24 de junho de 2026

Banda Ave Sangria lança single inédito composto nos anos 70

(Foto de Flora Negri)

 

A banda Ave Sangria lançou seu ultimo álbum em 1974, quando se consagrou, em alguns momentos, como uma das principais bandas de contracultura da cena pernambucana, levando o melhor da psicodelia.

Em 2014 o grupo voltou aos palcos, e tiveram a ideia de resgatar algumas composições “perdidas” do passado. Dentre essas, está “Dia a Dia”, uma música composta no período de 1972-1974.

Ainda neste ano, a Ave Sangria lança um álbum com 11 faixas inéditas, todas daquela época dos anos 1970. Além dessas, o álbum “Vendavais” integra ainda “O Pirata”, “Dois Navegantes”, “Hey Man”.

“O repertório do novo álbum persegue as características recorrentes do grupo: do divertimento escrachado à morbidez de temas sombrios, da crítica social implacável ao mais delirante psicodelismo, da agressividade dos rocks pesados ao lirismo acústico das baladas”, diz Marco Polo, vocalista e que assina as composições ao lado de Almir de Oliveira (voz, guitarra base). Paulo Rafael também integra o grupo com guitarra solo e viola.

 

 

LETRA

Quanta coisa foi preciso saber

Quanta coisa foi preciso aprender

Dei um beijo na menina

Ela embaixo e eu em cima

Dia a dia mais perto do amor

Quanta coisa foi preciso perder

Quanta coisa foi preciso esquecer

Levei um beijo da menina

Eu embaixo e ela em cima

Dia a dia mais perto do amor

Ah! Deixa morrer! Ah! Deixa nascer!

Lado a lado eu e a menina

Tudo debaixo e tudo de cima

Dia a dia mais perto do amor

 

 

 

 

 

Livro de Autoajuda

Nem todas as pessoas que escrevem livros de Autoajuda conseguiram resolver seus próprios problemas, mas sempre tem a fórmula mágica.

LEIA MAIS

Bersote é filosoficamente complexo e musicalmente indefinido em “Na Curva a Me Esperar”

A existência é pauta carimbada na música brasileira, como apontamos nesta reportagem de Jean Fronho (“Tom Zé já dizia: todo.

LEIA MAIS

“Minha jornada musical entre o Brasil e a Alemanha” – Um relato de Juliana Blumenschein

Sou Juliana Blumenschein, cantautora alemã-brasileira, nascida em 1992 em Freiburg, no sul da Alemanha. Filha de brasileiros de Goiânia, meus pais migraram.

LEIA MAIS

“Quer casar comigo?” (Crônica integrante da coletânea “Poder S/A”, de Beto Ribeiro)

Todo dia era a mesma coisa. Marieta sempre esperava o engenheiro chegar. “Ele é formado!”, era o que ela sempre.

LEIA MAIS

LITERATURA DO RAP, por Luiz Castelões

O rap é o mais importante gênero musical-literário do final do séc. XX.Assim como o post de rede social é.

LEIA MAIS

César Revorêdo: história íntima da solitude

O fimlimite íntimonada é além de si mesmoponto último. Orides Fontela 1. Prelúdio Essa nova série do artista visual Cesar.

LEIA MAIS

Nilson dos Santos: uma dimensão lúdica da vida

1. Há artistas cuja obra não nasce apenas da técnica, nem do aprendizado formal das escolas de belas-artes, nem muitos.

LEIA MAIS

Rock Popular Brasileiro, Edson Souza?

Baião com rock foi uma investida polêmica de Raul Seixas, entre outras misturas. Apesar disso, o cantor e compositor baiano.

LEIA MAIS

A invisibilidade da mulher com deficiência física (por Clarisse da Costa)

Eu amei o tema da redação da prova do ENEM de 2023: Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho.

LEIA MAIS

Da MPB a Nova MPB; Conheça Bruna Pauxis

Reprodução do instagram da artista. Presente nas plataformas digitais desde 2021, a jovem Bruna Pauxis tem nos fatores regionais influências.

LEIA MAIS