12 de outubro de 2026

Música tradicional do Sul, liderada pelo acordeom, colore a nova música de Felipe Gentileza

O artista, que é de Jaguarão/RS (fronteira com o Uruguaio), tem no single "Tranqueiras" memórias de nomes fortes e distintos do Rio Grande do Sul, indo do cantor Chico Saratt a Engenheiros do Hawai

O cantor e compositor gaúcho Felipe Gentileza lança nesta sexta-feira (10) o seu novo single, “Tranqueiras”. A canção, escrita há tempos, leva nos versos o peso da bagagem de vida do artista de 37 anos de idade.

“Os versos dizem sobre as coisas que acumulamos no caminho da nossa vida. Falam sobre como não existem atalhos pra chegar em algum lugar.”, contou Felipe. “A mensagem principal é sobre as bagagens mentais e emocionais que acumulamos nesse caminho, principalmente sobre as que nos atrapalham e atormentam durante o percurso.”

A sonoridade de “Tranqueiras” é retrato de outra bagagem de Felipe, a da música de onde nasceu, no Rio Grande do Sul. “A música é uma balada com uma pegada bem influenciada por canto autores gaúchos, como Chico Saratt, ou até mesmo Engenheiros do Hawai no álbum Simples de Coração. É uma sonoridade que assume o acordeom, gravado por Fernando Sanfa, como ingrediente principal do arranjo, muito influenciado pela música tradicionalista do RS.”

“Tranqueiras” é uma composição antiga, mas somente agora o artista encontrou para ela um arranjo ideal. “Sempre gostei muito dela, principalmente do refrão, mas outras canções foram entrando na frente. Tinha um pouco de dificuldade de decidir o arranjo final. Finalmente tive a ideia do acordeom e assumir a influência da música gaúcha que acho que ela sempre teve.”

Com o lançamento de “Tranqueiras”, a discografia de Felipe Gentileza completa nove singles. Todos estão disponíveis nas plataformas digitais, como Spotify, Youtube, Deezer, entre outros.

Sobre o artista

Desde que iniciou sua carreira fonográfica, durante a pandemia, 9 singles foram lançados, com destaque para “Fugir do Mundo”. Mas desde os 15 anos, Felipe já transita por cidades do seu Estado e pelo Uruguaio, país que faz divisa com Jaguarão, cidade do Rio Grande do Sul onde vive. Gentileza esteve em alguns festivais da região sul do país, como o Jaquararte, o Role das bandas e o Bazar Caravana (Pelotas), e foi entrevistado em rádios locais.

Sua sonoridade é herança de nomes nacionais como Vanguart, Erasmo Carlos, Raul Seixas, entre outros, do rock clássico (The Bealtes, Stones), do folk americano e da música uruguaia e argentina (No te va Gustar, Sui Generis, Luis Alberto Spinetta). Além da música, atua na área de cultivo de soja e arroz.

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Crédito: Felipe Gentileza

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