5 de junho de 2026

Conheça a ousada “Dançar”, canção que une o rock da banda Meu Funeral ao funk de Tati quebra Barraco

(Juliana Ramos / Divulgação)

O Dia Mundial do Rock é sempre uma data muito simbólica a este movimento que nasceu como contracultura. No entanto, quebrar fronteiras e preconceitos também se enquadra (e muito) nessa proposta.

De um jeito bem ousado e indo contra maré do conservadorismo dentro do gênero, a banda Meu Funeral convidou a cantora Tati Quebra Barraco na inédita “Dançar”, um rock animado que traz o vocal e a essência da funkeira, sendo ela também quem assina a composição da música ao lado do vocalista do grupo, Luquita. O som está disponível nas plataformas de streaming e em clipe no Youtube.

“A música traz essa coisa da pluralidade e estamos sempre abertos para essas trocas e experiências, para enriquecer a nossa música. Ao fazer esses feats sinceros com artistas que nós admiramos, o resultado é sempre muito bom. O rock é um estilo como outro qualquer, é plural e tem que dialogar com outros ritmos. O rock às vezes fica meio excluído dessas misturas, mas nesse Dia Mundial do Rock achamos importante marcar que também estamos aí para fazê-las, para que o estilo continue vibrante, pulsante, vivo. Parafraseando a Tati, ‘Quem gostou bate palma, quem não gostou, paciência’. Essa faixa tem a nossa cara”, disseram os integrantes da Meu Funeral.

Tati Quebra Barraco também falou sobre a parceria: “Receber esse convite da Meu Funeral foi maravilhoso e um ótimo desafio. Eu gosto mesmo de me arriscar. Essa não é minha pegada, mas ‘Dançar’ superou as minhas expectativas. Eu aceito e respeito as opiniões dos meus fãs, eles me acompanham e sempre comentam sobre meus lançamentos. Tenho certeza de que ‘Dançar’ vai surpreender a todos”, disse a funkeira.

Siga a banda Meu Funeral e Tati Quebra Barraco no instagram.

Bárbara Silva: mais um caminho para compreender a Nova MPB

Recentemente, nós publicamos sobre “o que é, afinal, a Nova MPB?”. A matéria que pode ser acessada aqui nos traz.

LEIA MAIS

Tom Zé já dizia: todo compositor brasileiro é um complexado

O álbum “Todos os Olhos”, lançado em 1973 pelo cantor e compositor Tom Zé, traz a seguinte provocação logo em.

LEIA MAIS

Pietro desce às regiões pelágicas do ser

Apesar dos sete mares e outros tantos matizes somos um. Henriqueta Lisboa 1. Malgrado as secas periódicas e as terras nem.

LEIA MAIS

Maringa Borgert guia passeio pela história, cultura e artes do Mato Grosso do Sul

O Mato Grosso do Sul é um estado independente e unidade da Federação desde o final dos anos 1970 quando.

LEIA MAIS

Iaponi: a invenção de uma permanente festa de existir

As formar bruscas, a cada brusco movimento, inauguram belas imagens insólitas. Henriqueta Lisboa   1.   Iaponi (São Vicente, 1942-1994),.

LEIA MAIS

[RESENHA] “Machado de Assis, Capitu e Bentinho”, de Kaique Kelvin

Que Machado de Assis se tornou um clássico escritor da literatura brasileira todos sabemos, mas uma dúvida que segue sem.

LEIA MAIS

Novo pop rock de Jan Thomassen se esbarra na “crise dos 40” 

“Envelhecer consciente de que não há caminho de volta”. É este um dos pensamentos do novo single do cantor e.

LEIA MAIS

O lado cineasta de Oswaldo Montenegro

  O lado musical e poético de Oswaldo Montenegro é reconhecido Brasil afora, mas o lado cineasta do artista é.

LEIA MAIS

RESENHA: Curta “Os Filmes Que Eu Não Fiz” (parte 1)

Este artigo é dividido em três partes. Esta é a primeira, intitulada por seu resenhista Tiago Santos Souza como “EU”,.

LEIA MAIS

Kelline Lima: linhas sinuosas e orgânicas como arquétipos do feminino

O  coração alegre aformoseia o rosto, mas, pela dor do coração, o espírito se abate. Provérbios, 15:13 1. Kelline Lima.

LEIA MAIS