11 de fevereiro de 2026

Conheça o empolgante álbum de estreia de Dario Julio e Os Franciscanos

(Capa do álbum)

 

Reinvenção artística do cantor e compositor Dary, o projeto Dario Julio & Os Franciscanos propõe uma viagem ao tempo em sua estreia. Descrito como algo que estaria tocando em uma rádio AM em meados dos anos 70, o projeto marca o começo oficial da carreira solo do artista sul-mato-grossense radicado no Paraná. Após divulgar o primeiro single,  “Como Diria o Poeta”, o trabalho ganha o álbum de estreia, “O Menino Velho da Fronteira”, já disponível nos principais serviços de streaming de música.

Conhecido pelo seu trabalho com as bandas Terminal Guadalupe e lorena foi embora…, Dary começou a chamar atenção no começo dos anos 2000. Ao lado do Terminal Guadalupe, ele conseguiu o respeito da crítica com sua música cheia de influências pós-punk e crítica social. A banda ganhou, pelo voto popular, o Prêmio Laboratório Pop de Melhor Disco Independente de 2005 com o álbum “VC Vai Perder o Chão”. Em 2007, o disco “A Marcha dos Invisíveis” entrou nas principais listas de melhores álbuns do ano da mídia especializada. O tom politizado das letras mudou de foco, com o compositor buscando resistir em forma de afeto.

“É um renascimento. Me aventurei por outros gêneros musicais ao mesmo em que passei a escrever com linhas mais claras. As sutilezas são intencionalmente ambíguas. Gosto de dizer que é um disco de amor para tempos de cólera. Nada pode ser tão político quanto reiterar afeto quando o discurso conjuntural cospe ódio”, justifica Dary.

 

 

Com a ajuda do guitarrista Bruno Sguissardi, convidado a produzir o material, ele passou a formatar “O Menino Velho da Fronteira”. Além de Dary e Bruno, o disco conta com Ivan Rodrigues (bateria), Marcelo França (baixo), Matheus Bittencourt (guitarra) e Romann (piano e teclado).

 

 

 

 

 

 

Maria do Santíssimo e o seu caleidoscópio das coisas modestas

O  tempo farejou a fábulacontaminou-a. Projetou-atalhada à sua própria imagem.                 Henriqueta Lisboa 1. Maria Antônia do Santíssimo (São Vicente, 1890-1986).

LEIA MAIS

“Fiz da arte um motivo para viver” – por Pedro Antônio

Quadro “Cinco Girassóis” de Pedro Antônio   Meu nome é Pedro Antônio, tenho 23 anos, e hoje eu posso afirmar que.

LEIA MAIS

Uma nova oportunidade de conhecer a censura no Brasil

Gilberto Gil e Caetano Veloso em exílio na Europa, entre 1969 e 1972. Foto: Reprodução do site da Folha de.

LEIA MAIS

Bersote é filosoficamente complexo e musicalmente indefinido em “Na Curva a Me Esperar”

A existência é pauta carimbada na música brasileira, como apontamos nesta reportagem de Jean Fronho (“Tom Zé já dizia: todo.

LEIA MAIS

Existe livro bom e livro ruim?

Muitos já me perguntaram se existe livro bom e ruim, eu costumo responder que depende. Se você leu um livro.

LEIA MAIS

Uma breve leitura dos festivais de ontem e de hoje

Nesta manhã de quinta-feira, dia 22 de março de 2017, acabei de ler o livro “Tropicália – A história de.

LEIA MAIS

Chiquinha Gonzaga: compositora mulher mestiça

A mítica compositora Chiquinha Gonzaga (1847-1935) representa um divisor de águas na história da música brasileira. Nela, convergem 3 marcos.

LEIA MAIS

Iaponi: a invenção de uma permanente festa de existir

As formar bruscas, a cada brusco movimento, inauguram belas imagens insólitas. Henriqueta Lisboa   1.   Iaponi (São Vicente, 1942-1994),.

LEIA MAIS

Curso Completo de História da Arte

Se você está pesquisando por algum curso sobre história da arte, chegou no lugar certo! Aqui nós te apresentaremos o.

LEIA MAIS

Vida em letras:  A jornada literária de Clarisse da Costa

O começo de tudo Na infância eu rabiscava mundos através de desenhos. Quando aprendi a desenhar palavras comecei a construir.

LEIA MAIS