19 de outubro de 2026

União dos rappers VNDROID e Yannick Hara resulta no futurístico single “Cyberpunk”

(Capa do single)

A cultura musical “Cyberpunk” ainda é pouco explorada em territórios brasileiros, mas há aqueles que se aventuram por esta potência sonora que é esta pegada. Entre eles, estão os rappers VNDROID e Yannick Hara e, ao unir forças, eles lançaram, no dia de estreia de 2021, o single “Cyberpunk”.

Os músicos se conheceram em 2019, no momento em que Yannick lançava o disco “O Caçador de Andróides”, trabalho inspiradíssimo nas questões futurísticas. Um ano antes, VNDROID lançava o álbum “Dopamina” e, desde estão, já lançou outros seis singles.

A letra de “Cyberpunk” pode ser classificada como muito oportuna para a atual trajetória humana. Nela, os músicos versam questões como as perdas de tempo em relação as novas tecnologias, a exploração capitalista, a ideia do surgimento de novas pandemias cada vez piores e, até mesmo, o refrão intenso que diz: “Bem-vindo a era Cyberpunk”.

“Ter realizado essa canção com o VNDROID me conectou de vez com a cultura cyberpunk. Foi através do disco ‘O Caçador de Androides’ que nos conhecemos, me senti representado por ele abordar a mesma narrativa distópica presente no disco, em suas canções. Foi incrível. ‘Cyberpunk’ pra mim uma das melhores músicas que compus e pude divida-la com uma pessoa especial.”, explica Yannick.

O beat foi produzido pelo próprio artista, a capa e o card em forma de história em quadrinhos foram realizadas pelo desenhista Law Tissot. O single já está disponível em todas as plataformas digitais de música e no Youtube.

CONTO: Os Bicos de Gás e o Cigarro King Size (Gil Silva Freires)

Maldita família. Malditos papai-mamãe-titia, como diziam os Titãs. Kleber era fã incondicional dos Titãs e a proibição paterna de assistir.

LEIA MAIS

O lado cineasta de Oswaldo Montenegro

  O lado musical e poético de Oswaldo Montenegro é reconhecido Brasil afora, mas o lado cineasta do artista é.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: A história do samba por meio dos seus subgêneros (com Luís Filipe de

Em 2022, o violonista, arranjador, produtor, pesquisador e escritor Luís Filipe de Lima lançou o livro “Para Ouvir o Samba:.

LEIA MAIS

[RESENHA] “Machado de Assis, Capitu e Bentinho”, de Kaique Kelvin

Que Machado de Assis se tornou um clássico escritor da literatura brasileira todos sabemos, mas uma dúvida que segue sem.

LEIA MAIS

CONTO: A Confirmação do Segredo de Confissão (Gil Silva Freires)

Matar é fácil, até mesmo porque é a arma quem faz o serviço. A mão é apenas o instrumento da.

LEIA MAIS

É tempo de celebrar o folclore brasileiro (Luiz Neves Castro)

FOLCLORE BRASILEIRO – Em agosto, comemoramos o Mês do Folclore no Brasil com a passagem do Dia do Folclore em.

LEIA MAIS

“Minha jornada musical entre o Brasil e a Alemanha” – Um relato de Juliana Blumenschein

Sou Juliana Blumenschein, cantautora alemã-brasileira, nascida em 1992 em Freiburg, no sul da Alemanha. Filha de brasileiros de Goiânia, meus pais migraram.

LEIA MAIS

O disco que lançou Zé Ramalho

Zé Ramalho sempre foi esse mistério todo. Este misticismo começou a fazer sucesso no primeiro disco solo do compositor nordestino,.

LEIA MAIS

César Revorêdo: história íntima da solitude

O fimlimite íntimonada é além de si mesmoponto último. Orides Fontela 1. Prelúdio Essa nova série do artista visual Cesar.

LEIA MAIS

BEDEU – Em emocionante entrevista, a compositora Delma fala sobre o músico gaúcho

Em Porto Alegre (RS), no dia 4 de dezembro de 1946, nascia aquele que daria o ar da graça ao.

LEIA MAIS