21 de outubro de 2026

Em seu terceiro livro, Kaique Kelvin reflete sobre a felicidade

Divulgação.

O jovem escritor paulista Kaique Kelvin embarcou no trem da literatura ainda no colégio, tanto como escritor como voraz leitor. Três livros já foram publicados por ele, sendo o mais recente intitulado “Felicidade pra quê te quero?”, que teve lançamento no Brasil e em Portugal.

Nesta obra, Kaique que também é professor de História e jornalista, traz ideias sobre a “tal felicidade” organizadas em dois formatos: poesias e crônicas. Na segunda, ele traz a história do personagem fictício Jaime, um senhor de 60 anos que, apesar de ser rabugento e de poucos amigos, sabe muitas coisas sobre a vida.

Em suma, “Felicidade pra quê te quero?” é definido por Kaique como um livro para rir, viver e refletir. Tal mensagem nos chamou a atenção e, para agraciar o autor e para dar mais detalhes sobre a publicação, entrevistamos Kaique. Confira a seguir!

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Matheus Luzi – O que há de Kaique Kelvin que há no livro? Você enxerga você mesmo em alguma parte ou no todo da obra?

Kaique Kelvin – Eu acredito que todo livro tem um pouco do autor e nesse livro com certeza, tanto nas poesias quanto nas crônicas tem um pouco sobre mim. Costumo escrever o que vejo e o que sinto, então não tem como escapar que minhas impressões estejam presentes na obra.

Matheus Luzi – Levando em consideração a pergunta anterior, o que além de você, inspirou a produção dessa obra?

Kaique Kelvin – O que inspirou a produção desse livro foi o questionamento do porquê nós somos felizes ou buscamos a felicidade, além disso escritoras como Cecilia Meireles me inspiraram muito com toda sua genialidade quando fala das coisas da vida e principalmente quando fala da liberdade.

Matheus Luzi – O livro é formado por poesias e crônicas. O que esses dois formatos literários colaboraram para você passar sua mensagem?

Kaique Kelvin – As poesias têm toda uma forma, uma característica própria e consequentemente é um meio que eu posso utilizar para demonstrar a mensagem que eu quero passar, que são de esperança e felicidade. Com as crônicas eu posso contar história de uma forma diferente, acredito que a história do Jaime, nesse momento, precisava ser contada em forma de crônicas.

Matheus Luzi – O que você teria a dizer sobre as poesias do livro? Elas também contam histórias, assim como as crônicas?

Kaique Kelvin – Sim, com as poesias eu conto histórias de uma forma diferente. Cada poesia eu busco apresentar histórias, fatos ou momentos relacionados com o tema do livro que é a felicidade.

Utilizo esse espaço para estimular que as pessoas leiam mais e escrevam mais. Precisamos normalizar que mais e mais pessoas tenham acesso a literatura e a educação. Isso é fundamental para construir um país mais leitor!

Matheus Luzi – Em release enviado à imprensa, diz que “Felicidade pra quê te quero?” traz crônicas para rir, viver e refletir.

Kaique Kelvin – As crônicas são justamente para isso, cada uma delas é uma fase da história do personagem Jaime, que tem 60 anos, é rabugento, mas que assim como nós, também está em busca pela felicidade.

Matheus Luzi – O que você diria as pessoas que tem interesse em comprar seu livro? Haveria algum gatilho mental que poderia ajuda-las nessa decisão?

Kaique Kelvin – Acredito que a felicidade pode ser alcançada de diferentes formas, ela é diferente para cada pessoa. O livro “Felicidade pra quê te quero?” não apresenta uma receita pronta de como podemos encontrar a felicidade, mas mostra caminhos para ao menos chegarmos perto dela.

Matheus Luzi – Você tem alguma(s) história(s) ou curiosidade(s) interessante(s) para nos contar?

Kaique Kelvin – Acreditem se quiser, antes do ensino médio, período em que fui muito estimulado pela minha professora de Língua Portuguesa para começar a escrever, eu não gostava muito da Língua Portuguesa. Gostava de ler livros, pois desde criança recebia de presente dos meus pais, mas eu pensava que a nossa língua era muito difícil de entender e por isso não tinha muita simpatia por ela e isso apenas mudou quando conheci de perto como a nossa língua é belíssima!

Matheus Luzi – Agora deixo você a vontade para falar o que quiser.

Kaique Kelvin – Utilizo esse espaço para estimular que as pessoas leiam mais e escrevam mais. Precisamos normalizar que mais e mais pessoas tenham acesso a literatura e a educação. Isso é fundamental para construir um país mais leitor!

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