25 de junho de 2026

RJ: Exposição “Verde, Amarelo, Azul e Preto” de Alex Frechette reúne retratos de marcantes personalidades negras brasileiras

A exposição “Verde, Amarelo, Azul e Preto” tem como objetivo homenagear e destacar a riqueza de personalidades negras brasileiras que deixaram marcas indeléveis em diversas esferas da cultura e da sociedade. Com cerca de 60 pinturas em tinta acrílica sobre papel, a exposição celebra as ricas contribuições dessas personalidades para a cultura brasileira, ao mesmo tempo que busca lembrar a importância das ações antirracistas na sociedade.

A mostra reúne retratos de figuras como Lélia Gonzales, Beatriz Nascimento, Ruth de Souza, Milton Santos, Gilberto Gil, Margareth Menezes, BNegão e muitos outros que moldaram a cultura, política, artes, ciência e esportes no Brasil. Esses retratos visam promover um diálogo sobre o racismo e a luta por igualdade. Por meio da arte, os visitantes são convidados a refletir sobre os legados dessas personalidades e a reconhecer a importância da luta por uma sociedade mais inclusiva e igualitária, combatendo as estruturas, práticas e atitudes que perpetuam a discriminação racial.

A admiração por Abdias Nascimento, Heitor dos Prazeres, Arthur Bispo do Rosário e Marielle Franco, por exemplo, foi o motor inicial para o artista desenvolver essas pinturas, que inicialmente foram intituladas de “O Lado Certo”. Alex Frechette compartilhou vídeos de seu processo de criação no seu canal do YouTube (youtube.com/alexfrechette), mostrando as pinturas sendo feitas de cabeça para baixo e depois colocadas na posição correta, simbolizando a busca pelo lado certo da história.

Onde e quando?

A exposição estará aberta ao público a partir de 1º de julho no Memorial Municipal Getúlio Vargas, na Glória, Rio de Janeiro. A abertura ocorrerá no dia 1º de julho de 2023, entre 13h e 17h, e a visitação poderá ser realizada de quinta a domingo, das 10h às 17h, até 6 de agosto de 2023. O local da exposição é o Memorial Municipal Getúlio Vargas, situado na Praça Luís de Camões, s/nº, Glória, Rio de Janeiro.

É importante ressaltar que o espaço não possui acessibilidade e a classificação da exposição é livre para todos os públicos.

Texto enviado pelo próprio expositor Alex Frechette

“Pra não dizer que não falei das flores”, o hino contra a ditadura

  Dizer que a música “Pra não dizer que não falei das flores”, de Geraldo Vandré foi um hino contra.

LEIA MAIS

Como nasce uma produção musical? O caso de “Lord Have Mercy” diz que vai além

O cantor e compositor norte-americano Michael On Fire tem em “Lord Have Mercy” um de seus hinos mais potentes. Michael.

LEIA MAIS

Com a IA, o que sobrará da literatura?

Dá para fazer livros razoáveis com Inteligência Artificial. Há casos de autores com centenas de livros já publicados com a.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: Como era trabalhar na MTV? (com Perdido)

Nos anos 1990 e 2000, a MTV Brasil, emissora aberta de radiodifusão, não era nada comum para o padrão da.

LEIA MAIS

Historiadora lança minicurso gratuito sobre a história da arte, com vídeos curtos e descomplicados

(Divulgação) Aline Pascholati é artista visual e historiadora da arte diplomada pela Sorbonne (Paris, França) e trabalha há mais de.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: Cambismo, um crime quase submerso (com Ednilton Farias Meira)

Três afirmações estão próximas de você: (1) talvez você já praticou o Cambismo e muito provavelmente já viu alguém praticar.

LEIA MAIS

[RESENHA] “Machado de Assis, Capitu e Bentinho”, de Kaique Kelvin

Que Machado de Assis se tornou um clássico escritor da literatura brasileira todos sabemos, mas uma dúvida que segue sem.

LEIA MAIS

Existe livro bom e livro ruim?

Muitos já me perguntaram se existe livro bom e ruim, eu costumo responder que depende. Se você leu um livro.

LEIA MAIS

JORGE BEN – Jornalista Kamille Viola lança livro sobre o emblemático disco “África Brasil”

Representante de peso da música popular brasileira, Jorge Ben é um artista que, em todos os seus segundos, valorizou sua.

LEIA MAIS

Chiquinha Gonzaga: compositora mulher mestiça

A mítica compositora Chiquinha Gonzaga (1847-1935) representa um divisor de águas na história da música brasileira. Nela, convergem 3 marcos.

LEIA MAIS