12 de junho de 2026

Arte Brasileira lança coluna focada em artistas do Amapá

O Amapá, situado ao extremo norte do Brasil é o único estado do país não contemplado pela malha viária. Isso quer dizer que você só chega ou sai do estado, por via aérea ou fluvial. 

Em contrapartida, é uma das regiões  com flora e fauna mais preservadas do planeta.  

A capital Macapá tem o rio Amazonas como uma de suas principais atrações, além da Fortaleza de São José (o maior forte do Brasil) e o monumento Marco Zero (única capital onde cruza a linha imaginária do equador, que divide os hemisférios em sul e norte), além de muitas outras peculiaridades.  

Aqui brota uma efervescência cultural carregada de signos étnicos que se misturam e explodem em ritmos, prosa, poesia, performances, danças, imagens e outras inúmeras formas de expressão da arte.  

E esta coluna nasce para falar dos artistas, que se apropriam dessa ebulição criativa e se destacam dentro e fora do estado do Amapá.  Todo artista leva consigo a grande responsabilidade de contribuir para a  valorização das pessoas, da arte e da cultura do seu lugar de origem.   

SOBRE A COLUNISTA MARY PAES

Mary Paes é sul matrogrossense da pequeníssima cidade de Tacuru, cujo céu é o mais estrelado e as pessoas as mais amáveis do universo. Aniversaria no mês quente de outubro… Viciada em café e pão com manteiga. Mora em Macapá, estado do Amapá, desde 2005, onde iniciou sua efetividade artística e cultural, primeiro com o teatro, e depois, com mais afinco, no cinema, na fotografia e na literatura, participando da fundação de vários grupos nessas áreas.  

Possui habilitação em Jornalismo, pela faculdade Estácio de Macapá (2011) e é especializada em Docência do Ensino Superior, pela mesma faculdade, onde hoje estuda psicologia. 

Em 2010 criou o “O blog da Mary” (marypaes.blogspot.com), especificamente para publicação de notícias relacionadas a eventos culturais e artísticos, e o blog “Poemas, frases e outras divagações” (mary-paes.blogspot.com) exclusivo para as postagens de suas poesias. No mesmo ano (2010), teve algumas de suas obras publicadas no livro “Coletânea de Poetas, Contistas e Cronistas do Meio do Mundo”, organizado pelo Projeto Sumaúma de Literatura Amapaense. 

Participou de aproximadamente 10 coletâeas poéticas pelo Brasil. Vale mencionar algumas delas aqui: Poesias Escolhidas – Vozes de Uma Alma – Volume 1 (2014 -nacional/internacional); Poesias Escolhidas – O Melhor de Mim – Volume 2 (2014 nacional/internacional); Elas São de Marte – contos eróticos e outras poesias quentes (2015) e Pena e Pergaminho (2019).  

Em dezembro de 2017, publicou seu primeiro livro, de nome “Das declarações de amor que eu não fiz” pela editora independente Clube de Autores, com o ISBN da Tarso Editora. O lançamento oficial do livro, aconteceu em fevereiro de 2018. 

Mary Paes, escreve em várias linhas literárias, incluindo dramaturgia, roteiros de HQs e contos. Suas obras de maior destaque são os poeminhas eróticos, estilo publicado pela autora em suas redes sociais. Também possui trabalhos publicados em revistas nacionais de literatura. 

Mary Paes é citada em estudos acadêmicos como uma poeta marginal, pela forma despudorada em que se mostra ao público e também pela sua paixão em confeccionar fanzines, que ultrapassam a linha do erotismo e se aproximam da pornografia.    

Se define como uma poeta sem gêneros… uma alma vagante… um corpo que anseia pelo êxtase. 

No jornalismo, optou pela assessoria de imprensa, por pura paixão e hoje se arrisca na área das reportagens culturais. 

Newsletter

Rodrigo Tardelli, um dos destaques das webséries nacionais

Divulgação Por mais que nossa arte seja, muitas vezes marginalizada e esquecida por seus próprios conterrâneos, há artistas que preferem.

LEIA MAIS

“Pra não dizer que não falei das flores”, o hino contra a ditadura

  Dizer que a música “Pra não dizer que não falei das flores”, de Geraldo Vandré foi um hino contra.

LEIA MAIS

Chiquinha Gonzaga: compositora mulher mestiça

A mítica compositora Chiquinha Gonzaga (1847-1935) representa um divisor de águas na história da música brasileira. Nela, convergem 3 marcos.

LEIA MAIS

Goreth Caldas: um sistema de metáforas (das tantas esperas)

Entre os escaravelhos e o arbustodo peito frágil existemsegredos buscando alívioatravés de sussurros. Henriqueta Lisboa 1. Goreth Caldas (Caicó, 1958), embora.

LEIA MAIS

A serenata que mudou tudo: amor, surpresas e bingo

Hoje vamos contar a história de Vânia, uma professora de música que queria homenagear seu namorado e contar uma grande.

LEIA MAIS

Editoras para publicar seu livro de ficção científica e fantasia

Para aqueles que amam a fantasia e a ficção científica, sejam leitores ou escritores, trago aqui três editoras brasileiras que.

LEIA MAIS

Bárbara Silva: mais um caminho para compreender a Nova MPB

Recentemente, nós publicamos sobre “o que é, afinal, a Nova MPB?”. A matéria que pode ser acessada aqui nos traz.

LEIA MAIS

Kelline Lima: linhas sinuosas e orgânicas como arquétipos do feminino

O  coração alegre aformoseia o rosto, mas, pela dor do coração, o espírito se abate. Provérbios, 15:13 1. Kelline Lima.

LEIA MAIS

Maria do Santíssimo e o seu caleidoscópio das coisas modestas

O  tempo farejou a fábulacontaminou-a. Projetou-atalhada à sua própria imagem.                 Henriqueta Lisboa 1. Maria Antônia do Santíssimo (São Vicente, 1890-1986).

LEIA MAIS

EUA, a esperança do mundo? Artista português diz que sim em depoimento sobre sua música

Fritz Kahn and The Miracles é um projeto musical de um artista português. Sua discografia é extensa, embora tenha sido.

LEIA MAIS