9 de agosto de 2026

Artista plástico e escritor lança livro que critica se realmente foi para todos a Copa do Mundo e as Olimpíadas realizadas no Brasil

(Foto: Divulgação)

 

O Rio de Janeiro sediou parte da Copa do Mundo de Futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, eventos marcantes na história da cidade e do estado, bem como na memória de grande parte dos brasileiros. Porém, estes eventos trouxeram consigo diversos questionamentos e controvérsias: as remoções forçadas de famílias em vários morros e favelas, o não cumprimento de promessas relacionadas ao meio ambiente – como a despoluição da baía de Guanabara e da lagoa de Jacarepaguá –, o superfaturamento de várias obras – como a do estádio do Maracanã – e a real possibilidade da Aldeia Maracanã se tornar um estacionamento, por exemplo.

Estas e outras questões foram tema do trabalho de muitos artistas do estado do Rio de Janeiro. Entre estes, está Alex Frechette, artista plástico e escritor que mapeou grande parte das obras críticas aos megaeventos que surgiram neste período. O trabalho, resultado de sua dissertação de mestrado em Turismo na Universidade Federal Fluminense, está sendo lançado pela Circuito, editora especializada em arte e cultura contemporâneas. O livro “Copa pra quem? Olimpíadas pra quem? Arte e megaeventos no Rio de Janeiro – contranarrativas na cidade turística” é uma pesquisa que traz um panorama histórico das problemáticas das Olimpíadas e das Copas do Mundo, abordando também as manifestações que antecederam os megaeventos brasileiros, como as Jornadas de Junho de 2013.

O livro une os temas arte e turismo de forma a abordar seus pontos de contato, ou seja, suas características essenciais como fenômenos sociais, em uma crítica às posições elitistas e excludentes dos eventos pretensamente “para todos”. Esta é a principal tônica da publicação, que também conta com o depoimento (e reprodução das obras) dos artistas engajados neste tema.

A orelha conta com as impressões do professor e teórico das artes Jorge Vasconcellos, e o prefácio fica por conta da Profª Drª Karla Godoy, orientadora da dissertação, ambos docentes da UFF.

 

SERVIÇO

Título: “Copa pra quem? Olimpíadas pra quem? Arte e megaeventos no Rio de Janeiro – contranarrativas na cidade turística”

Editora: Circuito

Preço: R$ 35,00

251 páginas

LANÇAMENTO:

Data: 22 de março (sexta-feira)

Horário: 18h

Local: Obelisco da Praça Mauá (próximo ao MAR e ao Museu do Amanhã), Centro/RJ

 

(Texto da assessoria de imprensa)

 

 

 

 

Lupa na Canção #edição19

Muitas sugestões musicais chegam até nós, mas nem todas estarão aqui. Esta é uma lista de novidades mensais, com músicas.

LEIA MAIS

Curta a Festa Junina ao som de “Arraiá da Aydê”

A festa junina originou-se antes mesmo da Idade Média, há séculos. No Brasil, foi trazida pelos portugueses ainda no Brasil.

LEIA MAIS

O lado cineasta de Oswaldo Montenegro

  O lado musical e poético de Oswaldo Montenegro é reconhecido Brasil afora, mas o lado cineasta do artista é.

LEIA MAIS

Jardel: o silêncio que sopra sussurros do longe

Os humanos são sozinhos.Por mais que haja amizade, amor,companhia, a solidão é da essência. Clarice Lispector  1. Jardel (João Pessoa,.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: O quê realmente faz o diretor de imagem? (com Diogo Pace)

Este episódio tem o intuito de investigar uma profissão essencial de toda produção audiovisual, como programas de entretenimento e jornalismo,.

LEIA MAIS

“Repousa”, o R&B sensual de ÀRT e Vini Del Rio

Os cantores e compositores cariocas ÀRT e Vini Del Rio se unem no single “Repousa”, um sensual R&B. Amigos de.

LEIA MAIS

O poderoso Chefão, 50 Anos: Uma Obra Prima do Cinema contemporâneo

Uma resenha sobre “O Poderoso Chefão” “Eu vou fazer uma oferta irrecusável” “Um homem que não se dedica a família.

LEIA MAIS

Artistas destacam e comentam álbuns de 2023 e de outros anos

Sob encomenda para a Arte Brasileira, o jornalista Daniel Pandeló Corrêa coletou e organizou comentários de onze artistas da nova.

LEIA MAIS

Damião Costa: a pintura como morada do instante

O artista Damião Costa (São Vicente, RN, 1987), desde a infância, quando os olhos se detinham nos leilões televisivos de.

LEIA MAIS

CONTO: Fixação Autêntica e Gêmeas Idênticas (Gil Silva Freires)

Antônio Pedro estava casado havia mais de um ano e ainda não tinha aprendido a distinguir sua esposa da irmã.

LEIA MAIS