17 de outubro de 2026

Tim Maia em 294 palavras

Ícone do pop nacional, Tim Maia nasceu no Rio de Janeiro, no bairro da Tijuca, em 1942. Antes do sucesso, Tim Maia, nascido como Sebastião Rodrigues Maia, trilhou muitos outros caminhos. Aos 15 anos, formou sua primeira banda, o grupo “The Sputniks”, ao lado de Roberto Carlos e outros cantores. Dois anos depois, foi para os Estados Unidos, onde “Jim”, como era chamado na Terra do Tio Sam, teve contato mais intenso com a música negra, mas também se envolveu em pequenas transgressões, o que o levou a ser preso em 1963 por roubo e porte de droga, sendo liberado em 64 e deportado ao Brasil.

De volta à sua terra, Tim Maia usou tudo o que aprendeu da música negra americana e, junto com sua brasilidade nativa, produziu o disco de Eduardo Araújo e teve composições gravadas por Roberto Carlos e Erasmo Carlos. Foi nessa época que começou a se apresentar em programas de rádio e TV. Mas foi somente em 1970 que Tim Maia lançou seu primeiro LP solo. Homônimo, o disco já apresentou logo de cara sucessos como “Azul da Cor do Mar”, “Primavera”, e “Eu Amo Você”. Um ano depois lançou outro disco, com o sucesso “Não Quero Dinheiro, Só Quero Amar”. Após lançar o terceiro disco em 1975, como parte da sua entrada à seita Universo em Desencanto, Tim Maia inaugurou seu próprio selo, uma vez que sempre teve atritos com as gravadoras. Com o selo “Seroma”, que depois virou a gravadora “Vitória Régia”, lançou canções como “Que Beleza”, “Descobridor de Sete Mares” e “Me Dê Motivo”.

Envolvimento com drogas e álcool marcaram a vida de Tim Maia, que faleceu em Niterói, no Rio de Janeiro, no dia 15 de março de 1998, sob o diagnóstico de infecção generalizada. 

Gabriel O Pensador, sempre insatisfeito em “Matei o Presidente”

Reportagem escrita por Nathália Pandeló em outubro de 2018 e editada por Matheus Luzi   Há quem diga que o.

LEIA MAIS

Francisco Eduardo:  a geometria do corpo e suas personas

 Quando quis tirar a máscara,Estava pegada à cara.Quando a tirei e me vi ao espelho,Já tinha envelhecido. Fernando Pessoa  .

LEIA MAIS

Adonay: universais variações sobre o mesmo tema

Como saber, se há tanta coisa do que falar ou não falar?E se o evitá-la, o não falar, é forma.

LEIA MAIS

Francisco Eduardo: retratos, andanças e marinas fundam uma poética

Veredas são caminhos abertos, livres entre florestas inóspitas ou suaves e são símbolos de ruas de escassez de cidades com seus bairros de.

LEIA MAIS

Madé Weiner: da atualidade de ressignificar técnicas das artes visuais

  Sempre evitei falar de mim,  falar-me. Quis falar de coisas.  Mas na seleção dessas coisas  falar-me. Quis falar de coisas. .

LEIA MAIS

Danilo Martire exercita o uso saudável da IA Generativa ao gravar single com Kate, cantora

“Eu canto a beleza de ver minha filha dormindo na mais perfeita harmonia”, é esta a fala de Danilo Martire.

LEIA MAIS

Jardel: o silêncio que sopra sussurros do longe

Os humanos são sozinhos.Por mais que haja amizade, amor,companhia, a solidão é da essência. Clarice Lispector  1. Jardel (João Pessoa,.

LEIA MAIS

É tempo de celebrar o folclore brasileiro (Luiz Neves Castro)

FOLCLORE BRASILEIRO – Em agosto, comemoramos o Mês do Folclore no Brasil com a passagem do Dia do Folclore em.

LEIA MAIS

Comentários sobre “Saneamento Básico, O Filme”

Dialogo do filme: Figurante #1 -Olha quem vem lá!! Figurante #2 – Quem? Figurante #1 – É A Silene! Figurante.

LEIA MAIS

Curador Mario Gioia reflete a importância do artista visual Octávio Araújo

(Crédito: Olney Krüse) Os casos ainda muito vivos de racismo – como por exemplo, o que envolveu o norte americano.

LEIA MAIS