18 de maio de 2026

Lupa na Canção #edição11

Muitas sugestões musicais chegam até nós, mas nem todas estarão aqui. Esta é uma lista de novidades mensais, com músicas novas, quentes, diferentes. A seleção é eclética, serve para todos os gostos. É importante ressaltar: que as posições são aleatórias, não indicando que uma seja melhor que a outra; essa lista é atualizada diariamente, até o encerramento do mês.

Em álbum de estreia, Caike Souza vai de Gonzaguinha a Zezé Di Camargo & Luciano

Caike Souza é um jovem cantor e compositor seguido e aplaudido por milhares nas redes sociais. Sua estreia nas plataformas de streaming aconteceu em 2018 com o single “Nada Clichê”. Desde então, acumulou números significativos de ouvintes e prestígio. Agora, o artista, em parceria com o projeto Acústico Imaginar, lançou o seu primeiro álbum. “Acústico Imaginar – Caike Souza” é um disco quase que exclusivamente de releituras, com apenas voz, piano e sanfona.

Gravado em Fortaleza, o álbum tem novas visões para clássicos como “Sangrando”, “Meu Mel”, “Deslizes”, “Codinome Beija-Flor”, “Você Vai Ver”, “Onde Deus Possa Me Ouvir”, “À Primeira Vista”, entre outros. Ainda há espaço para “Você Foi”, a única faixa autoral.

O álbum está disponível em todas as plataformas e em audiovisual no Youtube.

VICTIN, artista que une rap e letras cristãs, lança novo single

Música gospel e rap, dois gêneros ainda vistos como antagônicos, se unem na carreira artística de VICTIN, cantor e compositor que faz das temáticas cristãs a força de suas composições. O cara já realizou dez lançamentos fonográficos, incluindo um EP e um álbum, o que rendeu milhões de views e um número significante de ouvintes mensais nas plataformas.

O mais recente trabalho do rapper é “Ninguém Me Entende”, lançado no início deste mês. A música é sobre o sofrimento humano, a dor do próprio artista, e aquele momento em que dizemos “ninguém me entende”. O tema é, no entanto, acompanhado pelo evangelho e, assim, por uma mensagem otimista, de confiança em Jesus Cristo, aquele que “te entende”. Em resumo, o rap, ao longo de toda letra, alerta que a felicidade está em Deus e não nas coisas do mundo.

O single abre caminho para o próximo álbum que VICTIN lançará, um trabalho diversificado musicalmente e dito como o mais intenso deste artista de apenas 22 anos.

“Acreditar em si mesmo” é a mensagem do novo single de $abba

– Primeiramente, apresente-se. Olá! Me chamo Renan, sou baterista, cantor e compositor. Músico desde os 12 anos, iniciei minha carreira tocando com diversas bandas e hoje produzo meu projeto solo autoral intitulado “$abba”

– Explique-nos essa ideia de unir o Emo Rap e o Pop Punk. Unir esses dois estilos musicais é algo bem natural pra mim, por serem dois estilos musicais que eu amo. Comecei a me envolver com a música tocando bateria com bandas de pop punk/emo e ao mesmo tempo assistindo a videoclipes de hip-hop na Mtv Htis. Meu objetivo principal sempre foi criar algo novo com que eu me identificasse…

– O que diz a letra de “Look Into My Eyes”? Qual sua mensagem? Essa música fala sobre coragem, deixar os sentimentos que bagunçam a mente e as incertezas de lado e acreditar em si mesmo. É como se fosse uma carta pra mim mesmo, me acordando e me dando forças. Ela foi escrita em um momento de dor e um turbilhão de pensamentos caóticos, e em meio a tudo isso consegui canalizar toda essa energia em forma de música.

– O que podemos esperar do futuro próximo de $abba? Muitas fusões de estilos musicais e um “sopro de ar fresco” em cada lançamento, sem falar de muitas linhas de batera somados com beats eletrônicos, eu amo isso!

Respostas de $abba

Lucas Adon e seu baião para Madalena

– Em resumo, o que é esta música? “Madalena” é uma homenagem instigante ao nascimento da nossa primeira filha, minha e de Carol Tavares, mãe e também compositora da faixa. É uma ode à esperança e à oportunidade de perseverar.

– Por que e como esta música nasceu? É uma música contextualizada nos anseios e receios de ter uma filha mulher numa sociedade machista e também durante a pandemia de Covid-19, já que ela nasceu uma semana antes do confinamento. Nasceu da mistura de incerteza com esperança. 

– Comente sobre a sonoridade do single, as referências. Nasce no baião, dando referência aos bisavós maternos de Madalena, que eram nordestinos. E entra no rock n’ roll, que sempre teve grande impacto na minha construção. Como Paulista que sou, meu norte sempre foi misturar tudo mesmo, na antropofagia, no violão de Lenine. 

– Há alguma curiosidade ou história interessante sobre este lançamento? Foi uma gravação Intercontinental feita com músicos de muitos lugares. A maravilhosa Bruna Caram no acordeon, de São Paulo, meu pai no contrabaixo, de Pouso Alegre/MG, e o baterista Gabriel Guilherme, de Sampa também. A cereja foi a Jeca na voz (natural de Sergipe, estado de um dos bisavôs de Madalena, e radicada em Barcelona), porque a Jeca era babá da Madalena e sempre teve uma conexão fortíssima com ela. O clipe também foi um acerto, como uma retrospectiva daquele 2020, daquele momento nosso e da humanidade. Feito propositalmente de forma bem caseira, porque não podíamos nos arriscar muito em meio à pandemia e queríamos levar essa intenção ao audiovisual. 

Respostas de Lucas Adon

“Maria Bethânia”, canção de Caetano Veloso, é regravada por Arícia Mess

De volta ao Brasil, após três anos em Londres e por toda Europa, a artista niteroiense Arícia Mess apresentou sua releitura de “Maria Bethânia”, canção composta por Caetano Veloso no caloroso ano de 1971. “A canção conversa com nosso tempo onde tudo se destrói e reconstrói e nosso país renasce após quatro anos de devastação.”, diz a cantora em referência a atemporalidade de “Maria Bethânia”.

Com produção musical do guitarrista Guilherme Held e sintetizadores de Carlos Trilha, o single está disponível desde o recente dia 24 de março em todas as plataformas de streaming, via selo alemão Korokoro.

A Arte Não Precisa de Justificativa – Ep.1 do podcast “Mosaico Cristológico”

Neste episódio falamos sobre a obra de Hans. R. Rookmaaker – A Arte Não Precisa de Justificativa – e a.

LEIA MAIS

VÍCIO ELEGANTE – A história de um clássico de Belchior

  “Vício Elegante” é o nome do último álbum de estúdio do nordestino Belchior, lançado em 1996, e que sem.

LEIA MAIS

CONTO: A ansiedade do vovô na hora que o cometa passou (Gil Silva Freires)

Seo Leonel tinha nascido em 1911, um ano depois da primeira passagem do cometa de Halley neste século vigésimo. Dessa.

LEIA MAIS

Autor publica livro de fantasia sobre a 3ª Guerra Mundial na América do Sul

O autor brasileiro Pedro Reis, publicou ano passado, um livro de fantasia e ficção científica, onde a ideia de uma.

LEIA MAIS

Queriam vê-lo como um monstro, morto ou perdido no crime; e GU1NÉ os respondeu com

“Nasce Mais Um Monstro”, o EP de estreia do rapper GU1NÉ, é também uma resposta aos que não acreditaram nele..

LEIA MAIS

Tom Zé já dizia: todo compositor brasileiro é um complexado

O álbum “Todos os Olhos”, lançado em 1973 pelo cantor e compositor Tom Zé, traz a seguinte provocação logo em.

LEIA MAIS

FAROL DE HISTÓRIAS – Projeto audiovisual que aproxima crianças da leitura

Para Michelle Peixoto e Vinícius Mazzon, a literatura tem seu jeito mágico, prático e divertido de chegar às crianças brasileiras..

LEIA MAIS

É tempo de celebrar o folclore brasileiro (Luiz Neves Castro)

FOLCLORE BRASILEIRO – Em agosto, comemoramos o Mês do Folclore no Brasil com a passagem do Dia do Folclore em.

LEIA MAIS

Andinho de Bulhões: ausência de lume na justaposição e na aglutinação

O sol novifluentetransfigura a vivência:outra figura nascee subsiste, plena Orides Fontela 1. Andinho de Bulhões nasceu em um povoado pertencente.

LEIA MAIS

Produzido por alunos do ensino público, Jornal PUPILA CULT está disponível em plataforma digital

Jornal PUPILA CULT é uma realização da OFIJOR – A Oficina de Experiência Prática de Jornalismo (OFIJOR) é um projeto social,.

LEIA MAIS