16 de outubro de 2026

Inspirado na árvore “Flamboyant”, Olnei Teixeira lança seu novo single

Arte da capa: Camila Lopes de Lima

No ano de 2018, o gaúcho Olnei Teixeira lançou seu primeiro trabalho como músico profissional, o EP “Ali Reina a Confiança”. Com quatro faixas, o mini álbum trouxe um cantautor muito maduro, reflexivo e que tem a natureza das belas paisagens do Rio Grande do Sul como uma verdadeira espada. Já em 2020, Olnei apresentou “Singela”, uma canção cujo o título já entrega o que o artista diz em sua letra.

Nessas cinco músicas, com exceção de “Pode Ser Que Dá”, o cantor reverberou arranjos e composições calmas, que potencializaram a sua mensagem. No entanto, na contra maré desses primeiros lançamentos, agora Olnei lança uma música mais agitada, mais propícia aos movimentos do corpo, porém, mantendo suas referências da música gaúcha e das suas reflexões frente à vida. Se trata de “Flamboyant”, obra que chegou às plataformas de streaming neste domingo (12).

Aos admiradores da primavera e da natureza, pode ser que este nome não soe tão estranho. Acontece que “Flamboyant” é como se chama uma espécie de árvores de flores avermelhadas. Essa mesma árvore foi a que inspirou Olnei ao escrever essa canção. “Numa manhã de sol na primavera quando ia para o trabalho, notei que o sol com seus raios brilhava entre as flores de intensa cor do flamboyant e resolvi compor essa canção.”, explicou ele.

“Quando comecei a compor fiz o refrão, cantei, o filho ouviu, gostou e falou para completar a música, aí pesquisei a respeito do flamboyant, a espécie tem origem em Madagascar, na África. E mudas vieram ao Brasil no século XIX com a chegada de D. João. Após isso, procurei finalizar a obra.”, observa Olnei.

Assim como de costume em suas canções, “Flamboyant” tem novamente produção musical assinada por Calil Souza. Confira!

LETRA

O alvorecer, que rompe a escuridão

Fulguras ó sol pela manhã

Que espalha os raios fulgidos

Entre as flores do flamboyant.

Flamboyant, meu flamboyant,

Com seus ramos frondejantes

Na doce e terna manhã,

Contemplo por um instante.

Em sua copa majestosa

Num belo dia de sol

Percebo em suas flores

As cores do arrebol.

O alvorecer, que rompe a escuridão

Fulguras ó sol pela manhã

Que espalha os raios fulgidos

Entre as flores do flamboyant.

Vindo de Madagascar

Do francês o flamejante

Mostrando seu esplendor,

Nesta terra aqui distante

Divino por natureza

Nas flores de intensa cor

Deus fez dessa beleza

Um símbolo do seu amor.

O alvorecer, que rompe a escuridão

Fulguras ó sol pela manhã

Que espalha os raios fulgidos

Entre as flores do flamboyant.

FICHA TÉCNICA

Composição: Olnei Teixeira

Produção musical: Calil Souza

Estúdio: Calil Souza Produção Musical (São Leopoldo-RS)

Voz: Olnei Teixeira

Teclado e arranjo: Calil Souza

Guitarra: Fausto Martins Dorneles

Violão: Paulo Gomes da Silva

Arte da capa: Camila Lopes de Lima

Assessoria de imprensa: Matheus Luzi (Revista Arte Brasileira)

SOBRE OLNEI TEIXEIRA

Natural de Palmeira das Missões-RS, Olnei se encantou pela música ainda criança, sob forte influência de seu pai que também canta e toca. Então, começou a compor e foi conhecendo suas maiores influências, Renato Teixeira, Almir Sater, Marcello Caminha, Wilson Paim, Alceu Valença, TomJobim, Vinicius de Moraes, Teixeirinha, Elton Saldanha.

Em 1976, Olnei se mudou para outra cidade do Rio Grande do Sul, São Leopoldo, onde reside atualmente e onde considera ter sido fundamental para sua produção musical e sua vida pessoal. 

O artista participou do Festival do SESI e o Festival da Cidade de Três Coroas-RS, e o seu primeiro EP foi lançado em 2018, com o nome “Ali Reina a Confiança”.

Siga Olnei Teixeira nas redes sociais

INSTAGRAM https://www.instagram.com/olneiteixeira/

FACEBOOK https://www.facebook.com/olnei.teixeira.37

YOUTUBE https://www.youtube.com/channel/UCflqwL2P9DlFnJpbMpJdzcg

SPOTIFY https://open.spotify.com/artist/1v0A5lXNlxkXp9lvtGXPxf?si=IrQP5BlPToG_QmrtF6lqnA

Artistas destacam e comentam álbuns de 2023 e de outros anos

Sob encomenda para a Arte Brasileira, o jornalista Daniel Pandeló Corrêa coletou e organizou comentários de onze artistas da nova.

LEIA MAIS

Mário Quintana e sua complexa simplicidade em Caderno H

  CADERNO H: A COMPLEXA SIMPLICIDADE DE MARIO QUINTANA   Mario Quintana (1906-1994) foi um poeta gaúcho de constância poética.

LEIA MAIS

Iron Garcia: entre a casa e a ruína

A casa abriga o devaneio, a casa protege o sonhador, a casa permite sonhar em paz. Gaston Bachelard 1. À.

LEIA MAIS

É tempo de celebrar o folclore brasileiro (Luiz Neves Castro)

FOLCLORE BRASILEIRO – Em agosto, comemoramos o Mês do Folclore no Brasil com a passagem do Dia do Folclore em.

LEIA MAIS

Paz, Festa e Legado: Cem anos de Dona Amélia

Era uma noite de dezembro em São Paulo, dessas que misturam o frescor do verão com o brilho das luzes.

LEIA MAIS

Queriam vê-lo como um monstro, morto ou perdido no crime; e GU1NÉ os respondeu com

“Nasce Mais Um Monstro”, o EP de estreia do rapper GU1NÉ, é também uma resposta aos que não acreditaram nele..

LEIA MAIS

Ana Canan: metáforas da solidão extraídas da natureza

Clique aquiClique aquiClique aqui Perfil Ana Canan FlickrClique aqui Previous Next Suave é viver sóGrande e nobre é sempreviver simplesmente.Deixa.

LEIA MAIS

CONTO: A ansiedade do vovô na hora que o cometa passou (Gil Silva Freires)

Seo Leonel tinha nascido em 1911, um ano depois da primeira passagem do cometa de Halley neste século vigésimo. Dessa.

LEIA MAIS

O Brasil precisa de políticas públicas multiculturais (por Leonardo Bruno da Silva)

Avançamos! Inegavelmente avançamos! Saímos de uma era de destruição da cultura popular por um governo antinacional para um momento em.

LEIA MAIS

Rodrigo Tardelli, um dos destaques das webséries nacionais

Divulgação Por mais que nossa arte seja, muitas vezes marginalizada e esquecida por seus próprios conterrâneos, há artistas que preferem.

LEIA MAIS