1 de maio de 2026

“Rap Vertical” – Conheça a nova coluna da Arte Brasileira

“Frágil como cristais do ártico, doce como o canto dos pássaros, amargo como a vingança e forte como o rugido – eu, despido de toda mentira, indigno de toda dádiva, carente de toda virtude, sigo dando sentido ao que sinto, esse vasto e infinito oceano; enquanto o tempo e a morte de mãos dadas dançam esperando o cimento fresco do inevitável estabelecer minha lápide… ”

– eu.

Lucas Ribeiro, também conhecido como Barba Ruiva, sou poeta, compositor, escritor e mestre de cerimônias da Cultura Hip-Hop.
Idealista de sonhos e pessimista das injustiças; herdeiro da vontade de liberdade do espirito que paira sobre as águas, encontro na arte justificativa para ser feliz. 

Missionário e pirata por vocação, amante da vida ordinária e cronista de saudades envelhecidas. Sou curioso dos saberes empíricos, admirador de sorrisos, e um romântico que as vezes mistura paixão com culinária.

Minha humilde contribuição para a Revista Arte Brasileira é comentar e promover identificação, conectando artista e público a partir do forte amor pelas ruas e toda sua fonte cultural urbana, marginal, de tudo o que tem sido falado, gritado e expressado através de todas as suas manifestações.

Afinal, como diz o provérbio: “A Sabedoria clama nas ruas, mas não há ninguém que a escute…”

Longe de mim, ser algum tipo de crítico azedo que usa dos meios de comunicação para julgar de forma pejorativa e discriminada os interesses artísticos de outros. Minha motivação é única e exclusivamente ressaltar a beleza e qualidades que a arte pode promover através da perspectiva e sentimentos de alguém que ama muito o que faz.

Façamos então, juntos: eu e você, jus a esse espaço tão precioso!

Conto com sua atenção. Tamo junto!

“…que o amor nos leve de volta para casa…”

Espiritualidade de pai para filho, a mensagem da nova música do israelense Ari Fraser

ARI FRASER, músico israelense, cria uma canção de ninar comovente e profundamente espiritual nesta canção. A letra se desdobra como.

LEIA MAIS

Fábio Di Ojuara: umas tantas facetas de uma obra multiforme

Uma noite, sentei a Beleza nos meus joelhos. – E acheia-a amarga. E injuriei-a.Armei-me contra a justiça.Fugi. Ó feiticeiras, ó.

LEIA MAIS

Se eu gritar, ninguém vai me ouvir – lançando música em 2024

A Revista Arte Brasileira me convidou para compartilhar a experiência de lançar meu primeiro álbum, o independente “Falha Luz”, que.

LEIA MAIS

Certamente, esse filme é um dos mais atrapalhados que eu já vi (Crítica de Matheus

Ontem fui dormir cedo, e não sei porque acabei perdendo totalmente o sono quando acordei as 2 horas da madrugada..

LEIA MAIS

O disco que lançou Zé Ramalho

Zé Ramalho sempre foi esse mistério todo. Este misticismo começou a fazer sucesso no primeiro disco solo do compositor nordestino,.

LEIA MAIS

“Os americanos acreditam que ainda se ouve muita bossa no Brasil atual”, diz o músico

8 de outubro de 1962. Aproximadamente 2.800 pessoas na plateia do Carnegie Hall, a casa de shows mais importante de.

LEIA MAIS

Os vários Olhos D’agua de Conceição Evaristo

Poderia ser mais uma daquelas resenhas que escrevo sobre um livro que eu acabara de ler, no entanto é algo.

LEIA MAIS

Calu Manhães estreia como atriz  na Amazon Prime em filme musical “Um ano  inesquecível –

Estreou na Amazon Prime o filme “Um ano inesquecível – Outono”, dirigido por Lázaro Ramos. Com ele, nasce uma atriz,.

LEIA MAIS

Os Excluídos da Educação no Brasil

Pensando em muitos fatores relevantes no Brasil, exclusão, desigualdade social, discriminação e a privação da cidadania é que venho escrever.

LEIA MAIS

CONTO: A ansiedade do vovô na hora que o cometa passou (Gil Silva Freires)

Seo Leonel tinha nascido em 1911, um ano depois da primeira passagem do cometa de Halley neste século vigésimo. Dessa.

LEIA MAIS