13 de dezembro de 2025

Arte Brasileira lança a coluna “Ler para se manter vivo”, de Kaique Kelvin

 A arte move o mundo e com ele a gente vai aguçando a criatividade, falar sobre as artes é uma forma de manter-se vivo. Vivo para a própria vida!

A literatura brasileira é rica em histórias e por vezes essas histórias se entrelaçam com o audiovisual, o cinema está presente em nossa cultura. Pensando no clássico “O Auto da Compadecida”, obra teatral de Ariano Suassuna e que mais tarde apareceu também no cinema e outras produções mais recentes, a literatura e o cinema cada vez mais marcam seu espaço.

Hoje é possível encontrar, em streamings famosos, muitas produções brasileiras e isso é ótimo!

Cultura, literatura e cinema são os focos da coluna “Ler para se manter vivo”, uma mistura que envolve tudo desse mundo mágico de contar histórias.

SOBRE O COLUNISTA KAIQUE KELVIN

Kaique Kelvin Gomes é paulista, com ares de cidade do interior, desde cedo já escolheu qual caminho seguiria, professor e escritor. Tudo começou ainda na escola, quando ele se deparou com a literatura portuguesa e brasileira, a arte da escrita conquistou o jovem leitor e despertou a vontade de escrever e criar histórias. Mas foi por meio do incentivo de sua professora de Língua Portuguesa e Literatura que o primeiro poema que escreveu se transformou em livro.

Logo em seguida, após o ensino médio, já ingressou no curso de Licenciatura em História e hoje atua como professor em escola pública.

Autor dos livros “Chão Ventoso” publicado de forma independente em 2014, com poemas que escreveu na escola, “Céu de Estrelas e um pouco Apaixonado” publicado pela Editora Multifoco em 2018, um livro que mistura poemas e crônicas de amor e sentimentalidade e “Felicidade pra quê te Quero?” publicado pela Chiado Books, no Brasil e Portugal em 2021, nesse livro o tema “felicidade” é destaque, com suas crônicas e poemas conhecemos história que falam de felicidade. Aos sábados comanda um programa de Música Popular Brasileira (MPB) no Rádio FM.

Já participou de concursos literários como o Mapa Cultural Paulista na modalidade literatura, da Antologia Palavra é Arte e de duas edições da Antologia Brasileira Contemporânea “Além da Terra Além do Céu”.

Hoje, por amor ao que gosta, se arrisca a falar de literatura!

Newsletter

Goreth Caldas: um sistema de metáforas (das tantas esperas)

Entre os escaravelhos e o arbustodo peito frágil existemsegredos buscando alívioatravés de sussurros. Henriqueta Lisboa 1. Goreth Caldas (Caicó, 1958), embora.

LEIA MAIS

Cuba, a Ilha da Utopia

Artigo escrito em maio de 2024 pelo maestro Kleber Mazziero sob encomenda para a Arte Brasileira Em fevereiro de 2023,.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: O funcionamento de um cineclube (com Cadu Modesto e Tiago Santos Souza)

Neste episódio, Matheus Luzi investiga os cineclube, casas de cinema independentes cujo o viés comercial é, na prática e teoria,.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: Por que o rock deixou o mainstream brasileiro? (com Dorf)

As novas gerações se assustam quando escutam que o rock já protagonizou o mainstream brasileiro. Não à toa. Atualmente, o.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: A arte como resistência política e social (com Gilmar Ribeiro)

Se a arte é censurada e incomoda poderosos do capital, juízes, políticos de todas as naturezas, chefões do crime organizado,.

LEIA MAIS

Olympia Bulhões: a casa de morada e seus emblemas simbólicos

Não te fies do tempo nem da eternidade que as nuvens me puxam pelos vestidos. que os ventos me arrastam contra.

LEIA MAIS

Edilson Araújo: verde que te quero verde

Verde que te quiero verde.Verde Viento. Verdes ramas.El barco sobre la mar y el caballo em la montãna. Federico García.

LEIA MAIS

Bárbara Silva: mais um caminho para compreender a Nova MPB

Recentemente, nós publicamos sobre “o que é, afinal, a Nova MPB?”. A matéria que pode ser acessada aqui nos traz.

LEIA MAIS

Pietro desce às regiões pelágicas do ser

Apesar dos sete mares e outros tantos matizes somos um. Henriqueta Lisboa 1. Malgrado as secas periódicas e as terras nem.

LEIA MAIS

Bersote é filosoficamente complexo e musicalmente indefinido em “Na Curva a Me Esperar”

A existência é pauta carimbada na música brasileira, como apontamos nesta reportagem de Jean Fronho (“Tom Zé já dizia: todo.

LEIA MAIS