13 de maio de 2026

Banda Eddie aposta em suas próprias identidades e ideias para lançamento do novo álbum [ENTREVISTA]

​(Foto: Beto Figueiroa)

 

Foi com as próprias ideias e vivências dos integrantes da banda que saiu o lançamento do diferenciado álbum MUNDO ENGANO, que foi produzido por Pupillo Menezes, já consagrado no Nação Zumbi. O álbum também se destaca pela quantidade de instrumentos como violão de doze cordas, trombone, e outros 4. Com 10 faixas, MUNDO ENGANO se coloca como o sétimo álbum do grupo olindense. Com o olhar para o futuro, e com a observância do passado, a Banda Eddie traz novos sons e possibilidades.

—  Esse trabalho está muito próximo da nossa identidade, mas, de alguma maneira, tentamos não repetir nossos êxitos anteriores. A gente quer sempre evoluir e renovar a nossa própria música — , ressalta o vocalista Fábio Trummer.

 

Abaixo, você verá na íntegra uma entrevista especial que fizemos com  Fábio Trummer, vocalista da Banda Eddie.

 

 

Como foi ter a produção de Pupillo Menezes do Nação Zumbi?

Pupillo é um velho amigo que conhece bem nossa música e conhece bem, também, a música de cada um individualmente. Todos na banda são admiradores do trabalho dele, então, foi fácil se entregar ao processo.

 

MUNDO ENGANO, parece ser algo bem próximo da identidade de vocês…

Gravando este álbum, sob a ótica de Pupillo, percebemos claramente qual música nós somos e quais são nossas características individuais, ainda que juntas. Isso nos dá uma identidade muito bem definida e é nosso ponto de partida, mas sem querer se repetir. É possível? Estamos experimentando.

 

Em release, vocês dizem que nesse novo trabalho tentaram não cometer os mesmoS êxitos anteriores. O que quiseram dizer com isso?

Sair da zona de conforto, arriscar outras possibilidades, buscar alcançar êxitos novos.

 

Ainda nessa pergunta, vocês dizem que estão sempre em busca de evoluir a música de vocês. Em relação aos álbuns anteriores, o que esse tem de novidade e de aperfeiçoamento?

Método de composição, forma de produção, custo benefício dos gastos, qualidade do conteúdo, essa parte mais técnica do trabalho.

Evolui também pra área da composição e texto… Buscar novas soluções e referências para nossas criações, temas, narrativas, harmonização e voz, seguindo em frente com arranjos, instrumentos e técnicas diferentes para nossa orquestração de palco. Os ritmos e outras sutilezas que fomos traçando, que vai nos levando.

 

 Tem muitos instrumentos diferentes nas gravações do álbum. Pode falar um pouco sobre isso?

São diferentes na nossa formatação como banda. Buscamos trazer essa intervenção de técnicas e expressões de fora para somar no que a banda já tem. É um sétimo álbum gravado com essa formação. É muito prazeroso também ter pessoas que admiramos junto com a gente. Acessar outros mundos com timbres e a linguagem musical de um 7 cordas ou da timbragem de um teclado clássico das gravações da disco nos anos 70, Um arranjo melódico da flauta inventando novas emoções ou um verso acertado, cantado com verdade, a possibilidade de se ter convidados nas gravações são sempre gratificantes.

 

Como foram os processos de criação e gravação?

Comecei a compor uns dois anos antes de começar a gravar em novembro de 2016. 

Encontrava com Pupillo e estudávamos cada faixa até encontrar um ponto de partida.

Arranjamos com a banda e fomos gravando em sessões separadas durante todo ano de 2017, entre SP e PE.

 

 

 

 

 

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