25 de maio de 2026

[ENTREVISTA] Com sonoridade de bandas de rock costarriquenhas, Steve Elizondo vence seus fantasmas na canção “Sombras”

Artista: Steve Elizondo (Costa Rica)

Lançamento: single “Sombras”

Compositor: Steve Elizondo Retana

Produção musical: Stone Garden Records

Selo: Mh Musik, LLC

Ano de lançamento: 2024

Música disponível temporariamente na playlist “Além da BR”

Os costarriquenhos acreditam muito em todos esses tópicos, sobre bruxas, fantasmas e histórias assustadoras.

Steve Elizondo, sobre o que a música “Sombras” diz sobre ele enquanto costarriquenho

Em uma estrofe, o que é esta música?

Essa é minha terceira música do EP que lancei pós-pandemia para lembrar os fantasmas que ressurgiram naquela época. 

O que você canta nos versos? 

A música descreve aquele momento chave da noite em que a realidade parece se misturar aos seus sonhos quando eles te atormentam e como uma espécie de luta interna, você tenta lutar contra esses fantasmas, vencendo a batalha porque você é mais forte que eles.

Qual é a fonte de inspiração para esta música? 

Minha vida sempre foi atormentada por questões esotéricas e experiências paranormais, mas aprendi a dominar meus sonhos e perceber que estava sonhando para poder influenciar o que acontecia enquanto dormia. 

Musicalmente, como você descreveu? “Sombras” é uma balada de rock, no estilo das bandas de rock costarriquenhas, que tocavam como bandas de garagem na minha região, das quais também fiz parte na minha juventude. 

Há algum lançamento que você gostaria de destacar? 

O curioso é que essa música foi pensada como um blues e acabou virando mais rock, embora mantendo aquele ar melancólico.

O que esta história diz sobre você como artista e cidadão costarriquenho? 

Bem, os costarriquenhos acreditam muito em todos esses tópicos, sobre bruxas, fantasmas e histórias assustadoras.

Edilson Araújo: verde que te quero verde

Verde que te quiero verde.Verde Viento. Verdes ramas.El barco sobre la mar y el caballo em la montãna. Federico García.

LEIA MAIS

CONTO: O Grande Herdeiro e o Confuso Caminhoneiro (Gil Silva Freires)

Gregório era o único herdeiro de um tio milionário, seu único parente. Não tinha irmãos, perdera os pais muito cedo.

LEIA MAIS

A vida em vinil: uma reflexão filosófica sobre a jornada da existência

A vida, assim como um disco de vinil, é uma espiral contínua de experiências e aprendizados, em que cada fase.

LEIA MAIS

Filme nacional que arrecadou mais de R$ 19 milhões, “Lisbela e o Prisioneiro” foi lançado

No dia 22 de agosto de 2003, ia aos cinemas “Lisbela e o Prisioneiro”. Aposto que não sabiam, mas estavam.

LEIA MAIS

Celebrações pelo mundo: eventos culturais que transformam qualquer viagem

Viajar é mais do que conhecer paisagens ou tirar fotos em pontos turísticos. É também mergulhar de cabeça na alma.

LEIA MAIS

Rosana Puccia dá voz a mais dois temas atípicos no mercado musical brasileiro

Em atividade discográfica desde 2016 quando apresentou o álbum “Cadê”, Rosana Puccia é, de verdade, uma colecionadora de canções atípicas,.

LEIA MAIS

Olympia Bulhões: a casa de morada e seus emblemas simbólicos

Não te fies do tempo nem da eternidade que as nuvens me puxam pelos vestidos. que os ventos me arrastam contra.

LEIA MAIS

Por que os artistas gospels fazem lançamentos com playbacks?

É comum (e até tradicional) que artistas da música gospel realizem lançamentos acompanhados de playback, uma faixa a mais sem.

LEIA MAIS

RESENHA: Curta “Os Filmes Que Eu Não Fiz” (parte 1)

Este artigo é dividido em três partes. Esta é a primeira, intitulada por seu resenhista Tiago Santos Souza como “EU”,.

LEIA MAIS

Jardel: o silêncio que sopra sussurros do longe

Os humanos são sozinhos.Por mais que haja amizade, amor,companhia, a solidão é da essência. Clarice Lispector  1. Jardel (João Pessoa,.

LEIA MAIS