16 de agosto de 2026

O espetáculo sinfônico-rock da banda Tripoli em “Underground”

“Underground” é o primeiro lançamento da banda Tripoli em 2023 e marca, assim, a chegada de outros singles, numa série de lançamentos. A canção, que circula dentro do rock internacional, é destinada aos jovens e as turbulências pelas quais eles vivem nesta década, como a recente pandemia de Covid-19, crise econômica mundial, guerras e futuro incerto. A música, lançada em 27 de janeiro, é inspirada em artistas como Phoebe Bridgers e Neil Young.

Bem elaborada quanto aos arranjos, sendo comparada até mesmo à um espetáculo sinfônico, a música tenta, de certa forma, examinar questões que perambulam na cabeça dos jovens em luta na construção do seu próprio futuro. Então, a letra questiona se conhecem os seus objetivos/ideais e como chegarem lá, entre outros assuntos. Já no refrão, a banda vai à máxima de como, apesar dos esforços, ainda é possível que esses jovens fracassem, ainda que muitos outros conseguirão superar os problemas. Por fim, a letra é de esperança, acreditar em algo bom mesmo diante das sombras. Um trecho da letra sintetiza isso muito bem: “Eu vou aguentar porque tenho braços pra cair, o que você sente eu também sinto”.

“Underground” dá sequência a uma banda que iniciou seus lançamentos fonográficos em 2017. A Tripoli é uma banda liderada por mulheres da Cidade do México, formada por Misha (vocais), Jæk (vocais), Javier (baixo), Nicole Picazo (teclas) e Crotter (bateria/guitarra). Apesar de serem ecléticas até certo nível, as maiores referências dos cinco artistas são as bandas Pink Floyd, Porcupine Tree e Rush. Atualmente, a banda coleciona cinco singles e um álbum homônimo lançados, todos disponíveis nas plataformas de streaming.

Maringa Borgert guia passeio pela história, cultura e artes do Mato Grosso do Sul

O Mato Grosso do Sul é um estado independente e unidade da Federação desde o final dos anos 1970 quando.

LEIA MAIS

“Minha jornada musical entre o Brasil e a Alemanha” – Um relato de Juliana Blumenschein

Sou Juliana Blumenschein, cantautora alemã-brasileira, nascida em 1992 em Freiburg, no sul da Alemanha. Filha de brasileiros de Goiânia, meus pais migraram.

LEIA MAIS

Rock Popular Brasileiro, Edson Souza?

Baião com rock foi uma investida polêmica de Raul Seixas, entre outras misturas. Apesar disso, o cantor e compositor baiano.

LEIA MAIS

“Sertão Oriente”, álbum no qual é possível a música nordestina e japonesa caminharem juntas

A cultura musical brasileira e japonesa se encontram no álbum de estreia da cantora, compositora e arranjadora nipo-brasileira Regina Kinjo,.

LEIA MAIS

ENTREVISTA – Literatura de Renan Wangler reforça ancestralidade e luta da população negra

A população negra precisa estar conectada com a literatura, cultura e arte, dessa forma podemos estar conectados com a nossa.

LEIA MAIS

O Brasil precisa de políticas públicas multiculturais (por Leonardo Bruno da Silva)

Avançamos! Inegavelmente avançamos! Saímos de uma era de destruição da cultura popular por um governo antinacional para um momento em.

LEIA MAIS

Pedro Pereira: azul que te quero azul

Comer muito mel não é bom; assim,a investigação da própria glórianão é glória. Provérbios 25:27 A pintura de Pedro Pereira.

LEIA MAIS

Fábio Di Ojuara: umas tantas facetas de uma obra multiforme

Uma noite, sentei a Beleza nos meus joelhos. – E acheia-a amarga. E injuriei-a.Armei-me contra a justiça.Fugi. Ó feiticeiras, ó.

LEIA MAIS

FAROL DE HISTÓRIAS – Projeto audiovisual que aproxima crianças da leitura

Para Michelle Peixoto e Vinícius Mazzon, a literatura tem seu jeito mágico, prático e divertido de chegar às crianças brasileiras..

LEIA MAIS

PUPILA CULT – O lado desconhecido da “Terra do Rei do Gado”

Assim como qualquer outro lugar, histórias e curiosidades são deixadas para trás e acabam caindo no esquecimento ou até sendo.

LEIA MAIS