15 de agosto de 2026

Arte ativista (por Clarisse da Costa)

Arte é um ativismo de coisas, ela vai de encontro com vários movimentos artísticos, culturais, de diversos gêneros. Seja este movimento democrático ou não. Mas antes de eu seguir com o assunto é preciso dizer o que é arte ativista. Arte ativista é uma expressão artística que tem como objetivo provocar reflexões e também confrontar questões sociais. O artista usa de sua arte formas expressivas para colocar em pauta assuntos importantes de cunho social, executando suas manifestações de forma crítica.

Entretanto, nesse meio artístico temos o termo ‘’ativismo’’ e o termo ‘’artevismo”. E qual a diferença? Talvez não seja possível encontrar muita diferença entre os dois termos. Primeiro que o termo “artevismo” é algo novo que não é do conhecimento de todos. O ativismo é a ação de defender algo. O artevismo é a junção de duas palavras, a palavra arte com a palavra ativismo. Uma dominação de trocadilho, que tem como significado a expressão artística como mecanismo de empoderamento abrangendo questionamentos e a resistência da nossa cultura afro-brasileira.
E nas artes digitais, sejam elas com a técnica da colagem, vemos muitas manifestações e ações de protestos. A mesma técnica com diversas texturas encontramos também na colagem com papéis.

Aprofundando o assunto, nas ciências políticas, o termo ativismo é sinônimo de militância. A militância sempre surge por causa justa, seja a causa feminista, LGBT, político, religioso, racial e educação.

Nos últimos anos eu tenho usado a minha arte como forma de dar visibilidade e voz à mulher negra de forma escrita ou visual. É o meio de romper barreiras e ultrapassar a barreira da opressão enraizado nesse país, pois somos ludibriados por uma falsa democracia.

Texto escrito por Clarisse da Costa em fevereiro de 2025

“Quer casar comigo?” (Crônica integrante da coletânea “Poder S/A”, de Beto Ribeiro)

Todo dia era a mesma coisa. Marieta sempre esperava o engenheiro chegar. “Ele é formado!”, era o que ela sempre.

LEIA MAIS

Uma breve leitura dos festivais de ontem e de hoje

Nesta manhã de quinta-feira, dia 22 de março de 2017, acabei de ler o livro “Tropicália – A história de.

LEIA MAIS

A arquitetura sonora de Roberto Menescal

Gênio da bossa nova e ativo no mercado até hoje, Roberto Menescal já teve sua trajetória retratada em seis livros..

LEIA MAIS

O poderoso Chefão, 50 Anos: Uma Obra Prima do Cinema contemporâneo

Uma resenha sobre “O Poderoso Chefão” “Eu vou fazer uma oferta irrecusável” “Um homem que não se dedica a família.

LEIA MAIS

A Arte Não Precisa de Justificativa – Ep.1 do podcast “Mosaico Cristológico”

Neste episódio falamos sobre a obra de Hans. R. Rookmaaker – A Arte Não Precisa de Justificativa – e a.

LEIA MAIS

Calu Manhães estreia como atriz  na Amazon Prime em filme musical “Um ano  inesquecível –

Estreou na Amazon Prime o filme “Um ano inesquecível – Outono”, dirigido por Lázaro Ramos. Com ele, nasce uma atriz,.

LEIA MAIS

O disco que lançou Zé Ramalho

Zé Ramalho sempre foi esse mistério todo. Este misticismo começou a fazer sucesso no primeiro disco solo do compositor nordestino,.

LEIA MAIS

Jardel: o silêncio que sopra sussurros do longe

Os humanos são sozinhos.Por mais que haja amizade, amor,companhia, a solidão é da essência. Clarice Lispector  1. Jardel (João Pessoa,.

LEIA MAIS

Clarice Lispector – Como seria nos dias atuais?

(Crônica de Brendow H. Godoi) Quem seria Clarice Lispector se nascida na década de noventa? Talvez, a pergunta mais adequada.

LEIA MAIS

Carlos Gomes: um naïf registra e exulta uma pintura lúdica

O homem benigno faz bem à sua própria alma, mas o cruel perturba a sua própria carne. Provérbios, 11, 17.

LEIA MAIS