20 de julho de 2026

Da MPB a Nova MPB; Conheça Bruna Pauxis

Reprodução do instagram da artista.

Presente nas plataformas digitais desde 2021, a jovem Bruna Pauxis tem nos fatores regionais influências profundas: sua vivência em Belém como natural do Pará, e um “novo mundo”, Brasília, que a despertou para o “moderno e o dinâmico” sistema cultural da capital do nosso Brasil.

Essa questão de sua vida particular se soma ao amor pela música cultivado desde a infância. A isso se soma suas referências musicais “raiz”, como Caetano Veloso, Gal Costa, Los Hermanos, Adriana Calcanhoto, e os pregadores da nova geração, Tim Bernardes, Rubel, Clarice Falcão e Mallu Magalhães.

Ao reparar o que foi dito anteriormente, percebe-se que Bruna é MPB, e sua juventude e abertura para o novo a permite posicionar-se dentro da chamada Nova MPB. Suas duas canções lançadas, as autorais “Morro de saudades” e “Flor de Marte”, são uma afirmação muito nítida disso.

Mas Bruna extrapola o convencional, como ela explica: “Gosto bastante de misturar vários estilos musicais. ‘Morro de saudades’ é um sambinha, mas com um solo de guitarra e ‘Flor de Marte’ une o violino e o violão. Meu objetivo é fazer cada música em um formato diferente, mas tudo bem orgânico, sempre reunindo as ideias dos músicos, no estúdio.”

Como uma boa estudante de Jornalismo (UNB), ela sabe muito bem desenhar suas letras. “Escrever coisas que as pessoas consigam se identificar, sensações do dia a dia, frustrações amorosas, pisadas de bola e as dores da vida. Gosto de escrever de forma simples e sucinta, gosto que todo mundo consiga entender a letra e a mensagem que ela quer passar.”

Conheça esta artista no instagram, e suas canções nos aplicativos digitais de música.

Tom Zé já dizia: todo compositor brasileiro é um complexado

O álbum “Todos os Olhos”, lançado em 1973 pelo cantor e compositor Tom Zé, traz a seguinte provocação logo em.

LEIA MAIS

Carlos Gomes: um naïf registra e exulta uma pintura lúdica

O homem benigno faz bem à sua própria alma, mas o cruel perturba a sua própria carne. Provérbios, 11, 17.

LEIA MAIS

As “Dancinhas de Tik Tok” são inimigas da dança profissional?

Os avanços tecnológicos e suas devidas popularizações presenciadas desde o final dos anos 1990 e início dos anos 2000 se.

LEIA MAIS

O Som do Passado: Como os Equipamentos Vintage Estão Reconectando Gerações

Mais pessoas, a cada dia, vão além de um breve lazer em ambientes que fazem da viagem no tempo sua.

LEIA MAIS

A resistência do povo negro nas mãos do escritor Samuel da Costa

A nossa literatura brasileira vem de uma hierarquia branca, desde escritores renomados a diplomatas e nesse meio poucos escritores negros.

LEIA MAIS

Novo pop rock de Jan Thomassen se esbarra na “crise dos 40” 

“Envelhecer consciente de que não há caminho de volta”. É este um dos pensamentos do novo single do cantor e.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: Por que o rock deixou o mainstream brasileiro? (com Dorf)

As novas gerações se assustam quando escutam que o rock já protagonizou o mainstream brasileiro. Não à toa. Atualmente, o.

LEIA MAIS

Curador Mario Gioia reflete a importância do artista visual Octávio Araújo

(Crédito: Olney Krüse) Os casos ainda muito vivos de racismo – como por exemplo, o que envolveu o norte americano.

LEIA MAIS

Mário Quintana e sua complexa simplicidade em Caderno H

  CADERNO H: A COMPLEXA SIMPLICIDADE DE MARIO QUINTANA   Mario Quintana (1906-1994) foi um poeta gaúcho de constância poética.

LEIA MAIS

Maria do Santíssimo e o seu caleidoscópio das coisas modestas

O  tempo farejou a fábulacontaminou-a. Projetou-atalhada à sua própria imagem.                 Henriqueta Lisboa 1. Maria Antônia do Santíssimo (São Vicente, 1890-1986).

LEIA MAIS