21 de setembro de 2026

O talento disfarçado de Mc Roonny, que rima em prol da liberdade

 

Com apenas 17 anos, o jovem Ronaldo Santos Batista Ferreira, mais conhecido como Mc Roonny, atua em Salvador, nas batalhas de rima e tem um talento nato que faz pegar fogo. 

No próximo mês, ele vai lançar seu single de estreia e deseja investir muito em sua carreira no funk baiano. O artista não se identifica muito com o Rap, e crava sua poesia e mensagem pro meio da atual cena do funk do Brasil.

Ronaldo, apesar de não ser jogador, mas sim MC, o funk é como um futebol para ele, tocou a bola e ele sai driblando toda maldade. O moleque que tem apenas 17 anos tem um futuro próspero e só tem a crescer, precisa apenas de uma oportunidade de ouro e persistência.

Ele é mais um no meio de uma comunidade visualizada negativamente, mais um jovem talento demais que não tem aproveitamento e nem apoio de governo ou estado…

Grave esse nome: MC Roonny, mais um jovem que vai sair do Marechal para o mundo! 

Siga @mcroonny 

 

 

Luan FH – Ronny, qual o seu maior objetivo e sonho hoje em dia?

Me tornar um MC profissional, famoso e tendo objetivos em mentes como crescer na vida, ter um futuro melhor e ajudar muito a minha coroa (mãe) que me criou sozinha. Ela merece o mundo! E também poder ter uma grana a mais para ajudar algumas pessoas que precisam de ajuda, sabe?

 

Luan FH – E por quê o funk? 

No funk eu vejo várias coisas boas e coisas ruins, o funk sendo desmoralizado, tendo uma visão pela sociedade como algo que só traz drogas, destruição e negatividade. Eu vou tentar me encaixar na cena do funk baiano da melhor maneira, tentando construir algo bom. 

 

Luan FH – Você se considera muito bom? 

Com toda certeza! Me garanto muito e tenho muita confiança!

 

Luan FH – Tem alguma visão para passar?

Nunca desista dos seus sonhos, sempre vão existir pessoas que vão te jogar para baixo e poucas vão te ajudar e apoiar, só que você tem que se apoiar nessas que estão do seu lado. O meu objetivo não é só ficar rico, mas também trazer o funk para a Bahia, dizer que a favela venceu, sabe? É um grito futuro que eu quero dar! Trazer alegria, paz, prosperidade e só fé!

 

Luan FH – Qual a sua maior dificuldade?

Não ter um pai do meu lado e ver minha mãe fazendo as duas funções: Pai e mãe. E sendo sincero, graças a Deus ela nunca pensou em abandonar ou pular do barco, sempre no fundo do poço esteve do meu lado me apoiando e eu sou muito grato!

 

Luan FH – Vai lançar um EP?

Pretendo com forças!

 

COLUNISTA LUAN FH 

20 anos, escritor e colunista,

gosta do indie brasileiro

e coisas antigas

 

 

 

 

 

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