18 de agosto de 2026

Artista plástico e escritor lança livro que critica se realmente foi para todos a Copa do Mundo e as Olimpíadas realizadas no Brasil

(Foto: Divulgação)

 

O Rio de Janeiro sediou parte da Copa do Mundo de Futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, eventos marcantes na história da cidade e do estado, bem como na memória de grande parte dos brasileiros. Porém, estes eventos trouxeram consigo diversos questionamentos e controvérsias: as remoções forçadas de famílias em vários morros e favelas, o não cumprimento de promessas relacionadas ao meio ambiente – como a despoluição da baía de Guanabara e da lagoa de Jacarepaguá –, o superfaturamento de várias obras – como a do estádio do Maracanã – e a real possibilidade da Aldeia Maracanã se tornar um estacionamento, por exemplo.

Estas e outras questões foram tema do trabalho de muitos artistas do estado do Rio de Janeiro. Entre estes, está Alex Frechette, artista plástico e escritor que mapeou grande parte das obras críticas aos megaeventos que surgiram neste período. O trabalho, resultado de sua dissertação de mestrado em Turismo na Universidade Federal Fluminense, está sendo lançado pela Circuito, editora especializada em arte e cultura contemporâneas. O livro “Copa pra quem? Olimpíadas pra quem? Arte e megaeventos no Rio de Janeiro – contranarrativas na cidade turística” é uma pesquisa que traz um panorama histórico das problemáticas das Olimpíadas e das Copas do Mundo, abordando também as manifestações que antecederam os megaeventos brasileiros, como as Jornadas de Junho de 2013.

O livro une os temas arte e turismo de forma a abordar seus pontos de contato, ou seja, suas características essenciais como fenômenos sociais, em uma crítica às posições elitistas e excludentes dos eventos pretensamente “para todos”. Esta é a principal tônica da publicação, que também conta com o depoimento (e reprodução das obras) dos artistas engajados neste tema.

A orelha conta com as impressões do professor e teórico das artes Jorge Vasconcellos, e o prefácio fica por conta da Profª Drª Karla Godoy, orientadora da dissertação, ambos docentes da UFF.

 

SERVIÇO

Título: “Copa pra quem? Olimpíadas pra quem? Arte e megaeventos no Rio de Janeiro – contranarrativas na cidade turística”

Editora: Circuito

Preço: R$ 35,00

251 páginas

LANÇAMENTO:

Data: 22 de março (sexta-feira)

Horário: 18h

Local: Obelisco da Praça Mauá (próximo ao MAR e ao Museu do Amanhã), Centro/RJ

 

(Texto da assessoria de imprensa)

 

 

 

 

Por que os artistas gospels fazem lançamentos com playbacks?

É comum (e até tradicional) que artistas da música gospel realizem lançamentos acompanhados de playback, uma faixa a mais sem.

LEIA MAIS

Damião Costa: a pintura como morada do instante

O artista Damião Costa (São Vicente, RN, 1987), desde a infância, quando os olhos se detinham nos leilões televisivos de.

LEIA MAIS

A luta da mulher e a importância de obras que contribui nessa jornada

Não tem uma receita básica, não nascemos prontas. Aprendemos com a vida. Diariamente temos que lutar para se afirmar. Porque.

LEIA MAIS

“O único assassinato de Cazuza” (Conto de Lima Barreto)

HILDEGARDO BRANDÂO, conhecido familiarmente por Cazuza, tinha chegado aos seus cinqüenta anos e poucos, desesperançado; mas não desesperado. Depois de.

LEIA MAIS

Paz, Festa e Legado: Cem anos de Dona Amélia

Era uma noite de dezembro em São Paulo, dessas que misturam o frescor do verão com o brilho das luzes.

LEIA MAIS

Produzido por alunos do ensino público, Jornal PUPILA CULT está disponível em plataforma digital

Jornal PUPILA CULT é uma realização da OFIJOR – A Oficina de Experiência Prática de Jornalismo (OFIJOR) é um projeto social,.

LEIA MAIS

Queriam vê-lo como um monstro, morto ou perdido no crime; e GU1NÉ os respondeu com

“Nasce Mais Um Monstro”, o EP de estreia do rapper GU1NÉ, é também uma resposta aos que não acreditaram nele..

LEIA MAIS

Os vários Olhos D’agua de Conceição Evaristo

Poderia ser mais uma daquelas resenhas que escrevo sobre um livro que eu acabara de ler, no entanto é algo.

LEIA MAIS

“Minha jornada musical entre o Brasil e a Alemanha” – Um relato de Juliana Blumenschein

Sou Juliana Blumenschein, cantautora alemã-brasileira, nascida em 1992 em Freiburg, no sul da Alemanha. Filha de brasileiros de Goiânia, meus pais migraram.

LEIA MAIS

Geometria e metalinguagem em Marieta Lima

  A pintora Marieta Lima estudou geometria e desenho acadêmico com irmã Inês, no antigo Colégio das Freiras. Tendo, posteriormente,.

LEIA MAIS