24 de junho de 2026

Ciro Belluci e sua interpretação da música popular brasileira

Um intérprete quase-estreante ser bem avaliado pelo experiente crítico musical Mauro Ferreira, atualmente no g1, é uma raridade e, portanto, sinônimo de virtudes. Isso aconteceu com Ciro Belluci, multiartista mineiro que lançou seu disco de estreia em junho deste ano. Nomeado como “Recanto”, o álbum de 12 faixas relê pérolas da música brasileira, além de uma canção inédita. Um repertório interpretado por Ciro e sua talentosa equipe.

De Barbacena (MG), Ciro é membro de um grupo de teatro, o Ponto de Partida. Dessa escola artística, as cênicas, Ciro imprimiu o mágico de “Recanto”: a sua interpretação, o que o faz mais-que-cantor. Por falar nisso, vale pontuar que Ciro assume a produção e direção musical do disco, com Paulo Paulelli na direção artística.

Ao lado de Belluci, uma galera, uma galera daquelas. Além dos instrumentistas e outros profissionais, há participações especiais na cantoria. Ciro canta com Zé Ibarra (banda Bala Desejo) na música “Beijo Partido” e com Vanessa Moreno na faixa “Baião de Quatro Toques”.

“Recanto”, que foi financiado via Lei Aldir Blanc (2021), crava mais uma página na vida cultural de Ciro. Com formação acadêmica em violão, guitarra, harmonia e musicalização, percepção musical e prática de conjunto (Bituca – Universidade de Música Popular), Ciro também já participou de oficinas e workshops com importantes nomes da música brasileira, como Hamilton de Holanda, Nelson Ayres, Toninho Horta, entre outros.

Na área cênica, Ciro iniciou seus estudos aos 10 anos de idade. No entanto, foi entre 2017 e 2018 que passou a integrar o grupo de teatro Ponto de Partida, onde vive o elenco principal como ator, cantor, músico e arranjador. Fora isso, antes da carreira solo, Belluci fez parte da ficha técnica dos álbuns “Caostrofobia” (Clara Castro), “Sentado no Céu” (Nathan Itaborahy), e “Retumbante” (Pablo Bertola)

REPERTÓRIO 

1 – Oriente – Gilberto Gil

2 – Baião de Quatro Toques – José Miguel Wisnik e Luiz Tatit

3 – Choro pro Zé – Guinga e Aldir Blanc

4 – Agnus Sei – João Bosco e Aldir Blanc

5 – Doidice – Djavan

6 – Beijo Partido – Toninho Horta

7 – Flor da Idade – Chico Buarque

8 – Zoeira – Joyce Moreno e Paulo César Pinheiro

9 – Canto de Xangô – Baden Powell e Vinícius de Moraes

10 – A Medida da Paixão – Lenine e Dudu Falcão

11 – Nem Luxo, Nem Lixo – Rita Lee e Roberto de Carvalho

12 – Passageira – Pablo Bertola e Lido Loschi

FICHA TÉCNICA

Recanto (Sensorial Discos)

Produção e Direção Musical: Ciro Belluci

Arranjos: Ciro Belluci e Pitágoras Silveira

Direção Artística: Paulo Paulelli

Direção de Voz: Pablo Bertola

Banda: Ciro Belluci (voz em todas as faixas; flauta nas faixas 1 e 11; violão nas faixas 2, 6, 8, 9, 12; guitarra nas faixas 5 e 11),

Pitágoras Silveira (teclados e pianos),

Gladston Vieira (baterias),

Matheus Duque (saxofones, exceto na faixa 3),

Paulo Paulelli (baixo nas faixas 3, 5, 8 e 12),

Adalberto Silva (baixo nas faixas 2 e 11),

Serginho Silva (percussão nas faixas 9 e 11),

Mauro Rodrigues (flautas e direção musical na faixa 9),

Ivan Corrêa (baixo na faixa 9)

Participações Especiais: Nailor Proveta (saxofone na faixa 3), Vanessa Moreno (voz na faixa 2) e Zé Ibarra (voz na faixa 6)

Estúdio: Bituca – Universidade de Música Popular

Captação e Edição: Pitágoras Silveira

Mixagem: Maurício Ávila – Sonidus Estúdio

Masterização: Fernando Delgado

Vanessa Moreno e Nailor Proveta: gravados no estúdio Arsis, em São Paulo, por Adonias Jr

Serginho Silva: gravado por Eneias Xavier, em Belo Horizonte no estúdio Usina

Paulo Paulelli, Ivan Corrêa e Mauro Rodrigues gravaram de suas próprias casas

Capa

Direção Criativa: Ciro Belluci, Hilreli e Maria Vasques

Direção de arte: Metaphora, por Maria Vasques

Assistência de arte: Gilberto Almada

Projeto gráfico e Fotografia: Hilreli

Iluminação: Rony Rodrigues

Maquiagem: Isadora Belluci

Cabelo: Brayan Sousa (Barbearia VIP – Barbacena)

Confecção de figurino: Catia Araujo e Elizabeth Carvalho

Locação: Estação Ponto de Partida

Produção Executiva: Ciro Belluci

Apoio: Grupo Ponto de Partida

Selo: Sensorial Centro de Cultura

SIGA O ARTISTA

Instagram

Spotify

Youtube 

FONTE: Material de divulgação enviado pela assessoria de imprensa de Ciro Belluci.

Vá e Veja ou Mate Hitler

Falas do filme: Homem #1: “Você é um otimista desesperado.” Homem #2: “Ele deveria ser curado disso.” Eu particularmente considero.

LEIA MAIS

[RESENHA] A literatura brasileira é seca, é úmida, é árida, é caudalosa.

            Desde a civilização mais antiga, a vida humana é orquestrada pelas estações do ano.  No poético livro “bíblico de.

LEIA MAIS

Artistas destacam e comentam álbuns de 2023 e de outros anos

Sob encomenda para a Arte Brasileira, o jornalista Daniel Pandeló Corrêa coletou e organizou comentários de onze artistas da nova.

LEIA MAIS

É tempo de celebrar o folclore brasileiro (Luiz Neves Castro)

FOLCLORE BRASILEIRO – Em agosto, comemoramos o Mês do Folclore no Brasil com a passagem do Dia do Folclore em.

LEIA MAIS

Kelline Lima: linhas sinuosas e orgânicas como arquétipos do feminino

O  coração alegre aformoseia o rosto, mas, pela dor do coração, o espírito se abate. Provérbios, 15:13 1. Kelline Lima.

LEIA MAIS

Francisco Eduardo:  a geometria do corpo e suas personas

 Quando quis tirar a máscara,Estava pegada à cara.Quando a tirei e me vi ao espelho,Já tinha envelhecido. Fernando Pessoa  .

LEIA MAIS

Podcast Investiga: Por que o rock deixou o mainstream brasileiro? (com Dorf)

As novas gerações se assustam quando escutam que o rock já protagonizou o mainstream brasileiro. Não à toa. Atualmente, o.

LEIA MAIS

A vida em vinil: uma reflexão filosófica sobre a jornada da existência

A vida, assim como um disco de vinil, é uma espiral contínua de experiências e aprendizados, em que cada fase.

LEIA MAIS

Historiadora lança minicurso gratuito sobre a história da arte, com vídeos curtos e descomplicados

(Divulgação) Aline Pascholati é artista visual e historiadora da arte diplomada pela Sorbonne (Paris, França) e trabalha há mais de.

LEIA MAIS

Ana Canan: metáforas da solidão extraídas da natureza

Clique aquiClique aquiClique aqui Perfil Ana Canan FlickrClique aqui Previous Next Suave é viver sóGrande e nobre é sempreviver simplesmente.Deixa.

LEIA MAIS