25 de maio de 2026

“A poesia é a arte de prescrever remédios para a alma”, diz Alvaro Tallarico sobre seu novo livro

O jornalista, poeta e escritor Alvaro Tallarico prossegue seu caminho literário com a pré-venda do seu novo livro: “Poetiniase”, uma obra que tem a poesia como remédio. O nome do livro de mais de 70 páginas é uma “brincadeira autoral” de Alvaro, ou seja, é um termo inventado por ele para se referir a uma suposta doença que, por si, é a própria cura.

Totalmente composto por poesias, “Poetiniase” é um relato do cotidiano e de temas caros à Alvaro, como ancestralidade. O release enviado à imprensa nos diz que, entre as páginas, há otimismo, contradições, invenções e um olhar afinado para as vicissitudes da vida, uma nova abordagem da fé e citação a respeito da política (com ironia sempre presente). Além disso, os felinos também são homenageados.

O livro, editado pela Editora Toma Aí Um Poema, está em processo de pré-venda no site da plataforma de financiamento coletivo Benfeitoria. Os apoios vão de R$ 25,00 à R$ 180,00. Clique aqui para acessar a campanha, onde você terá também mais informações.

(Trecho do poema “felinidade”)

Competência para acrobacias namoradoras com eficiência em gerar sorrisos nos mais sisudos rostos.
Aptidão de realizar saltos entre universos paralelos que formam elos.
Propensão para crises renais e paixões venais.
Virtude para personalidade amuralhada com predisposição para cabeçadas dotadas de maestria insuperável.
Confluência magistral entre algo estabanado, charme e elegância.
Inclinação para conquista sorrateira de corações amuados.
Arte sublime do gênio Criador para direcionar descompassados.

Sobre Alvaro Tallarico

Alvaro Tallarico é jornalista, poeta e escritor. Nascido e criado na zona norte do Rio de Janeiro. Fez ensino médio na Escola Técnica Estadual Adolpho Bloch, da FAETEC. Escreve no portal de jornalismo cultural Vivente Andante e é colunista do jornal Diário do Rio. Letrista do projeto Kaialas e roteirista do curta-metragem “O Preto de Azul”, ganhou Menção Literária no 2º Prêmio Literário AFEIGRAF. Tem contos e poemas espalhados por diversas antologias. Escreveu o ebook A Paulistana de Ganesha (Amazon) e o livro Cem ruínas na esquina da poesia.

CONTO: Aqueles Cães Que Latiam e Os Visitantes Que Não Batiam (Gil Silva Freires)

Desde que se mudara, Leonardo não conseguia dormir direito. E sua insônia não era causada por problemas financeiros ou sentimentais..

LEIA MAIS

Dione Caldas: transversais no tempo e no espaço

Olhos acesos sobre o mundoo que não dorme desconhecea sua própria efígie. Henriqueta Lisboa 1.Dione Caldas nasceu em Natal (15.05.1964)..

LEIA MAIS

Heavy metal, juventude e interior paulista; conheça a banda Savage

Porks, um clássico bar de rock n roll em Araçatuba, interior de São Paulo, ousou em convidar uma banda quase.

LEIA MAIS

 Artur Rosa: prelúdio para um só artista

Quem há de completar a obra reguei com meu pranto e suor. Henriqueta Lisboa 1. Arthur Rosa (25.06.1984) nasceu em.

LEIA MAIS

Vida em letras:  A jornada literária de Clarisse da Costa

O começo de tudo Na infância eu rabiscava mundos através de desenhos. Quando aprendi a desenhar palavras comecei a construir.

LEIA MAIS

“DO MEU LADO” – Curta de 2014 dirigido por Tarcísio Lara Puiati

Eu descobre esse cura por acaso mas recomendações do YouTube. Acredito que por conta do meu interesse em curtas metragens.

LEIA MAIS

Pedro Blanc estreia na Netflix e revela bastidores à colunista Fernanda Lucena

“Isso pra mim representa uma confirmação de tudo que eu planejei pra minha vida e ver que tudo com o.

LEIA MAIS

Andinho de Bulhões: ausência de lume na justaposição e na aglutinação

O sol novifluentetransfigura a vivência:outra figura nascee subsiste, plena Orides Fontela 1. Andinho de Bulhões nasceu em um povoado pertencente.

LEIA MAIS

A invisibilidade da mulher com deficiência física (por Clarisse da Costa)

Eu amei o tema da redação da prova do ENEM de 2023: Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho.

LEIA MAIS

Pietro desce às regiões pelágicas do ser

Apesar dos sete mares e outros tantos matizes somos um. Henriqueta Lisboa 1. Malgrado as secas periódicas e as terras nem.

LEIA MAIS