24 de outubro de 2026

Em tom de dança e festa, Soularise apresenta o single “LUZ”; descubra este lançamento em cinco respostas à ARTE BRASILEIRA

Artista: Soularise

País: Estados Unidos da América

Lançamento: single “LUZ”

Caracterísitca: Trap (EDM)

Data de lançamento: 3 de julho de 2026

Qual seria, para você, a melhor sinopse de “LUZ”?

“LUZ” é uma faixa eletrônica energética, com uma pegada forte de Hybrid Trap e uma vibe bem voltada para a pista. A música é construída em torno da frase em espanhol “Apaga la luz, que están motivados, si el DJ lo pone bailamos pegado.” Para mim, essa frase define o clima da faixa inteira. A ideia é algo como: apaga a luz, a galera está no clima, se o DJ tocar, a gente dança colado. É sobre apagar as luzes, se soltar e se perder na música e na energia do ambiente.

Qual a mensagem principal da música?

A mensagem principal de “LUZ” é sobre escapar para dentro do momento. Eu queria que a música tivesse aquela sensação de quando você está em um clube ou festival, as luzes baixam, a galera entra na mesma sintonia e todo mundo começa a se mover junto. Não é uma faixa feita para ser complicada demais. Para mim, ela é sobre energia, ritmo, movimento e essa conexão que acontece quando várias pessoas estão sentindo o mesmo beat ao mesmo tempo.

Musicalmente, como você a descreve?

Musicalmente, “LUZ” mistura a energia vocal latina com o peso da bass music americana e a produção de Hybrid Trap.

A faixa não segue um ritmo tradicional de música eletrônica em 4×4. Ela tem mais uma levada de trap em half time, com 808s pesados, baterias bem firmes e percussões marcantes. Eu queria que ela batesse forte, mas ainda tivesse groove suficiente para fazer a pista se mexer.

O sound design é uma parte muito importante da faixa. Eu fui influenciado por artistas como Jon Casey, Fabian Mazur e Sumthin Sumthin, principalmente na forma como eles usam sons de bass mais diferentes, cortes vocais e uma produção limpa, mas agressiva. Muitos dos synths em “LUZ” têm uma sensação quebrada, metálica e picotada, mas ainda se encaixam de um jeito musical.

O arranjo começa criando tensão com repetição vocal e elementos crescendo aos poucos, até chegar em um drop onde o sub bass, a bateria e os cortes vocais viram o foco principal da música.

Qual a influência do seu país, os Estados Unidos, nesta obra?

Por ser dos Estados Unidos, eu estou cercado por muitas influências musicais diferentes. A música eletrônica americana sempre misturou sons de várias culturas e cenas, e acho que “LUZ” reflete isso. A faixa usa uma ideia vocal latina, mas a produção está muito conectada ao som americano de bass music, trap e festivais.

Para mim, ela representa como a música funciona hoje. Tudo está conectado. Você pode se inspirar em sons de lugares diferentes e transformar isso em algo pessoal, moderno e com a sua própria identidade.

Há algo de curioso sobre este lançamento que você queira destacar?

Uma parte interessante deste lançamento é o conceito visual no Canvas do Spotify. O visual principal mostra uma lâmpada se estilhaçando em pedaços e depois se formando novamente.

Achei que isso combinava muito com a música, porque a faixa passa essa mesma sensação. Muitos sons parecem quebrados, cortados e depois reconstruídos pelo ritmo. Isso também se conecta com o título “LUZ”, que significa “Light” em inglês, e com a frase vocal sobre apagar as luzes.

Eu queria que o Canvas do Spotify e a música parecessem fazer parte da mesma ideia, em vez de o visual ser apenas algo separado da faixa.

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