25 de maio de 2026

Com apenas dois singles, Gab Sanches já demonstrou o que é sua carreira solo

Divulgação.

Por volta dos 13/14 anos, o então adolescente Gab Sanches começou a compor músicas. Aproximadamente dois anos depois, ele, ao lado de outros quatro jovens, montou sua primeira banda. No entanto, a carreira solo, que nasceria um tempo adiante, parece ter cravado o coração do artista.

“Eu sentia que colocava muita energia e os outros não se importavam com a banda, então ter que depender de outras cabeças pra poder tomar decisões e fazer as coisas, complicava. Por outro lado, fazer um show ao vivo em formato de banda era sensacional.”

Ele continua sua explicação. “Na carreira solo eu me sinto mais proativo e independente, porque eu posso decidir as coisas e eu gosto disso, de não depender de outras pessoas que não se importam, pra algo que eu me importo muito. Por outro lado, fazer um som amplificado em formato de banda não tem preço.”

Nessa “solitude musical” em que Gab se encontra atualmente, também o abre espaço para ser a cabeça daquilo que irá cantar, tanto quanto músico, quanto letrista. Em seus dois singles lançados até o encerramento dessa reportagem, Gab fala sobre o momento do flerte, da paquera.

No entanto, cabe espaço para outras ideias, o que, quem sabe, pode surgir em suas novas canções. “Eu não sei dizer muito bem, eu as vezes escrevo frases avulsas e me apego nelas até escrever algo que eu goste para continuar elas, o que faz a letra as vezes começar com um sentido e misturar com outro. Entao isso me faz dizer que ja escrevi letras sobre ‘o sentido da vida’ e sobre a vida em si, e até mesmo letras que não consigo encontrar uma palavra ou ideia central pra definir.”

Quando perguntamos a Gab se haveria a possibilidade de definição da sua música, eles nos deu essas palavras: “Pra mim é um pouco difícil definir isso hoje em dia, quando comecei meu interesse era em fazer Rock and Roll apesar de sempre ter curtidos outros estilos como bossa nova/mpb também. De alguma forma, eu conheci o funk/soul Music e me apaixonei totalmente e dali em diante isso começou a ficar perceptível nas minhas composições de rock.”

Ele conitnua: “Depois me mudei pra Austrália e me conectei fortemente com música brasileira e jeitos de cantar, e então comecei a cantar em uma banda de blues com uns gringos coroas e me apaixonei por cantar nesse estilo musical. Quando eu decidi entrar de cabeça numa carreira solo e não de banda, eu me vi só com um violão, e comecei a compor músicas em inglês, que eram e ainda são as vezes um pouco mais pop, talvez, mas com minhas influências de soul.”

O estilo de Gab Sanches é bastante diferente. Talvez isso se explique, também, pelas épocas que chamam a atenção do artista. “E é sempre bom frisar que a maioria das músicas e artistas/bandas que mais gosto são dos anos 60 e principalmente 70. Pra falar de minhas vertentes e referências, tenho que citar os anos 70, década que eu amo as músicas, estilo, roupas etc.”

“Pra não dizer que não falei das flores”, o hino contra a ditadura

  Dizer que a música “Pra não dizer que não falei das flores”, de Geraldo Vandré foi um hino contra.

LEIA MAIS

Espiritualidade de pai para filho, a mensagem da nova música do israelense Ari Fraser

ARI FRASER, músico israelense, cria uma canção de ninar comovente e profundamente espiritual nesta canção. A letra se desdobra como.

LEIA MAIS

Curta a Festa Junina ao som de “Arraiá da Aydê”

A festa junina originou-se antes mesmo da Idade Média, há séculos. No Brasil, foi trazida pelos portugueses ainda no Brasil.

LEIA MAIS

Por que Sid teima em não menosprezar o seu título de MC?

Sobre seu primeiro single de 2022, ele disse que “quis trazer outra veia musical, explorar outros lados, brincar com outros.

LEIA MAIS

Goreth Caldas: um sistema de metáforas (das tantas esperas)

Entre os escaravelhos e o arbustodo peito frágil existemsegredos buscando alívioatravés de sussurros. Henriqueta Lisboa 1. Goreth Caldas (Caicó, 1958), embora.

LEIA MAIS

Editoras para publicar seu livro de ficção científica e fantasia

Para aqueles que amam a fantasia e a ficção científica, sejam leitores ou escritores, trago aqui três editoras brasileiras que.

LEIA MAIS

Uma breve leitura dos festivais de ontem e de hoje

Nesta manhã de quinta-feira, dia 22 de março de 2017, acabei de ler o livro “Tropicália – A história de.

LEIA MAIS

Queriam vê-lo como um monstro, morto ou perdido no crime; e GU1NÉ os respondeu com

“Nasce Mais Um Monstro”, o EP de estreia do rapper GU1NÉ, é também uma resposta aos que não acreditaram nele..

LEIA MAIS

CONTO: Os Bicos de Gás e o Cigarro King Size (Gil Silva Freires)

Maldita família. Malditos papai-mamãe-titia, como diziam os Titãs. Kleber era fã incondicional dos Titãs e a proibição paterna de assistir.

LEIA MAIS

Uma aula sobre samba paulista com Anderson Soares

Patrimônio cultural imaterial do nosso país, o samba foi descrito e explicado por incontáveis fontes, como estudantes do tema, jornalistas,.

LEIA MAIS