21 de outubro de 2026

Em entrevista, Raphael Ota diz que seu novo EP é “Um pop britânico vestido com os elementos da nova MPB”

 

Simples e direto. Essas são algumas das definições do cantor e compositor Raphael Ota sobre seu novo EP, “Outra Direção”, produzido por Jeff Pina, que já trabalhou com Anavitória e Tiago Iorc. O trabalho traz 3 faixas inéditas e autorais, inspiradas no pop britânico. 

Sobre a faixa que dá título ao álbum, Raphael comenta: “Sonhei com a melodia e a letra: ‘Não diga que esse amor não vale a pena / Não diga que isso tudo é uma besteira / É dentro desse abraço que encaixa, onde eu escolho ficar’. Com ajuda dos parceiros, terminamos a letra baseado nesses versos, onde a primeira pessoa tenta fazer com que o seu amor escute os seus sentimentos.”.

O EP foi mixado e masterizado por William Santos no WSTF Estúdios, na capital paulista. Raphael divide as composições com Alexandre Gaioto, Ale Mattia, Alexis Matia e Oswaldo Botrel.

 

Abaixo, confira na íntegra uma entrevista que fizemos com Raphael Ota, sobre o EP “Outra Direção”.

 

 

 

2018 foi um ano muito para você, não é? Isso se manifestou no EP?

Muito bom? Foi sim. O segundo semestre de 2017 foi planejando tudo com a Seta Reta Artística o que aconteceria esse ano. 2018 foi executar. O EP fazia parte deste planejamento e é resultado de uma série de composições que vieram no início de tudo isso.

 

Como você trabalhou a composição das três faixas, como foi esse processo para você?

Duas delas são parcerias. “Outra direção” me veio num sonho e finalizei ela com ajuda de Alexandre Gaioto e o duo Ale | Alexis. “Longe Demais” é uma parceria com o vocalista da Zepherin, Oswaldo Botrel. A única que assino sozinho é “Milenar”. Esse processo sempre é natural e nunca planejado. Só acaba acontecendo.

 

Quais são os assuntos que você trata nas letras das músicas? E qual mensagem quer passar ao público?

Basicamente são canções de amor e em como ele nos afeta. Desde questões como a distância, em como um relacionamento nos modifica e em como ele nos move.

 

São apenas três faixas, mas muito bem produzidas por Jeff Pina. Como foram os processos de produção e gravação do trabalho?

Antes do EP produzi o single “Enfim Despertei” com o Pina. Utilizamos os mesmos músicos, Alex Mesquita (Baixo) e Diego Vicente (Bateria), daquela sessão. Então já estávamos entrosados. Todos contribuindo. Como o próprio Jeff fala, é uma produção coletiva. Basicamente é um dia para a base (baixo e bateria), outro para pianos, guitarras e violões e outro para gravar vozes. Depois disso tudo vem a mix e master.

 

Como você definiria o resultado final de “Outra direção”?

Um pop britânico vestido com os elementos da nova MPB. Simples e direto. Estou muito orgulhoso deste trabalho.

 

Você tem alguma história ou curiosidade interessante que envolva o EP?

Este EP a priori teria 4 faixas, mas duas delas lançamos como singles neste ano (“Sem Perceber” e “Quero um Agora”, está em dueto com a cantora Sabrina Lopes). “Outra Direção” chegou por último e fechou o repertório. 

 

 

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