19 de abril de 2026

Aberta as inscrições para a mostra competitiva do Festival de Cinema Pan-Amazônico

Estão abertas até o dia 10 de setembro as inscrições de filmes de ficção e documentários para a mostra competitiva da 10ª edição do AMAZÔNIA (FI)DOC – Festival Pan-Amazônico de Cinema. O edital de convocatória e a ficha de inscrição podem ser encontrados no site do festival (amazoniadoc.com.br) e na plataforma Filmfreeway. O festival será realizado em Belém (PA) de 18 a 27 de novembro.

A chamada para as inscrições de filmes e documentários foi anunciada na quinta-feira (23), em Belém, em evento no Cine Líbero Luxardo, do Centur. Além da curadoria seletiva, o 10º AMAZÔNIA FI(DOC), o Festival Pan-Amazonico de Cinema agrega outros dois festivais: o Festival “As Amazonas do Cinema ” e o Festival Curta Escolas que incentiva e premia com troféus os jovens cineastas de escolas públicas e comunidades periféricas. Este ano, pela segunda vez, o Curta Escolas será realizado em agosto numa Itinerância por três municípios do Marajó.

A diretora do Festival, Zienhe Castro, afirma que os quatro meses de convocatória para inscrições permitem a ampliação do alcance do festival nos países pan-amazônicos. “Queremos expandir nossa rede, nosso intercâmbio com as cinematografias das diversas Amazônias”, afirmou “Este é o edital de convocatória internacional, para as inscrições de filmes de ficção e documentários nos formatos de curtas, médias e longas-metragens, produzidos nos oito países pan-amazônicos (Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela) e na Guiana Francesa, a partir de 1º de janeiro de 2022”, informou a cineasta.

O lançamento do 10º AMAZÔNIA FI(DOC) teve a exibição do filme “A invenção do outro”, longa documentário do cineasta pernambucano Bruno Jorge. O filme narra a última expedição do indigenista Bruno Pereira na Amazônia, em 2019. Em 2022, Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Philips foram assassinados durante viagem pelo Vale do Javari, no extremo oeste do Amazonas. O cineasta Bruno Jorge participou de um bate-papo com o público sobre a produção e a viagem.

Segundo Zienhe Castro, o festival nasceu em 2009 para debater as diversas Amazônias por meio da cinematografia produzida nesse imenso território. “Naquele ano, já tínhamos urgências, muito a fazer, muito para debater, muito pra trocar. Essas urgências permanecem. E precisamos avançar em muitas outras questões”, afirmou.
Para Zienhe, o festival é um marco simbólico que revela toda a potência da cinematografia amazônida. O projeto é financiado pela Lei Paulo Gustavo (mostras e festivais) e tem o patrocínio oficial do Instituto Cultural Vale por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Felipe Pamplona, diretor artístico e coordenador de programação, destaca duas iniciativas inéditas do AMAZÔNIA (FI)DOC: a homenagem à cultura e à filmografia de um país da região pan-amazônica, a Colômbia, e um laboratório de aperfeiçoamento de projetos de longa-metragem e série. “O formato de Lab consiste em um acompanhamento profissional aos realizadores para que o projeto ganhe consistência técnica e poética”, destacou.

Nessa décima edição, o festival vai oferecer premiação em dinheiro aos vencedores. Além disso, há o troféu principal do festival que foi criado em 2009 e é assinado pelo artista visual/ceramista Ronaldo Guedes. Neste ano, a artista visual Lise Lobato assinará o design do Troféu da segunda edição do festival ” As Amazonas do Cinema” que premia e incentiva a filmes dirigidos e roteirizados por mulheres da Pan-amazônia.

Serviço

AMAZÔNIA (FI)DOC – Festival Pan-Amazônico de Cinema.
Inscrições nos sites amazoniadoc.com.br e filmfreeway.com
Período: 24 de maio a 10 de setembro.

Crédito da imagem de capa da publicação: Jader Paes (imagem da abertura do festival deste ano)

Bethânia só sabe amar direito e Almério também (Crítica de Fernanda Lucena sobre o single

O mundo acaba de ser presenteado com uma obra que, sem dúvidas, nasceu para ser eterna na história da música.

LEIA MAIS

Uma breve leitura dos festivais de ontem e de hoje

Nesta manhã de quinta-feira, dia 22 de março de 2017, acabei de ler o livro “Tropicália – A história de.

LEIA MAIS

A Arte Não Precisa de Justificativa – Ep.1 do podcast “Mosaico Cristológico”

Neste episódio falamos sobre a obra de Hans. R. Rookmaaker – A Arte Não Precisa de Justificativa – e a.

LEIA MAIS

Ancelmo: todas as rodagens iam em direção à arte

Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.E nasce o sol, e põe-se o sol,.

LEIA MAIS

Conhecimento abre horizontes

Durante anos a ignorância era atribuída a falta de conhecimento e estudo. Mas não ter conhecimento ou estudo não é.

LEIA MAIS

CONTO: O Grande Herdeiro e o Confuso Caminhoneiro (Gil Silva Freires)

Gregório era o único herdeiro de um tio milionário, seu único parente. Não tinha irmãos, perdera os pais muito cedo.

LEIA MAIS

Literatura: uma viagem literária (Clarisse da Costa)

Em se tratando de literatura posso dizer que ela é assim como a vida, uma caixinha de surpresas. A literatura.

LEIA MAIS

Queriam vê-lo como um monstro, morto ou perdido no crime; e GU1NÉ os respondeu com

“Nasce Mais Um Monstro”, o EP de estreia do rapper GU1NÉ, é também uma resposta aos que não acreditaram nele..

LEIA MAIS

Goreth Caldas: um sistema de metáforas (das tantas esperas)

Entre os escaravelhos e o arbustodo peito frágil existemsegredos buscando alívioatravés de sussurros. Henriqueta Lisboa 1. Goreth Caldas (Caicó, 1958), embora.

LEIA MAIS

Calu Manhães estreia como atriz  na Amazon Prime em filme musical “Um ano  inesquecível –

Estreou na Amazon Prime o filme “Um ano inesquecível – Outono”, dirigido por Lázaro Ramos. Com ele, nasce uma atriz,.

LEIA MAIS