18 de outubro de 2026

Em EP de autorais, Klaus Jam revive o melhor do rock oitentista carioca

(Capa do lançamento)

Das raízes do rock oitentista carioca, nasce o novo EP do cantor, compositor, produtor e multi instrumentista Klaus Jam. Intitulado “Tudo de Mais”, o trabalho do jovem músico reverbera um Rio de Janeiro solar, urbano, de contrastes e romântico trazendo, descaradamente (no bom sentido da palavra), a estética daquela ressoada por bandas como Kid Abelha e Barão Vermelho. Tudo isso com uma pegada moderna e carregada de riffs, algo que torna as três faixas de “Tudo de Mais”, canções para celebrar a vida num bom estilo regado a muito rock n roll e muita poesia afiada.

O EP de estreia é o pontapé inicial para os próximos lançamentos do cara. A ideia é entregar outros EPs e, no final, um álbum. Esse primeiro gostinho reúne sons que embalaram a sua própria formação identitária. “Encaro essa fase como um divisor de águas, e por isso pretendo usar este EP como a representação do início e dar entrada para outros possíveis projetos que estarei apresentando sucessivamente”, adianta.

Até chegar nesse lançamento que crava sua entrada no mercado fonográfico em carreira solo, o músico percorreu um longo caminho. Interessado por poesia, teatro, cinema e música desde muito novo, passou a perceber alguns estilos musicais antes não explorados. Assim, além do rock clássico, ele mergulhou, também, no blues, soul, funk e jazz. Desse caldeirão de sonoridades, surgiu “Tudo de Mais”, obra que ainda revela tons do indie e garage rock.

“Esse passo dá início a uma trajetória onde serão reveladas diferentes fases, e cada uma representa uma época com as influências musicais do momento e por conta disso uma evolução criativa nas obras”, adianta.

Klaus Jam plantou uma semente, e os frutos, a partir de agora, começam a ser provados pelo público.

FICHA TÉCNICA

Klaus Douglas Einsfeldt: Produção musical, voz, guitarras e composições. 

Genesis de Souza Chagas: bateria. 

Ives Pierini Macena: baixo. 

Selo: Farrapo

Podcast Investiga: Como era trabalhar na MTV? (com Perdido)

Nos anos 1990 e 2000, a MTV Brasil, emissora aberta de radiodifusão, não era nada comum para o padrão da.

LEIA MAIS

Com a IA, o que sobrará da literatura?

Dá para fazer livros razoáveis com Inteligência Artificial. Há casos de autores com centenas de livros já publicados com a.

LEIA MAIS

Clarice Lispector – Como seria nos dias atuais?

(Crônica de Brendow H. Godoi) Quem seria Clarice Lispector se nascida na década de noventa? Talvez, a pergunta mais adequada.

LEIA MAIS

Música de Cazuza e Gilberto Gil também é um filme; você sabia?

“São sete horas da manhã   Vejo o Cristo da janela   O sol já apagou sua luz   E o povo lá.

LEIA MAIS

Pacífico Medeiros: ressignificando a fotografia

No fundo, a fotografia é subversiva, não quando aterroriza, perturba ou mesmo estigmatiza, mas quando é pensativa.                                                              Roland Barthes Pacífico.

LEIA MAIS

César Revorêdo: história íntima da solitude

O fimlimite íntimonada é além de si mesmoponto último. Orides Fontela 1. Prelúdio Essa nova série do artista visual Cesar.

LEIA MAIS

ENTREVISTA – Conversa Ribeira e seu Brasil profundo

Três artistas de cidades interioranas, Andrea dos Guimarães (voz), Daniel Muller (piano e acordeão) e João Paulo Amaral (viola caipira.

LEIA MAIS

A arquitetura sonora de Roberto Menescal

Gênio da bossa nova e ativo no mercado até hoje, Roberto Menescal já teve sua trajetória retratada em seis livros..

LEIA MAIS

VÍCIO ELEGANTE – A história de um clássico de Belchior

  “Vício Elegante” é o nome do último álbum de estúdio do nordestino Belchior, lançado em 1996, e que sem.

LEIA MAIS

Cuba, a Ilha da Utopia

Artigo escrito em maio de 2024 pelo maestro Kleber Mazziero sob encomenda para a Arte Brasileira Em fevereiro de 2023,.

LEIA MAIS