21 de agosto de 2026

Theuzitz lança clipe que versa a violência das metrópoles, com referências a Criolo e Oasis

Theuzitz

(Cena do clipe)

 

O rock e o rap se encontram em “Noite II”, clipe de Theuzitz. O músico de Jandira (SP), inicia a divulgação do disco “Juventude Sônica” (Cavaca Records) num vídeo que expõe a violência e as vozes palpáveis e subjetivas da noite. Conectando culturas, a canção promove uma viagem psicodélica que vai de Manchester à São Paulo, sampleando os beats de “Não existe amor em SP”, de Criolo, e “Wonderwall”, do Oasis.

“Essa canção fala sobre a violência e o lado sombrio da noite. Violência que se dá muitas vezes pela nossa consciência, mas que também surge deliberadamente nas relações da rua, os carros e seus auto falantes, no som dos bares e igrejas, e também no silêncio do sono que potencializa cada pequena ação. São algumas dessas vozes e lugares que eu quis representar”, define Theuzitz.

 

O CLIPE

O vídeo de “Noite II” traz uma ambientação tensa, e que une homens que num côro de “vozes da consciência”, brigando, fazendo música, correndo e pegando fogo. Theuzitz observa que os corpos no vídeo são “corpos que também habitam em mim nos meus melhores e piores dias, e que vão se modificando e ressignificando”.

 

REFERÊNCIAS

Para a construção de seu gênero tido como “Rock de terceiro mundo”, Theuzitz se utilizou de influências que partiram desde o rap de Tyler, The Creator e Earl Sweatshirt até influências mais indies como Elliott Smith e Cocteau Twins. Oasis e Criolo são dois dos samples utilizados para a criação da faixa.

theuzitz

(Rapper Criolo – Foto: Caroline Bittencourt/Divulgação)

“Eu sempre gostei de cruzar gêneros compondo música, porque sabia que nesse ato também estava cruzando culturas. Eu já nasci num mundo no qual as influências vieram de diversos lugares do planeta, então me sinto livre para construir uma nova realidade não só para mim, mas como para as pessoas a minha volta. Hoje a gente vive tudo ao mesmo tempo e eu não existe mais uma necessidade de se justificar pelas nossas preferências”.

 

TRAJETÓRIA DE THEUZITZ

Theuzitz

(Foto/Divulgação)

O músico estreou em 2015, com o EP “Parque da Luz”. No ano seguinte, foi a vez da mixtape “Peso das Coisas”, que chegou a figurar em listas de Melhores do Ano.

Em 2017, foi convidado para participar na coletânea “O Mundo Ainda Não Está Pronto”, em homenagem ao Pato Fu. Neste mesmo ano, o single “Flanar” ganhou vida na mixtape “Diário de Bordo”.

No ano seguinte, Theuzitz ajudou a organizar a coletânea “Afroindie”, com diversos artistas do Brasil e a canção “Aniversário” foi lançada nesta antologia.

 

 

 

 

 

Autor publica livro de fantasia sobre a 3ª Guerra Mundial na América do Sul

O autor brasileiro Pedro Reis, publicou ano passado, um livro de fantasia e ficção científica, onde a ideia de uma.

LEIA MAIS

Vida em letras:  A jornada literária de Clarisse da Costa

O começo de tudo Na infância eu rabiscava mundos através de desenhos. Quando aprendi a desenhar palavras comecei a construir.

LEIA MAIS

Clarice Lispector – Como seria nos dias atuais?

(Crônica de Brendow H. Godoi) Quem seria Clarice Lispector se nascida na década de noventa? Talvez, a pergunta mais adequada.

LEIA MAIS

Celebrações pelo mundo: eventos culturais que transformam qualquer viagem

Viajar é mais do que conhecer paisagens ou tirar fotos em pontos turísticos. É também mergulhar de cabeça na alma.

LEIA MAIS

Manuelito: para além de um mestre da fotografia

Oriundo do Ceará,Manuelito veio residir em Mossoró, aqui permanecendo e trabalhando até o final de sua vida. Suas fotografias deixavam.

LEIA MAIS

BINGO: O REI DAS MANHÃS – Tudo o que você precisa saber!

Lançado em 2017, é o primeiro longa do diretor Daniel Rezende (montador de “Cidade de Deus” (2002), “Tropa de Elite.

LEIA MAIS

O lado cineasta de Oswaldo Montenegro

  O lado musical e poético de Oswaldo Montenegro é reconhecido Brasil afora, mas o lado cineasta do artista é.

LEIA MAIS

ENTREVISTA – Literatura de Renan Wangler reforça ancestralidade e luta da população negra

A população negra precisa estar conectada com a literatura, cultura e arte, dessa forma podemos estar conectados com a nossa.

LEIA MAIS

Iaponi: a invenção de uma permanente festa de existir

As formar bruscas, a cada brusco movimento, inauguram belas imagens insólitas. Henriqueta Lisboa   1.   Iaponi (São Vicente, 1942-1994),.

LEIA MAIS

Maria do Santíssimo e o seu caleidoscópio das coisas modestas

O  tempo farejou a fábulacontaminou-a. Projetou-atalhada à sua própria imagem.                 Henriqueta Lisboa 1. Maria Antônia do Santíssimo (São Vicente, 1890-1986).

LEIA MAIS