25 de maio de 2026

[INDICAMOS] Filme “Roberto Carlos a 300 km por hora”, de 1971

(Arte feita com imagem do filme)

 

O pesquisador Eduardo Cesar Soares apresenta com exclusividade na Arte Brasileira uma série de indicações sobre filmes do cinema brasileiro dos anos 1960 e 70. “A possibilidade de analisar e indicar grandes produções cinematográficas me fez rever e conhecer ainda mais filmes desse período, que atualmente é quase nula em nossa TV é também na mídia em geral”, conta Eduardo.

O período foi recheado por mudanças e grandes acontecimentos. É por isso também que o colunista acredita que “Nesse momento, houve efervescência na cultura e história no Brasil. E não poderia ser diferente no cinema. Temos grandes obras em todos os gêneros do cinema”.

 

 

SINOPSE OFICIAL

Dois mecânicos trabalham na oficina de um piloto brasileiro de fama internacional, que pretende correr um grande prêmio em Interlagos. Depois de um grave acidente, um dos mecânicos acaba assumindo o posto do chefe e se apresenta como competidor.

 

(Cena do filme)

 

CRÍTICA DE EDUARDO CESAR SOARES

Dirigido por Roberto Farias, o filme faz um mix de drama/comédia, principalmente nas cenas protagonizadas por Erasmo Carlos e Roberto Carlos, em minha modesta opinião é o melhor filme que traz Roberto Carlos como ator, tem várias clichês, porém é um filme que tem um roteiro bom, uma proposta cinematográfica, e uma produção bem elaborada para a época, principalmente se tratando de uma produção nacional.

O filme apresenta em várias situações, a visão crítica sobre o mesmo assunto, hora pelo ponto de vista da elite empresarial, hora de seus trabalhadores. Além disso, o filme traz uma característica muito marcante na época, a fórmula 1, sendo Émerson Fittipaldi o principal nome do Brasil naquele momento.

Além de Erasmo, e Roberto Carlos o elenco foi composto por grandes nomes da televisão e do cinema nacional como: Raul Cortez, Reginaldo Faria, Flavio Migliaccio, Otelo Zeloni, Mario Benvenutti, entre outros. É um filme completo, ideal para assistir com a família, principalmente com pessoas que viveram as emoções dos anos 70, além dos carros que marcaram essa época, o figurino é único e belíssimo.

 

 

 

 

 

Podcast Investiga: Quem foi o poeta Augusto dos Anjos? (com Augusto César)

O 9º episódio do Investiga buscou informações sobre os principais pontos da trajetória pessoal e profissional do poeta brasileiro Augusto.

LEIA MAIS

Andinho de Bulhões: ausência de lume na justaposição e na aglutinação

O sol novifluentetransfigura a vivência:outra figura nascee subsiste, plena Orides Fontela 1. Andinho de Bulhões nasceu em um povoado pertencente.

LEIA MAIS

“Os americanos acreditam que ainda se ouve muita bossa no Brasil atual”, diz o músico

8 de outubro de 1962. Aproximadamente 2.800 pessoas na plateia do Carnegie Hall, a casa de shows mais importante de.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: Como era trabalhar na MTV? (com Perdido)

Nos anos 1990 e 2000, a MTV Brasil, emissora aberta de radiodifusão, não era nada comum para o padrão da.

LEIA MAIS

Entre a sinestesia e a sistematização, Zé Ibarra se consolida como voz de sua geração

PERFIL ⭐️ Em meio a exuberante flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Zé Ibarra comenta com fluidez e.

LEIA MAIS

MÚSICA CAIPIRA: Os caipiras de 1962 ameaçados pela cultura dos estrangeiros

Em 1962, Tião Carreiro e Carreirinho, dois estranhos se comparados ao mundo da música nacional e internacional, lançavam o LP.

LEIA MAIS

O que acha de ser homem como sua avó foi? É o que sugerira composição

“Seja Homem Como sua Avó Foi (por Myriam)” é uma composição que foge de tudo que é comum. Se trata.

LEIA MAIS

Pietro desce às regiões pelágicas do ser

Apesar dos sete mares e outros tantos matizes somos um. Henriqueta Lisboa 1. Malgrado as secas periódicas e as terras nem.

LEIA MAIS

Podcast Investiga: O quê realmente faz o diretor de imagem? (com Diogo Pace)

Este episódio tem o intuito de investigar uma profissão essencial de toda produção audiovisual, como programas de entretenimento e jornalismo,.

LEIA MAIS

Bersote é filosoficamente complexo e musicalmente indefinido em “Na Curva a Me Esperar”

A existência é pauta carimbada na música brasileira, como apontamos nesta reportagem de Jean Fronho (“Tom Zé já dizia: todo.

LEIA MAIS