13 de julho de 2026

GILBERTO GIL – “Refazenda” ganha novas cores em disco de Fernando Caneca

(Capa do lançamento)

Fernando Caneca, compositor, violinista e guitarrista, encontrou em “Refazenda”, clássico de Gilberto Gil lançado em 1975, uma boa oportunidade para desbravar novas possiblidades dentro da sagrada MPB. O disco original é composto por onze faixas e, com maestria, Fernando deu cores novíssimas à elas. Além disso, “Refazendo” – que é como Fernando denominou, com brilhantismo, o trabalho – conta com a faixa bônus: “Rato Miúdo”, canção que não entrou para “Refazenda” devido a censura do regime militar da época, sendo liberada somente em 2016.

O começo do projeto aconteceu, curiosamente, nas redes sociais. No instagram, Fernando, em suas apresentações online rotineiras, sempre apresentava alguma coisa ou outro de Gilberto Gil. Ao perceber que em seu repertório encaixava bastante canções do cantor, enxergou a possiblidade de gravá-las de uma forma mais profissional. “A primeira ideia era de ser um disco instrumental, cru, de violão e percussão, mas com o tempo isso foi mudando e acabei incluindo mais instrumentos como bandolim, violoncelo e baixo, conforme a música” – comentou Caneca.

Com a supervisão e produção musical de Jr Tostoi, o projeto foi, cada vez mais, ganhando outras ideias e propostas. O resultado final de “Refazendo” é um disco com várias contribuições. A maioria das canções são interpretadas por Fernando com algum convidado. Entre os participantes nos vocais, estão, por exemplo: Mart’nália, Roberta Sá, Pedro Luís, Paulinho Moska, Arthur Maia, entre outros nomes.

Para nossa alegria, o álbum já está disponível em todas as plataformas digitais de música e, inclusive, no Youtube.

SIGA FERNANDO CANECA NO INSTAGRAM!

A obra de João Turin que sobreviveu a 2ª Guerra Mundial

No Memorial Paranista, sediado em Curitiba (PR) com intuito de preservar e expor a obra do paranaense João Turin, há.

LEIA MAIS

A luta da mulher e a importância de obras que contribui nessa jornada

Não tem uma receita básica, não nascemos prontas. Aprendemos com a vida. Diariamente temos que lutar para se afirmar. Porque.

LEIA MAIS

O Brasil precisa de políticas públicas multiculturais (por Leonardo Bruno da Silva)

Avançamos! Inegavelmente avançamos! Saímos de uma era de destruição da cultura popular por um governo antinacional para um momento em.

LEIA MAIS

ENTREVISTA – Conversa Ribeira e seu Brasil profundo

Três artistas de cidades interioranas, Andrea dos Guimarães (voz), Daniel Muller (piano e acordeão) e João Paulo Amaral (viola caipira.

LEIA MAIS

 Artur Rosa: prelúdio para um só artista

Quem há de completar a obra reguei com meu pranto e suor. Henriqueta Lisboa 1. Arthur Rosa (25.06.1984) nasceu em.

LEIA MAIS

Bossa Nova é homenageada pelo compositor islandês Ingvi Thor Kormaksson em single lançado pela banda

Islândia, 2025. É no norte europeu que ressoa a voz de uma brasileira com cidadania islandesa, Jussanam. Ela é uma.

LEIA MAIS

Curador Mario Gioia reflete a importância do artista visual Octávio Araújo

(Crédito: Olney Krüse) Os casos ainda muito vivos de racismo – como por exemplo, o que envolveu o norte americano.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: Por que o rock deixou o mainstream brasileiro? (com Dorf)

As novas gerações se assustam quando escutam que o rock já protagonizou o mainstream brasileiro. Não à toa. Atualmente, o.

LEIA MAIS

Olympia Bulhões: a casa de morada e seus emblemas simbólicos

Não te fies do tempo nem da eternidade que as nuvens me puxam pelos vestidos. que os ventos me arrastam contra.

LEIA MAIS

Por que os artistas gospels fazem lançamentos com playbacks?

É comum (e até tradicional) que artistas da música gospel realizem lançamentos acompanhados de playback, uma faixa a mais sem.

LEIA MAIS