20 de outubro de 2026

Em seu terceiro livro, Kaique Kelvin reflete sobre a felicidade

Divulgação.

O jovem escritor paulista Kaique Kelvin embarcou no trem da literatura ainda no colégio, tanto como escritor como voraz leitor. Três livros já foram publicados por ele, sendo o mais recente intitulado “Felicidade pra quê te quero?”, que teve lançamento no Brasil e em Portugal.

Nesta obra, Kaique que também é professor de História e jornalista, traz ideias sobre a “tal felicidade” organizadas em dois formatos: poesias e crônicas. Na segunda, ele traz a história do personagem fictício Jaime, um senhor de 60 anos que, apesar de ser rabugento e de poucos amigos, sabe muitas coisas sobre a vida.

Em suma, “Felicidade pra quê te quero?” é definido por Kaique como um livro para rir, viver e refletir. Tal mensagem nos chamou a atenção e, para agraciar o autor e para dar mais detalhes sobre a publicação, entrevistamos Kaique. Confira a seguir!

Você pode comprar o livro no formato físico clicando aqui e no digital aqui

Matheus Luzi – O que há de Kaique Kelvin que há no livro? Você enxerga você mesmo em alguma parte ou no todo da obra?

Kaique Kelvin – Eu acredito que todo livro tem um pouco do autor e nesse livro com certeza, tanto nas poesias quanto nas crônicas tem um pouco sobre mim. Costumo escrever o que vejo e o que sinto, então não tem como escapar que minhas impressões estejam presentes na obra.

Matheus Luzi – Levando em consideração a pergunta anterior, o que além de você, inspirou a produção dessa obra?

Kaique Kelvin – O que inspirou a produção desse livro foi o questionamento do porquê nós somos felizes ou buscamos a felicidade, além disso escritoras como Cecilia Meireles me inspiraram muito com toda sua genialidade quando fala das coisas da vida e principalmente quando fala da liberdade.

Matheus Luzi – O livro é formado por poesias e crônicas. O que esses dois formatos literários colaboraram para você passar sua mensagem?

Kaique Kelvin – As poesias têm toda uma forma, uma característica própria e consequentemente é um meio que eu posso utilizar para demonstrar a mensagem que eu quero passar, que são de esperança e felicidade. Com as crônicas eu posso contar história de uma forma diferente, acredito que a história do Jaime, nesse momento, precisava ser contada em forma de crônicas.

Matheus Luzi – O que você teria a dizer sobre as poesias do livro? Elas também contam histórias, assim como as crônicas?

Kaique Kelvin – Sim, com as poesias eu conto histórias de uma forma diferente. Cada poesia eu busco apresentar histórias, fatos ou momentos relacionados com o tema do livro que é a felicidade.

Utilizo esse espaço para estimular que as pessoas leiam mais e escrevam mais. Precisamos normalizar que mais e mais pessoas tenham acesso a literatura e a educação. Isso é fundamental para construir um país mais leitor!

Matheus Luzi – Em release enviado à imprensa, diz que “Felicidade pra quê te quero?” traz crônicas para rir, viver e refletir.

Kaique Kelvin – As crônicas são justamente para isso, cada uma delas é uma fase da história do personagem Jaime, que tem 60 anos, é rabugento, mas que assim como nós, também está em busca pela felicidade.

Matheus Luzi – O que você diria as pessoas que tem interesse em comprar seu livro? Haveria algum gatilho mental que poderia ajuda-las nessa decisão?

Kaique Kelvin – Acredito que a felicidade pode ser alcançada de diferentes formas, ela é diferente para cada pessoa. O livro “Felicidade pra quê te quero?” não apresenta uma receita pronta de como podemos encontrar a felicidade, mas mostra caminhos para ao menos chegarmos perto dela.

Matheus Luzi – Você tem alguma(s) história(s) ou curiosidade(s) interessante(s) para nos contar?

Kaique Kelvin – Acreditem se quiser, antes do ensino médio, período em que fui muito estimulado pela minha professora de Língua Portuguesa para começar a escrever, eu não gostava muito da Língua Portuguesa. Gostava de ler livros, pois desde criança recebia de presente dos meus pais, mas eu pensava que a nossa língua era muito difícil de entender e por isso não tinha muita simpatia por ela e isso apenas mudou quando conheci de perto como a nossa língua é belíssima!

Matheus Luzi – Agora deixo você a vontade para falar o que quiser.

Kaique Kelvin – Utilizo esse espaço para estimular que as pessoas leiam mais e escrevam mais. Precisamos normalizar que mais e mais pessoas tenham acesso a literatura e a educação. Isso é fundamental para construir um país mais leitor!

Gabriel Gabrera e sua aliança com o blues

O mineiro Gabriel Gabrera é de afinidade indiscutível com o blues, gênero musical que conheceu muito novo, e nele permanece.

LEIA MAIS

A Arte Não Precisa de Justificativa – Ep.1 do podcast “Mosaico Cristológico”

Neste episódio falamos sobre a obra de Hans. R. Rookmaaker – A Arte Não Precisa de Justificativa – e a.

LEIA MAIS

As “Dancinhas de Tik Tok” são inimigas da dança profissional?

Os avanços tecnológicos e suas devidas popularizações presenciadas desde o final dos anos 1990 e início dos anos 2000 se.

LEIA MAIS

Goreth Caldas: um sistema de metáforas (das tantas esperas)

Entre os escaravelhos e o arbustodo peito frágil existemsegredos buscando alívioatravés de sussurros. Henriqueta Lisboa 1. Goreth Caldas (Caicó, 1958), embora.

LEIA MAIS

Rodrigo Tardelli, um dos destaques das webséries nacionais

Divulgação Por mais que nossa arte seja, muitas vezes marginalizada e esquecida por seus próprios conterrâneos, há artistas que preferem.

LEIA MAIS

CONTO: O Genro Perfeito e o Estudante de Direito (Gil Silva Freires)

– Filha minha não casa com pé-de-chinelo! – bradava seo Germano, aos quatro ventos. Italianíssimo, não havia desfrutado da mesma.

LEIA MAIS

Autor publica livro de fantasia sobre a 3ª Guerra Mundial na América do Sul

O autor brasileiro Pedro Reis, publicou ano passado, um livro de fantasia e ficção científica, onde a ideia de uma.

LEIA MAIS

Literatura: uma viagem literária (Clarisse da Costa)

Em se tratando de literatura posso dizer que ela é assim como a vida, uma caixinha de surpresas. A literatura.

LEIA MAIS

Silvo Carlos: eu quero uma casa no campo, de um tamanho ideal…

Às vezes, em dias de luz perfeita e exata,Em que as cousas têm toda a realidade que podem ter,Pergunto a.

LEIA MAIS

Bethânia só sabe amar direito e Almério também (Crítica de Fernanda Lucena sobre o single

O mundo acaba de ser presenteado com uma obra que, sem dúvidas, nasceu para ser eterna na história da música.

LEIA MAIS