22 de julho de 2026

Peça escrita em 1974 apresenta a história da “A Rainha do Rádio”

(Divulgação/Assessoria)

 

Premiado no 13º Festival Iberoamericano de Teatro Mar Del Plata, na Argentina, o solo “A Rainha do Rádio”, de José Saffioti Filho, ganha uma temporada no Teatro Raposo Shopping (São Paulo-SP), entre 9 e 30 de agosto. A peça é protagonizada e idealizada pela atriz Mari Feil, tem direção de Gil Guzzo, figurinos de José Henrique Beirão, iluminação de Irani Apolinário e preparação vocal de Mônica Montenegro.

Ambientada em 1974, em plena ditadura militar brasileira, tempo de repressão aos meios de comunicação e às manifestações artísticas, a peça conta sobre a radialista Adelaide Fontana, que comandava o programa “Suspiros ao meio-dia” e foi demitida após 25 anos de casa. Ela resolve invadir e trancar o estúdio da Rádio Esperança para fazer um programa especial, no qual revela aos ouvintes, com humor e ironia, os reais motivos de sua saída: os baixos índices de audiência.

 

COMPREENDA A PEÇA

Nesse programa, veiculado à meia-noite, em contraponto com o horário anterior, Adelaide fala como bem entende sobre as alegrias e mazelas da sua vida, além de desafiar os poderosos da cidade, contando seus “podres” e apontando a hipocrisia que a cercava de forma irônica e divertida. O espetáculo discute os limites impostos às mulheres, principalmente às que ousavam desafiar o autoritarismo da época.

Escrita em 1976, a peça teve diversas montagens no Brasil e no exterior. A estreia foi no mesmo ano em São Paulo, com atuação de Cleyde Yaconis e direção de Antonio Abujamura, e devido à censura, a parte política precisou ser cortada. Em 1981, chegou às telonas com o diretor Luís Fernando Goulart e os atores Beyla Genauer e Paulo Guarnieri.

“Dirigir um espetáculo que tem um lugar importante na história do teatro é um grande privilégio. Porque ele foi escrito e encenado pela primeira vez num Brasil ainda dominado pelos militares e continua absolutamente atual trazendo à tona assuntos que ainda e cada vez mais precisam ser discutidos. E também porque é um texto forte que coloca toda e qualquer discussão num nível acima do senso comum”, ressalta o diretor Gil Guzzo.

 

PEÇA HISTÓRICA

O espetáculo teve sua estreia em dezembro de 2015 em Florianópolis, ficou em temporada na capital catarinense em abril de 2016, circulou em cidades como Itajaí (SC), Joinville (SC), Lages (SC), Foz do Iguaçu (PR) e Passo Fundo/RS (SESC), onde abriu a programação Arte Sesc – Cultura por toda parte. Foi convidado para encerrar o II Festival Curta Teatro de Macapá/AP e destacou-se como único espetáculo brasileiro selecionado para o 13º Festival Iberoamericano de Teatro “Cumbre de Las Américas” Mar Del Plata, em Buenos Aires, na Argentina, no qual recebeu os prêmios de melhor espetáculo solo e menção de melhor atriz. Em 2018, em janeiro, permaneceu em temporada no Teatro Municipal Maria Clara Machado, no Rio de Janeiro, e foi convidado para a abertura da Mostra de Teatro em Manaus, para o Festival Isnard Azevedo e para Festival de Teatro de Chapecó.

O espetáculo, licenciado pela SBAT – Sociedade Brasileira de Autores, é uma realização da Esfera Produções Artísticas.

 

(Divulgação/Assessoria)

 

SOBRE MARI FEIL – ATRIZ E IDEALIZADORA DO PROJETO

Mari Feil é atriz e produtora desde 1998, formada em Artes Cênicas e natural de Santa Catarina e radicada em São Paulo.

Seus trabalhos mais recentes são as montagens de “Passo de dois”, de Eduardo Pavlovsky; “A Rainha do Rádio”, de José Saffiotti Filho e direção de Gil Guzzo, pelo qual recebeu o prêmio Mejor Unipersonal Dramatico e indicação de melhor atriz, no 13º Festival iberoamericano de teatro “cumbre de las américas” Mar del Plata, Buenos Aires, Argentina; “As Criadas”, de Jean Genet e direção de Celso Nunes; “E se eu não quiser dançar? Um solo desritmado”, de Ed Anderson e direção Luzia Di Resende; “Ópera Elixir do Amor” e “O Barbeiro de Sevilha”, com maestro Jeferson Dela Rocca; “SAINT-SAËNS”; “Camile – Carnaval dos animais”, com direção de Lourcley Silva e orquestra da Aliança Francesa.

No cinema, trabalhou com os diretores Ângelo Sganzerla, Penna Filho, Uriel Pereira, dentre outros. Na televisão, participou do programa de humor “Sid Com Café”, exibido na REDE TV Nacional, e “It’s”, na Record de TV, dir. Phil Rocha.

 

SOBRE JOSÉ SAFFIOTI FILHO – DRAMATURGIA

O dramaturgo José Saffioti Filho nasceu em 10 de julho de 1947, na cidade de São José do Rio Preto. Além de jornalista, produtor cultural e funcionário do SESC SP, consolidou-se pelas inesquecíveis peças “O Estúpido Cupido contra Miss Cinelândia” (1975), “A Rainha do Rádio” (1976), “Coragem, Meu Bem, Coragem” (1980), que ganhou o prêmio da leitura dramática no XII Concurso Nacional de Dramaturgia do Serviço Nacional de Teatro; “As Malvaldas” (1994), entre outras.

 

SERVIÇO

Teatro Raposo Shopping – Sala Irene Ravache (Piso Cinema) – Rod. Raposo Tavares, km 14,5, Jd. Boa Vista (São Paulo-SP)

Temporada: 9 a 30 de agosto, às sextas-feiras, às 21h.

Ingressos: R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada).

Venda antecipada (sites + bilheteria – até 1 h): R$ 40 (inteira) e R$20 (meia-entrada)

Ingresso amigo: R$ 20

Venda online de ingressos: ingressoparatodos.com.br

Duração: 60 minutos

Classificação: 14 anos

Informações: (11) 97724-9717; WhatsApp: 11 99214-1680/ 94731-5745

raposo.com.br

esferaproducoes.art.br

splendoreproducoeseeventos.com.br/

Teatro Raposo Shopping – Sala Irene Ravache (Piso Cinema) – Rod. Raposo Tavares, km 14,5, Jd. Boa Vista

Temporada: 9 a 30 de agosto, às sextas-feiras, às 21h.

Ingressos: R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada).

Venda antecipada (sites + bilheteria – até 1 h): R$ 40 (inteira) e R$20 (meia-entrada)

Ingresso amigo: R$ 20

Venda online de ingressos: ingressoparatodos.com.br

Duração: 60 minutos

Classificação: 14 anos

Informações: (11) 97724-9717; WhatsApp: 11 99214-1680/ 94731-5745

raposo.com.br

esferaproducoes.art.br

splendoreproducoeseeventos.com.br/

 

 

Textos da assessoria de imprensa

 

 

 

 

 

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