18 de abril de 2026

Céssy e suas canções são para sentir a presença da Terra

Conecte-se com as canções de "Compor e Cantar 6: Ritual", EP disponível à partir desta segunda-feira (19).

A música é um ciclo, um ritual de amor. Para a compositora, cantora e jornalista Céssy (Marilda Gifalli), essa máxima se renova com o lançamento de seu sexto volume de inéditas. O EP “Compor e Cantar 6: Ritual” chega às plataformas no dia 19 de janeiro de 2026.

Céssy tem uma história de vida que prova que a paixão pela arte não tem prazo de validade. Depois de dar uma pausa na carreira que ela considerou essencial, o amor pela composição a trouxe de volta aos estúdios em 2018, já na maturidade, com uma energia de quem está apenas começando.

Céssy tem uma história de vida que prova que a paixão pela arte não tem prazo de validade. Depois de dar uma pausa na carreira que ela considerou essencial, o amor pela composição a trouxe de volta aos estúdios em 2018, já na maturidade, com uma energia de quem está apenas começando.

Seu novo EP, o sexto da sequência “Compor e Cantar”, é um abraço sonoro no romantismo das décadas de 80 e 90, sem perder a sensibilidade sofisticada que marcou grandes nomes da música brasileira como Joana, Roberto Carlos e Peninha. O sexto EP é uma aposta melódica e harmônica que toca a alma de forma direta. Com quatro faixas, Céssy leva o público a uma viagem que é, ao mesmo tempo, íntima e universal.

O coração do EP é a música Mato Grosso Nunca Mais; uma homenagem tocante à mãe da artista, que completou 100 anos em 2024. A composição resgata com profundidade as memórias da infância, os pés descalços, às feridas da vida, os valores familiares e a dignidade humana. Céssy prova que a música é, acima de tudo, um ato de afeto.

Para quem ama poesia, “Compor e Cantar 6: Ritual” é um convite imperdível.

Veja o ”faixa a faixa” do EP: 

Ritual: 

Descreve a transformação da natureza diante da Noite e do Dia. Uma maneira lúdica de descrever os elementos (Estrela; Universo; Mata; Horizonte; Lua, entre outros). Através da melodia e da poesia, a música revisita aspectos ritualísticos do anoitecer e o amanhecer num ciclo interminável. 

Flor e Espinho: 

Fala do término de um relacionamento amoroso. Uma mensagem de celular sem resposta decreta o fim de uma história de amor. A flor e o espinho são usados como imagem da pessoa que ama, mas que pode viver sem este amor. A expressão “Nunca Mais” se torna um lugar distante onde o amor não pode chegar. 

Fruto da Imaginação:  

Traz em sua poesia um jogo de palavras (porto/navio, areia/deserto, corpo/carinho) que pretende criar a ideia da existência ou não do amor verdadeiro. A solidão, que sobe de elevador e invade o apartamento, é um sentimento que parece ganhar vida, assim como a noite que sai à procura de abrigar-se do frio. Enquanto o silêncio cala a poeta, ela continua imaginando. 

Mato Grosso Nunca Mais:  

Conta a história de vida da mãe da artista que completou 100 anos em 2024. Dona Hilda, que nasceu no Mato Grosso, se transformou em uma linda poesia. Seus avós  maternos são homenageados nesta canção de uma nostalgia pra lá de impecável.  

Ficha Técnica: 

Ritual e Flor e Espinho 

Arranjo, Contrabaixo e Violões – André Fernandes 

Bateria e Percussão – Ciro Oliveira 

Pads e Piano – Gleison Brito 

Backs – Dayane Lopes, Karine Barbosa, Antonio Barbosa Neto e Osiel Marinho Sabino  

Fruto da Imaginação 

Arranjo, Contrabaixo e Violões – André Fernandes 

Bateria e Percussão – Ciro Oliveira 

Acordeon, Piano e Pads – Gleison Brito 

Saxofone – Gilson Santana de França  

Mato Grosso Nunca Mais 

Arranjo, Violões e Contrabaixo – André Fernandes 

Bateria e Percussão – Ciro Monteiro 

Pads, Piano e Flauta – Gleison Brito 

Capa do EP “Compor e Cantar 6: Ritual”  — pintura em tela do artista plástico Ronaldo Gifalli 

Siga Céssy e fique de olho nos próximos lançamentos 

Instagram – Youtube – Site 

Newsletter

Podcast Investiga: Quem foi o poeta Roberto Piva (com Jhonata Lucena)

O 10º episódio do Investiga se debruça sobre vida e obra de Roberto Piva, poeta experimental que viveu intensamente a.

LEIA MAIS

As “Dancinhas de Tik Tok” são inimigas da dança profissional?

Os avanços tecnológicos e suas devidas popularizações presenciadas desde o final dos anos 1990 e início dos anos 2000 se.

LEIA MAIS

Analice Uchôa: o vinco da arte nas dobras da realidade

Se acaso me tivessem dado o jugo e o poder de apontar a obra de um pintor naïf como um.

LEIA MAIS

CONTO: O Genro Perfeito e o Estudante de Direito (Gil Silva Freires)

– Filha minha não casa com pé-de-chinelo! – bradava seo Germano, aos quatro ventos. Italianíssimo, não havia desfrutado da mesma.

LEIA MAIS

Chiquinha Gonzaga: compositora mulher mestiça

A mítica compositora Chiquinha Gonzaga (1847-1935) representa um divisor de águas na história da música brasileira. Nela, convergem 3 marcos.

LEIA MAIS

Bossa Nova é homenageada pelo compositor islandês Ingvi Thor Kormaksson em single lançado pela banda

Islândia, 2025. É no norte europeu que ressoa a voz de uma brasileira com cidadania islandesa, Jussanam. Ela é uma.

LEIA MAIS

Música de Cazuza e Gilberto Gil também é um filme; você sabia?

“São sete horas da manhã   Vejo o Cristo da janela   O sol já apagou sua luz   E o povo lá.

LEIA MAIS

Medicina amazônica é a oração de SHAMURI, artista folk do Reino Unido

EXCLUSIVO: Artigo escrito por Shamuri em julho de 2025 sob encomenda para a ARTE BRASILEIRA

LEIA MAIS

Diante do novo, “O que Pe Lu faz?”

Sucesso teen da década passada com a Restart e referência no eletrônico nacional com o duo Selva, Pe Lu agora.

LEIA MAIS

Madé Weiner: da atualidade de ressignificar técnicas das artes visuais

  Sempre evitei falar de mim,  falar-me. Quis falar de coisas.  Mas na seleção dessas coisas  falar-me. Quis falar de coisas. .

LEIA MAIS