17 de maio de 2026

Livro de Autoajuda

Nem todas as pessoas que escrevem livros de Autoajuda conseguiram resolver seus próprios problemas, mas sempre tem a fórmula mágica para a gente resolver os nossos, o que não significa que eles são resolvidos. No entanto, eu não posso dizer que esses livros não ajudam. Eu mesma já li muitos livros de autoajuda, não buscando soluções, isso se consegue dando tempo a vida, porque não podemos apressar as coisas e nem achar que frases prontas vão abrir caminhos para nossa felicidade e caminho profissional. Como já tinha dito no poema Único Amor, às vezes precisamos usar da racionalidade. Não dá para viver o tempo todo nas emoções. Lendo os livros adquiri conhecimento e aprendi a desacelerar, o que é bastante difícil para uma pessoa que tem ansiedade. Também aprendi a olhar com mais profundidade a alma humana. Porque esse olhar humano é necessário na vida e está em falta.

Conclusão, quem escreve livro de autoajuda analisa a vida e as pessoas como forma de encontrar um caminho para a sua própria vida. E quem toma aquelas frases prontas para si mesmo tenta mudar o mundo e as pessoas, mas nós sabemos que não é bem assim que funciona. Tudo parte do princípio do amor próprio e da vontade de fazer algo por si mesmo. Muitas pessoas controlam a vida de outras pessoas, vivem como se aquela vida fosse a sua vida e se anulam. 

Os livros estão ali não para manter o controle sobre as pessoas e sim para trazer conhecimento sobre os desafios diários do nosso cotidiano. Não precisamos de conceitos, regras e exercícios para saber o que fazer da vida, tudo acontece de forma natural. Quanto mais planejamentos fazemos, mais tempo perdemos. Não devemos nos ater às regras, não existe uma fórmula perfeita ou regra para viver. Basta fazer aquilo que é necessário e lutar é um bom começo. 

Artigo de Clarisse da Costa

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