25 de junho de 2026

“acho que ela é uma espécie de desabafo”, diz integrante da Antiprisma sobre novo single

 

Não é uma tarefa fácil unir o blues com o tempero brasileiro. Muito mais difícil é ser politizado sem arrumar algumas desavenças. Indo de encontro a esses conceitos, o Antiprisma lança o single SÓ PORQUE VOCÊ NÃO SE ESCONTROU, uma sutil provocação direcionada aqueles que acreditam que o mundo é o seu playground. O single é um lançamento Alcalina Records e está disponível nas principais plataformas de streaming.

O título do próximo álbum, HEMISFÉRIOS, não é à toa. Cada música é um convite para conhecer lugares diferentes e perceber-se com sentimentos conflitantes. Enquanto em FOGO MAIS FOGO, a influência da música oriental pulsava forte e acompanhava a mensagem contemplativa, neste single a ideia é o não comodismo, o conselho que a gente precisa e não quer ouvir.

“Eu tinha essa melodia e estrutura que, para mim, seria de uma música com uma cara bem diferente do que acabou ficando. Depois que mostrei para o Victor, ele imediatamente viu que na verdade aquilo era meio que um blues. A partir daí finalmente encontramos a ‘vocação’ da música e ela tomou forma com uma vibe mais rústica”, relembra Elisa Moreira (voz, violão e guitarra).

Com forte influência do blues e dos Rolling Stones do fim da década de 60, o single traz uma vibe seca, quase rústica, que acompanha a letra visceral.

“Achamos que seria um bom momento trazer esse espírito pra perto de nós, talvez até mesmo pelo tema da canção, que dispensa maquiagem. A respeito da letra, acho que ela é uma espécie de desabafo, e talvez por isso mesmo ela tenha surgido tão rápido! É algo sobre essa triste e constante mania que temos de julgar cegamente, de pronunciar afirmações no automático a ponto de não pensarmos mais por nós mesmos. Um mau hábito que acaba virando um tipo de dominação”, explica Victor José (voz, violão, guitarra e viola caipira).

Primeiro lançamento do Antiprisma com bateria, SÓ PORQUE VOCÊ NÃO SE ENCONTROU traz a participação do baterista Marlon Marinho, que acompanha o duo em algumas faixas do disco. A ficha técnica do single também conta com Elisa Moreira na voz, violão e piano; e Victor José na voz, baixo, violão e guitarra. A canção conta com mixagem e masterização de Filipe Consolini, além da Engenharia de Som, de Fábio Cardelli e da própria dupla. A capa do single foi produzida por Elisa (foto) em parceria com Paula Higa (montagem).

 

Clique aqui para ouvir.

 

(Texto da assessoria de imprensa)

 

 

 

 

Newsletter

Bethânia só sabe amar direito e Almério também (Crítica de Fernanda Lucena sobre o single

O mundo acaba de ser presenteado com uma obra que, sem dúvidas, nasceu para ser eterna na história da música.

LEIA MAIS

Curta a Festa Junina ao som de “Arraiá da Aydê”

A festa junina originou-se antes mesmo da Idade Média, há séculos. No Brasil, foi trazida pelos portugueses ainda no Brasil.

LEIA MAIS

Editoras para publicar seu livro de ficção científica e fantasia

Para aqueles que amam a fantasia e a ficção científica, sejam leitores ou escritores, trago aqui três editoras brasileiras que.

LEIA MAIS

Resenha do filme “O Dia em que Dorival Encarou o Guarda”, de 1986 (por Tiago

Olá a todos! Feliz ano novo! Vida longa e prospera! Bom, a primeira obra do ano se chama “O Dia.

LEIA MAIS

Carlos Gomes: um naïf registra e exulta uma pintura lúdica

O homem benigno faz bem à sua própria alma, mas o cruel perturba a sua própria carne. Provérbios, 11, 17.

LEIA MAIS

Damião Costa: a pintura como morada do instante

O artista Damião Costa (São Vicente, RN, 1987), desde a infância, quando os olhos se detinham nos leilões televisivos de.

LEIA MAIS

CONTO: A Falta de Sorte no Pacto de Morte (Gil Silva Freires)

Romeu amava Julieta. Não se trata da obra imortal de Willian Shakespeare, mas de uma história de amor suburbana, acontecida.

LEIA MAIS

Analice Uchôa: o vinco da arte nas dobras da realidade

Se acaso me tivessem dado o jugo e o poder de apontar a obra de um pintor naïf como um.

LEIA MAIS

O Ventania e suas ventanias – A irreverência do hippie

(Todas as imagens são reproduções de arquivos da internet) A ventania derruba árvores, derruba telhas, derruba vidas. Mas a verdade.

LEIA MAIS

Uma história que esperou 200 anos para ser contada – Por Victor Mascarenhas

Há 200 anos, mais precisamente no dia 7 de setembro de 1822, nas margens plácidas do riacho Ipiranga, D.Pedro deu.

LEIA MAIS