele percorreu em torno das árvores altas, perceber o quão rápido ele vai quando dobra as asas e mergulha em direção ao chão, imagina como seria a sensação ter o ar correndo sobre as penas. Estamos acostumados a nos divertir, e estar entre a natureza mostra que há histórias e novidades em todos os lugares que você olha.
– Qual é a mensagem central da música? A música é sobre encontrar a alegria no escapismo, em vez de apenas escapar. Querendo fugir, mas apreciando mais a beleza para a qual você está correndo, em vez de se concentrar em como a vida é difícil no momento. É uma música alegre nascida da inquietação e do desejo de encontrar as coisas que faltam, e realmente apreciá-las quando as encontrar. Eu acho que você pode ouvir essa mistura na música… há um pouco de escuridão/raiva no refrão, mas cercado pela alegria de encontrar o que você está perdendo e se apegar isso.
– Quais são seus comentários sobre o som e os arranjos? Eu trabalhei com dois co-escritores australianos incríveis nessa música, e Oscar Dawson a produziu na Austrália. É uma bela mistura de instrumentos orgânicos e produção pop, o que faz com que pareça moderno, mas também quente e aconchegante. Em 2023 eu tenho um álbum de pop-rock que tem muitos sons e melodias estranhas e interessantes, então eu meio que prenunciei isso na ponte de “Montanhas”. É aí que você encontrará alguns acordes diminutos escondidos!  

                                                                                                                            Respostas Tami Jordan

Honey We Three – “Take Me Down” – (Reino Unido) – [MINI ENTREVISTA] 

O que você diz na letra da música? Para esta faixa, queríamos inverter o papel das canções tradicionais de blues, normalmente contando uma história de atirar em sua esposa etc. Essa história conta as coisas de maneira um pouco diferente. Um homem pecador que perdeu seu caminho, seu amante o mata na floresta. Escuro!

– Qual é a mensagem? Na verdade, é apenas continuar uma tradição de contar histórias emocionantes em músicas que seriam encontradas em muita música folclórica! Está completamente inventado. No entanto, se houvesse uma mensagem… seria para não perder o seu próprio caminho.

– Quais são seus pensamentos sobre o single? Estou muito orgulhoso deste single. Estamos sentados em nosso álbum há muito tempo, pois o covid realmente atrasou tudo. É cru, é natural, é pessoal. Estou muito feliz por ele estar disponível, graças aos nossos engenheiros da WR Audio em Manchester, que gravam cada um de nossos projetos, parece incrível!
Respostas Seamus Cowan

Shane Larmand“Road of Pain” – (Canadá)

O cantor, compositor, multi-instrumentista, artista visual e produtor Shane Larmand chega ao seu sétimo lançamento solo, com a graciosa canção “Road of Pain”, que, se traduzirmos para o português, chegamos ao título “Estrada da Dor”. Este nome já entrega um tanto da letra do single. Baseada na sonoridade folk rock de Bob Dylan, a música é sobre superação de relacionamentos tóxicos e encontrar nos erros caminhos para aprendizados importantes.

Os demais lançamentos do cara que inclui o álbum “You Are My Home” também são indicados. Uma pista: Shane bebe da fonte de artistas como Neil Young, John Fogerty, Tom Petty, The Lumineers e The Dead South. Vamos adentrar no mundo de Shane Larmand?

Justin John Scheck – “Rebirth (But You)” – (Estados Unidos) – [MINI ENTREVISTA]

– O que essa música simboliza? Essa música é nosso personagem principal encontrando Deus, mas sabendo que ele terá que se despedir da mulher que ama. Para ser um monge, o que em sua fé não lhe permite servir a seus próprios desejos, ele deve ser celibatário. É uma manifestação da minha própria situação com certeza, mas enquanto minha motivação para ser celibatário e terminar e até mesmo começar relacionamentos no passado se manifestou por ilusão, onde neste caso nosso Monge realmente a ama. Ele está muito feliz por encontrar fé, mas lamenta a realidade do que ele sente que servir a Deus requer. Para ser honesto, a maioria das letras do álbum foi escrita durante um surto psicótico, mas a guitarra era minha voz nessa faixa, e esse surto psicótico se manifestou no que eu sinto que diz mais do que qualquer letra do álbum. Senti na hora de dizer tudo, a certeza que se sente ao “encontrar Deus”, e o estresse do Peso que o acompanha se for sincero.

– Ela tem alguma mensagem? Há mensagem sonoramente, afinal não há palavras, a mensagem que espero que passe é o casamento da alegria e da tristeza que nosso Monge deve sentir simultaneamente. Ele havia encontrado Deus, mas perdeu seu direito ao casamento.

– Comente sobre o som e arranjos. Tentei criar o som de alegria e luto. Os sons e arranjos ao longo do álbum giram em torno dessas questões. Afinal, nossa história se passa em um planeta moribundo em uma galáxia distante da perspectiva de um monge moribundo que perdeu sua fé. Portanto, o som e o arranjo podem ser bonitos e estressantes às vezes. Tanto assombroso quanto peculiar.

O que “Rebirth” revela do novo álbum? Rebirth (But You) revela o tom sonoro do álbum, mas não o som do álbum. Que eu queria manter em segredo no início. O som do álbum é muito dirigido por bateria. Afinal, quase todas as faixas começaram com o MPC. No entanto, a sensação e o tom estão presentes por toda parte. É um ponto de virada na história, mas o álbum deve ser ouvido na íntegra para que o peso de cada momento seja sentido. O álbum é uma jornada através dos olhos de um monge bêbado em um planeta distante, muito distante agora, afinal.

Respostas Justin Scheck

 

Gilad“In My Hometown” – (Israel) – [MINI ENTREVISTA]

Como nasceu? Eu escrevi a música enquanto estava sentado na varanda do meu apartamento visualizando e maginando o caminho para minha antiga casa, aquela em que cresci quando criança.

– O que você traz nas letras? Grandes memórias de crescimento.

– Qual é a mensagem da música? Foi muito divertido crescer quando e onde eu cresci. Essa é uma música sobre crescer nos anos 1980, passar a maior parte do tempo fora, com um grupo muito especial de amigos, brincar, se divertir e se apaixonar. 

– Descreva suas intenções em relação ao som e arranjos de “In My Hometown”? Eu estava procurando um som de banda ao vivo real. Eu amo o som acústico que só pode ser alcançado por músicos reais. É por isso que a música tem uma vibe PopRock e o arranjo é baseado em guitarras acústicas e elétricas

Respostas de Gilad

Bòfré – “wildflowers” – (Brasil e Estados Unidos) – [MINI ENTREVISTA]

– Primeiramente, apresentem-se. Bòfré é uma banda que começou na Ilha Grande, Rio De Janiero. com o líder, o músico norte-americano Gordon Daniels na guitarra e voz. Agora o projeto está em Miami e trabalha remotamente com músicos do Brasil, Argentina, Europa e do mundo.

– O que diz a letra? A letra é de uma música do Tom Petty, que é uma música clássica que eu rearranjei para esse estilo e versão. É uma música sobre tranquilizar uma pessoa que você ama. dizendo seja livre, e você pertence ao mundo com amor e felicidade. Às vezes nos divorciamos, ou terminamos um relacionamento ou amizade, mas não é jeito de ficar triste ou desejar coisas ruins para a pessoa. É uma música que diz que sempre terei amor por você e serei livre. Eu escolhei neste arranjo fazer um refrão com as palavras “You Belong You Belong”, que significa, você não está sozinho, você é amado e você é um de nós. Esse é o sentimento e o significado da música para mim.

Como chegou a essa sonoridade que mescla música caribenha e brasileira? Onde cada um desses entra na música? Minha influência dos estilos brasileiros e caribenhos vem da minha experiência de vida. Morei por anos no Caribe nas Ilhas Virgens, e tive uma banda de reggae por anos em Washington DC, estudei percussão brasileira e depois me mudei para o Brasil para morar lá. Passei um tempo em Salvador Bahia, e Rio de Janiero. Estudei percussão nos estilos de Maracatu, Samba Reggae, Carimbó e Candomblé. A percussão dessa música vem de um grande percussionista, Japa System, que vem da banda Baiana System. Ele é destaque nesta música. Combinamos ritmos baianos, com guitarras e estilos vocais do Caribe. A música é algo que fico muito feliz em tocar em nossos shows, e adoramos as quebras de percussão e a combinação do brasil com o Caribe. Isso traz grande energia para o público em nosso show e é um som e estilo com o qual esperamos trabalhar no futuro. A música é sobre estar juntos, vibrações de tamos juntos. É algo que descobri morando no Brasil, e fico feliz em trazer isso de volta para os Estados Unidos e Europa em minhas músicas e shows.

Respostas da banda em conjunto

Chris Cavill – “A Little Longer” – (Australia) – [MINI ENTREVISTA]

– Quais são as reflexões que você faz nesse single? A Little Longer é um reflexo profundo da bela vida que compartilho com minha família. Ele se concentra em capturar os momentos crus de ser pai de dois meninos e o vínculo incrível que compartilho com minha esposa e família.

– Quando a música apareceu? A música foi lançada em 24 de outubro de 2022. É a continuação do meu álbum de 2021 Lionheart, que foi uma homenagem ao meu pai que faleceu após uma longa batalha contra a esclerose múltipla.

– Comente sobre a influência do single na compreensão do single. Liricamente, fui inspirado a escrever uma música que mostra gratidão por todas as grandes coisas da vida. Eu queria retratar a história de um homem, vivendo uma vida simples com sua família, que fosse tão contente e feliz. Sonoramente, tenho sido fortemente influenciado por muitos artistas folk australianos atuais, incluindo Harrison Storm e Hollow Coves. Eu queria criar uma música que capturasse muito ambiente sonhador e um clima edificante.

 – Existem histórias ou curiosidades interessantes sobre o lançamento? O vídeo  ASSISTA NO YOUTUBE  foi filmado por Ben Jones na Wildbird Films
Respostas de Chris

Mat D – “The Company I Keep” – (Estados Unidos) – [MINI ENTREVISTA]

– Primeiramente, peço que você se apresente! Meu nome é Mat D, sou um cantor e compositor que vive em Sioux Falls, Dakota do Sul. Escrevo, gravo e toco música original desde 2005. Sou conhecido pelos meus fãs como “The Hemingway of the Highway” Minha música tem sido descrita como azarada Americana – uma mistura sombria de blues, folk, country, rock e influências do evangelho.

 – O que o single nos diz? “The Company I Keep” foi escrito sobre arrependimento e perda; mais especificamente sobre o amor não correspondido. Falando apenas por mim – é uma visão do meu próprio coração e alma sobre coisas de relacionamentos passados que permaneceram não resolvidos. Preocupa-se com questões de um coração partido – lamentando o que foi dado como certo e a vontade de consertar as coisas, mesmo sabendo que não pode desfazer o que foi quebrado. Às vezes você perde alguém ou algo para sempre e temos que lutar com essa verdade.

– Quais são seus pensamentos sobre o som e os arranjos da música? A música foi produzida por Mark Dahm no estúdio Warehouse Recording para a SMC Records. O grupo que se apresentou na música é conhecido como “The Roadside Revival”, uma banda com a qual também faço shows ao vivo. Trabalho com esses músicos desde 2020. Músicas e arranjos adicionais para a música foram escritos pelo guitarrista Jason Haven. A música apresenta Jeff Deignan na percussão, Scott Walters no baixo, Jason Haven na guitarra e piano comigo no violão e todos os vocais.

– Existem histórias ou curiosidades interessantes sobre o lançamento? “The Company I Keep” é a primeira música do nosso próximo álbum “Jericho Gap” a ser lançado nos próximos meses pela SMC Records. A estrutura da música surgiu em uma manhã enquanto Mat ensaiava em sua mesa de centro. A música inicial foi escrita em poucos minutos, gravada em um celular e enviada ao baterista Jeff Deignan para revisão. O produto acabado é o que você ouve agora.

Respostas de Mat D

TwoMinutesHate – “1312” – (Noruega) – [MINI ENTREVISTA]

– Antes de mais nada, apresente-se! Olá, eu sou Sama e canto e toco guitarra rítmica na banda de pop punk TwoMinutesHate da Noruega!

– De que tratam as letras? Eu escrevi a letra depois que Derek Chauvin matou George Floyd, provocando protestos e indignação em todo o mundo. Realmente mexeu comigo. Essas coisas acontecem o tempo todo, parece, mas pela primeira vez foi captado pela grande mídia em todo o mundo, e foi tão confuso testemunhar pessoas dando desculpas para Chauvin, descartando o racismo ou mesmo defendendo-o, influenciadores fazendo sessões completas de fotos durante os protestos, empresas que ganham muito dinheiro com as camisetas do BLM sem que nenhum dos lucros seja direcionado para a causa. Era tudo tão doentio. Mas, por outro lado, muitas pessoas trabalharam duro para tentar melhorar as coisas depois. Pessoas fornecendo informações, recursos, suporte e geralmente tentando fazer uma mudança, o que foi muito inspirador e edificante. Então eu estava trabalhando com muitas emoções conflitantes, e essas letras são o resultado disso.

– Qual é a sua mensagem? Acho importante deixar espaço para interpretação, mas se eu tivesse que resumir a uma mensagem simples, provavelmente seria nunca subestimar o poder das pessoas.

– O que você acha do som e dos arranjos do single? Bem, como mencionei, o pano de fundo da música foi baseado em uma infinidade de emoções diferentes, mas algumas das principais foram raiva, tristeza, esperança e determinação, e sinto que o som reflete isso. É uma música cheia de força e energia, com o pré-refrão que lembra a marcha fúnebre, enquanto o refrão irrompe nesses cantos que mais se assemelham a uma multidão pronta para o combate gritando slogans em um protesto. E apesar de toda a raiva e tristeza inicial, a esperança vence e essa música sempre me deixa pronto para conquistar o mundo! 

Respostas de Sama

 

Alex Parker – “Love The Way You Lie” – (Romênia) – [MINI ENTREVISTA]

– Primeiro, apresente-se! Olá, sou Alex Parker, DJ e produtor romeno e junto com o incrível Francis On My Mind lancei minha nova música “Love The Way You Lie”.

 – Sobre o que é a letra da música? A música é principalmente sobre obter conforto em um relacionamento, mesmo sabendo que as coisas não estão indo do jeito que você gostaria. Estar confortável em um relacionamento pode nos levar a não gostar da pessoa que nos tornamos e isso não significa sucesso no relacionamento. Eu coloquei todos esses sentimentos e emoções nessa música e somos nós, às vezes, “nós amamos o jeito que você mente”.

Qual é a sua mensagem? A única coisa de que nunca nos cansamos é o amor, e a única coisa de que nunca damos o suficiente é o amor. Então espalhe amor, incondicionalmente.

 – Existe alguma história interessante ou curiosidade sobre o lançamento? Tudo aconteceu muito rápido, em apenas uma sessão. Gravamos os vocais, fizemos a arte, o lyric video em apenas um dia. Tudo funcionou bem, pois eu tinha um vocalista incrível na faixa e em pouco tempo, tivemos o lançamento final. 

Respostas de Marius GALAN

Moves Johnson – “The City” – (Canadá) – [MINI ENTREVISTA]

– Primeiramente, se apresente! Eu sou Moves Johnson. Eu cresci em Toronto, Canadá, tocando bateria em bandas punk como Buddy Black and The Midnight Society e The Counterpoint. Eu também era o guitarrista e cantor da banda Stereoblastula. Em 2017, me mudei para Berlim, onde comecei a lançar minha própria música solo. Lancei 2 EPs e 3 singles desde que me mudei para Berlim. Meu primeiro álbum completo sai em janeiro. Eu mesmo produzo, escrevo e lanço todas as minhas músicas. Eu realmente não gosto do termo “cantor-compositor”. Em vez disso, eu me considero um músico DIY.

Quando toco ao vivo, costumo usar músicos locais de qualquer cidade em que eu esteja. Como a banda está sempre mudando de membros, muitas vezes me refiro a isso como um trem em movimento. Sempre que para algumas pessoas sobem e outras descem. Eu chamo meu grupo de músicos viajantes The Box hoppers.

– O que noz diz a letra de “The City”? A letra de “The City” é sobre um garoto chegando pela primeira vez em uma cidade grande. Ele é de uma cidade pequena, e nunca viu tanta gente, trens ou ônibus. O barulho e as luzes o dominam. Ele está aqui para fazer sua fortuna e encontrar seu futuro. Mas ele começa a perceber que a vida na cidade vai ser mais difícil do que ele esperava. Eu escrevi essa música, e na faixa estou tocando bateria, baixo, guitarra e cantando.

– Há alguma história ou curiosidade sobre o lançamento? “The City” é do meu segundo EP, “Never Dine Alone”. Mais de 4 músicas, o EP conta uma pequena história. É sobre um menino que se muda para longe de sua pequena cidade. Ele pensa que a vida em uma cidade grande resolverá todos os seus problemas, mas descobre que essa nova vida vem com novos problemas. Ele descobre que não gosta das pessoas e pensa que elas são como zumbis. Ele começa a ficar louco. Então, no final do EP, ele aceitou sua nova vida e se transformou em uma pessoa nova e mais forte.

Para o EP, gravamos sons reais da cidade de Berlim. Você pode ouvir a chuva caindo ao redor das estações de trem. Você pode ouvir os bondes, carros e construção acontecendo ao fundo. Tudo é gravado para ajudar a trazer o ouvinte para o momento. Eu também fiz a arte do álbum para o EP. O EP se chama “Never Dine Alone” porque é um aviso de que às vezes você não pode fazer tudo sozinho. Você não deve ter medo de pedir ajuda ou confiar em seus amigos.

Resposta Move Johnson

Oliver Mavilio “Distant Sound” – (Reino Unido) – [MINI ENTREVISTA]

– Qual é a ideia lírica dessa música? A ideia lírica é baseada na solidão e no quão esmagadora esse sentimento pode ser. ‘Somente a morte me chama agora’ é realmente uma maneira de personificá-la. Ou seja, não há mais nada para mim.

– O que ela diz? “Distant Sound” é uma referência ao que exatamente? Como ela surgiu? O que esse single diz sobre sua carreira musical? “Distant Sound” é uma referência a se sentir cada vez mais isolado com o passar do tempo. Pessoas, amizades e romance parecem tão distantes. Tudo está se tornando mais distante para mim. Este single resume essencialmente minha carreira musical. A noção de ganhar qualquer coisa fazendo isso morrer.

Respostas Oliver Mavilio

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Fundador e editor da Arte Brasileira. Jornalista por formação e amor. Apaixonado pelo Brasil e por seus grandes artistas.