3 de julho de 2026

Em seu terceiro livro, Kaique Kelvin reflete sobre a felicidade

Divulgação.

O jovem escritor paulista Kaique Kelvin embarcou no trem da literatura ainda no colégio, tanto como escritor como voraz leitor. Três livros já foram publicados por ele, sendo o mais recente intitulado “Felicidade pra quê te quero?”, que teve lançamento no Brasil e em Portugal.

Nesta obra, Kaique que também é professor de História e jornalista, traz ideias sobre a “tal felicidade” organizadas em dois formatos: poesias e crônicas. Na segunda, ele traz a história do personagem fictício Jaime, um senhor de 60 anos que, apesar de ser rabugento e de poucos amigos, sabe muitas coisas sobre a vida.

Em suma, “Felicidade pra quê te quero?” é definido por Kaique como um livro para rir, viver e refletir. Tal mensagem nos chamou a atenção e, para agraciar o autor e para dar mais detalhes sobre a publicação, entrevistamos Kaique. Confira a seguir!

Você pode comprar o livro no formato físico clicando aqui e no digital aqui

Matheus Luzi – O que há de Kaique Kelvin que há no livro? Você enxerga você mesmo em alguma parte ou no todo da obra?

Kaique Kelvin – Eu acredito que todo livro tem um pouco do autor e nesse livro com certeza, tanto nas poesias quanto nas crônicas tem um pouco sobre mim. Costumo escrever o que vejo e o que sinto, então não tem como escapar que minhas impressões estejam presentes na obra.

Matheus Luzi – Levando em consideração a pergunta anterior, o que além de você, inspirou a produção dessa obra?

Kaique Kelvin – O que inspirou a produção desse livro foi o questionamento do porquê nós somos felizes ou buscamos a felicidade, além disso escritoras como Cecilia Meireles me inspiraram muito com toda sua genialidade quando fala das coisas da vida e principalmente quando fala da liberdade.

Matheus Luzi – O livro é formado por poesias e crônicas. O que esses dois formatos literários colaboraram para você passar sua mensagem?

Kaique Kelvin – As poesias têm toda uma forma, uma característica própria e consequentemente é um meio que eu posso utilizar para demonstrar a mensagem que eu quero passar, que são de esperança e felicidade. Com as crônicas eu posso contar história de uma forma diferente, acredito que a história do Jaime, nesse momento, precisava ser contada em forma de crônicas.

Matheus Luzi – O que você teria a dizer sobre as poesias do livro? Elas também contam histórias, assim como as crônicas?

Kaique Kelvin – Sim, com as poesias eu conto histórias de uma forma diferente. Cada poesia eu busco apresentar histórias, fatos ou momentos relacionados com o tema do livro que é a felicidade.

Utilizo esse espaço para estimular que as pessoas leiam mais e escrevam mais. Precisamos normalizar que mais e mais pessoas tenham acesso a literatura e a educação. Isso é fundamental para construir um país mais leitor!

Matheus Luzi – Em release enviado à imprensa, diz que “Felicidade pra quê te quero?” traz crônicas para rir, viver e refletir.

Kaique Kelvin – As crônicas são justamente para isso, cada uma delas é uma fase da história do personagem Jaime, que tem 60 anos, é rabugento, mas que assim como nós, também está em busca pela felicidade.

Matheus Luzi – O que você diria as pessoas que tem interesse em comprar seu livro? Haveria algum gatilho mental que poderia ajuda-las nessa decisão?

Kaique Kelvin – Acredito que a felicidade pode ser alcançada de diferentes formas, ela é diferente para cada pessoa. O livro “Felicidade pra quê te quero?” não apresenta uma receita pronta de como podemos encontrar a felicidade, mas mostra caminhos para ao menos chegarmos perto dela.

Matheus Luzi – Você tem alguma(s) história(s) ou curiosidade(s) interessante(s) para nos contar?

Kaique Kelvin – Acreditem se quiser, antes do ensino médio, período em que fui muito estimulado pela minha professora de Língua Portuguesa para começar a escrever, eu não gostava muito da Língua Portuguesa. Gostava de ler livros, pois desde criança recebia de presente dos meus pais, mas eu pensava que a nossa língua era muito difícil de entender e por isso não tinha muita simpatia por ela e isso apenas mudou quando conheci de perto como a nossa língua é belíssima!

Matheus Luzi – Agora deixo você a vontade para falar o que quiser.

Kaique Kelvin – Utilizo esse espaço para estimular que as pessoas leiam mais e escrevam mais. Precisamos normalizar que mais e mais pessoas tenham acesso a literatura e a educação. Isso é fundamental para construir um país mais leitor!

Música de Cazuza e Gilberto Gil também é um filme; você sabia?

“São sete horas da manhã   Vejo o Cristo da janela   O sol já apagou sua luz   E o povo lá.

LEIA MAIS

Grata à Deus, Marcia Domingues lança a canção “Feeling Lord”

“Feeling Lord” é a nova canção autoral da cantora e compositora paulistana Marcia Domingues. Com letra em inglês, ela revela.

LEIA MAIS

CONTO: O Desengano do Rock Star Paulistano (Gil Silva Freires)

Tinha uma guitarra elétrica, canções e sonhos na cabeça. A paixão de Alécio pelo rock and roll era coisa herdada.

LEIA MAIS

Goreth Caldas: um sistema de metáforas (das tantas esperas)

Entre os escaravelhos e o arbustodo peito frágil existemsegredos buscando alívioatravés de sussurros. Henriqueta Lisboa 1. Goreth Caldas (Caicó, 1958), embora.

LEIA MAIS

Adonay: universais variações sobre o mesmo tema

Como saber, se há tanta coisa do que falar ou não falar?E se o evitá-la, o não falar, é forma.

LEIA MAIS

A resistência do povo negro nas mãos do escritor Samuel da Costa

A nossa literatura brasileira vem de uma hierarquia branca, desde escritores renomados a diplomatas e nesse meio poucos escritores negros.

LEIA MAIS

A invisibilidade da mulher com deficiência física (por Clarisse da Costa)

Eu amei o tema da redação da prova do ENEM de 2023: Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho.

LEIA MAIS

Tim Maia em 294 palavras

Ícone do pop nacional, Tim Maia nasceu no Rio de Janeiro, no bairro da Tijuca, em 1942. Antes do sucesso,.

LEIA MAIS

Bossa Nova é homenageada pelo compositor islandês Ingvi Thor Kormaksson em single lançado pela banda

Islândia, 2025. É no norte europeu que ressoa a voz de uma brasileira com cidadania islandesa, Jussanam. Ela é uma.

LEIA MAIS

Calu Manhães estreia como atriz  na Amazon Prime em filme musical “Um ano  inesquecível –

Estreou na Amazon Prime o filme “Um ano inesquecível – Outono”, dirigido por Lázaro Ramos. Com ele, nasce uma atriz,.

LEIA MAIS